Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010
CURSO DE EXTENSÃO GESTÃO DE MARCAS/BRANDING ONLINE
As aulas começam no dia 22 de fevereiro. E as inscrições já estão abertas.
O curso tem o seguinte programa:
O que é Branding; O que é uma marca; Tipos de
Marcas; Brand Equity; Posicionamento, missão, visão e valores de uma marca; Identidade de marca;
Propaganda e Design construindo valor para a marca e seus público;
- Princípios do processo criativo e estruturação do espaço gráfico; Descrição,
conceituação e emprego dos elementos fundamentais de composição em uma peça gráfica: equilíbrio, unidade,
contraste, proporção, harmonia, cor e tipografia.
- Introdução básica à Gestão de Marcas/Branding ; Identidade de Marca; Arquitetura de Marca; Criatividade Visual da Marca; Estratégias de marcas. Haverá um exercício de
brainstorm de um projeto proposto e execução do mesmo.
O público-alvo é formado por estudantes e profissionais de design, marketing,
publicidade e propaganda. É fundamental que possuam conhecimentos básicos dos
softwares Corel Draw e/ou Illustrator e Photoshop. O investimento é de R$
340,00| R$ 270,00 (Aluno ou ex-aluno Facha)
Informações e inscrição: http://www.ead.facha.edu.br
ead@facha.edu.br
O curso tem o seguinte programa:
O que é Branding; O que é uma marca; Tipos de
Marcas; Brand Equity; Posicionamento, missão, visão e valores de uma marca; Identidade de marca;
Propaganda e Design construindo valor para a marca e seus público;
- Princípios do processo criativo e estruturação do espaço gráfico; Descrição,
conceituação e emprego dos elementos fundamentais de composição em uma peça gráfica: equilíbrio, unidade,
contraste, proporção, harmonia, cor e tipografia.
- Introdução básica à Gestão de Marcas/Branding ; Identidade de Marca; Arquitetura de Marca; Criatividade Visual da Marca; Estratégias de marcas. Haverá um exercício de
brainstorm de um projeto proposto e execução do mesmo.
O público-alvo é formado por estudantes e profissionais de design, marketing,
publicidade e propaganda. É fundamental que possuam conhecimentos básicos dos
softwares Corel Draw e/ou Illustrator e Photoshop. O investimento é de R$
340,00| R$ 270,00 (Aluno ou ex-aluno Facha)
Informações e inscrição: http://www.ead.facha.edu.br
ead@facha.edu.br
AGILE BRAZIL 2010
Gostaria de convida-los para participar do evento: "Agile Brazil 2010"
A Conferência Brasileira sobre Métodos Ágeis de Desenvolvimento de Software – Agile Brazil 2010 – é uma conferência nacional sem fins lucrativos, organizada por representantes das principais comunidades ágeis brasileiras. O evento tem como propósito promover a comunicação e a colaboração entre seus integrantes visando à disseminação coordenada da cultura Ágil por todo o país. Sua divulgação iniciou ao final de 2009, com um concurso para escolher a logo do evento.
O Agile Brazil 2010 acontecerá na PUCRS, em Porto Alegre, de 22 a 25 de junho, contando com cursos, apresentação de trabalhos e relatos de experiência provenientes de várias regiões do país, alem da participação de convidados reconhecidos internacionalmente. Martin Fowler, cientista chefe da ThoughtWorks (Empresa conhecida mundialmente no desenvolvimento de software, que usa métodos ágeis), e Philippe Kruchten, professor da UBC em Vancouver (Canadá) e conhecido também por ter liderado a equipe do RUP na Rational Software, são alguns dos nomes já confirmados para o evento.
Fonte: http://agilebrasil.com/
A Conferência Brasileira sobre Métodos Ágeis de Desenvolvimento de Software – Agile Brazil 2010 – é uma conferência nacional sem fins lucrativos, organizada por representantes das principais comunidades ágeis brasileiras. O evento tem como propósito promover a comunicação e a colaboração entre seus integrantes visando à disseminação coordenada da cultura Ágil por todo o país. Sua divulgação iniciou ao final de 2009, com um concurso para escolher a logo do evento.
O Agile Brazil 2010 acontecerá na PUCRS, em Porto Alegre, de 22 a 25 de junho, contando com cursos, apresentação de trabalhos e relatos de experiência provenientes de várias regiões do país, alem da participação de convidados reconhecidos internacionalmente. Martin Fowler, cientista chefe da ThoughtWorks (Empresa conhecida mundialmente no desenvolvimento de software, que usa métodos ágeis), e Philippe Kruchten, professor da UBC em Vancouver (Canadá) e conhecido também por ter liderado a equipe do RUP na Rational Software, são alguns dos nomes já confirmados para o evento.
Fonte: http://agilebrasil.com/
SOCIEDADE PRECISA SE APROPRIAR DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DA COMUNICAÇÃO
No segundo dia do Mutirão de Comunicação, que acontece na PUCRS até domingo, dia 7, um dos temas que esteve na pauta dos debates foi o dos meios públicos e direito à comunicação. O tema foi apresentado pela manhã, após a conferência principal que tratou dos Novos cenários políticos e sociais e processos de comunicação. O mesmo foi aprofundado em seminário específico na parte da tarde pelo pesquisador argentino, Guillermo Mastrini.Para o doutor em comunicação, uma das grandes dificuldades é estabelecer a noção de serviços públicos. As pessoas, diz, têm noção de que educação, saúde, em alguns casos transporte, é serviço público, mas quando questionados sobre meios de comunicação, elas não incluem dentro de serviço público. "Assim, é fundamental que a sociedade se aproprie dos meios de comunicação como um serviço público". Este seria, segundo ele, um primeiro passo.
Um segundo ponto abordado pelo professor, diz respeito ao conceito de serviço público. Neste aspecto, destacou três características do que constituiria estes serviços: a universalidade, a continuidade e a melhoria contínua. "Um quarto elemento ainda precisa ser levado em conta, que é o preceito da indivisibilidade".Os serviços, para ele, estão distantes do direito a comunicação. Por isso, é importante recuperar, desde os movimentos sociais, a idéia de cidadania comunicacional. "Se os cidadãos não reclamarem a comunicação como um direito será difícil pensar a democracia da comunicação. A noção de serviço público é apenas um ponto de partida", ensina ele.Público ou estatal
O professor também levantou o questionamento sobre público ou estatal. Segundo ele, na maioria dos casos, os serviços são estatais, mas não públicos. A principal diferença estaria no aspecto operacional. São estatais, porque dependem de concessão do Estado, que se diz representante da sociedade, mas não são públicos, já que não há controle social sobre os mesmos, nem no aspecto técnico como no de programação. Esta situação se reproduz na grande maioria dos países da América Latina.
Ele destacou ainda, que países como a Argentina, Venezuela e Equador tem dado alguns passos nesta direção, especialmente alterando a legislação. Mas mesmo as pequenas iniciativas de enfrentar os oligopólios midiáticos só estão acontecendo pela forte pressão popular. É o caso da realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação pelo Brasil, que segundo o especialista, só aconteceu pela forte pressão popular, o que, diz é um bom sinal. "A sociedade começa a se apropriar do debate da comunicação como um direito seu e um serviço público. Isto é fundamental para a participação da sociedade nas direções dos canais de comunicação de forma a incidir no conteúdo".
ESTRATÉGIAS COMUNICATIVAS
Para Mastrini, uma das resistências aos canais públicos tem sua origem nas ditaduras latino-americanas. Como serviam de instrumento para manter o regime ditatorial, acabaram sendo desacreditadas e vistas como mais autoritárias do que os canais privados. Daí o desprestígio sofrido hoje por muitas delas.
A partir disso, muitos movimentos acabam não por defender os meios públicos, mas defendem canais alternativos de comunicação e a América Latina, segundo ele, foi o continente onde mais se trabalhou esta questão, cuja mensagem a ser entendida é de que a saída não está no Estado.Em sua palestra, Mastrini chamou atenção para o momento importante de transição, de organização de um sistema que muda do analógico para o digital e seria este, segundo ele, o momento de a sociedade exigir que esta transição seja vinculado a sociedade e não apenas as empresas comercias. "Ou participamos e decidimos ou vão decidir por nós" desafiou.
Por Guillermo Mastrini
Fonte: http://muticom.org/blog/3963/sociedade-precisa-se-apropriar-dos-servicos-publicos-da-comunicacao-diz-guillermo-mastrini/
Um segundo ponto abordado pelo professor, diz respeito ao conceito de serviço público. Neste aspecto, destacou três características do que constituiria estes serviços: a universalidade, a continuidade e a melhoria contínua. "Um quarto elemento ainda precisa ser levado em conta, que é o preceito da indivisibilidade".Os serviços, para ele, estão distantes do direito a comunicação. Por isso, é importante recuperar, desde os movimentos sociais, a idéia de cidadania comunicacional. "Se os cidadãos não reclamarem a comunicação como um direito será difícil pensar a democracia da comunicação. A noção de serviço público é apenas um ponto de partida", ensina ele.Público ou estatal
O professor também levantou o questionamento sobre público ou estatal. Segundo ele, na maioria dos casos, os serviços são estatais, mas não públicos. A principal diferença estaria no aspecto operacional. São estatais, porque dependem de concessão do Estado, que se diz representante da sociedade, mas não são públicos, já que não há controle social sobre os mesmos, nem no aspecto técnico como no de programação. Esta situação se reproduz na grande maioria dos países da América Latina.
Ele destacou ainda, que países como a Argentina, Venezuela e Equador tem dado alguns passos nesta direção, especialmente alterando a legislação. Mas mesmo as pequenas iniciativas de enfrentar os oligopólios midiáticos só estão acontecendo pela forte pressão popular. É o caso da realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação pelo Brasil, que segundo o especialista, só aconteceu pela forte pressão popular, o que, diz é um bom sinal. "A sociedade começa a se apropriar do debate da comunicação como um direito seu e um serviço público. Isto é fundamental para a participação da sociedade nas direções dos canais de comunicação de forma a incidir no conteúdo".
ESTRATÉGIAS COMUNICATIVAS
Para Mastrini, uma das resistências aos canais públicos tem sua origem nas ditaduras latino-americanas. Como serviam de instrumento para manter o regime ditatorial, acabaram sendo desacreditadas e vistas como mais autoritárias do que os canais privados. Daí o desprestígio sofrido hoje por muitas delas.
A partir disso, muitos movimentos acabam não por defender os meios públicos, mas defendem canais alternativos de comunicação e a América Latina, segundo ele, foi o continente onde mais se trabalhou esta questão, cuja mensagem a ser entendida é de que a saída não está no Estado.Em sua palestra, Mastrini chamou atenção para o momento importante de transição, de organização de um sistema que muda do analógico para o digital e seria este, segundo ele, o momento de a sociedade exigir que esta transição seja vinculado a sociedade e não apenas as empresas comercias. "Ou participamos e decidimos ou vão decidir por nós" desafiou.
Por Guillermo Mastrini
Fonte: http://muticom.org/blog/3963/sociedade-precisa-se-apropriar-dos-servicos-publicos-da-comunicacao-diz-guillermo-mastrini/
ENECOS PROPÕE CRIAR NOVA ARTICULAÇÃO DOS MOVIMENTOS DE COMUNICAÇÃO
A partir da avaliação do cenário pós Conferência Nacional de Comunicação, a Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Enecos) decidiu, em seu congresso nacional, defender a construção de uma nova articulação de movimentos sociais em torno das pautas da comunicação. A resolução do XVII Congresso Brasileiro dos Estudantes de Comunicação Social (Cobrecos) cita a continuidade da participação da Executiva nas comissões estaduais pró-conferência, de acordo com a realidade de cada estado.
A resolução do Cobrecos contrasta com o momento vivido pela Executiva, que passa por dificuldades de mobilização e participação. O congresso, principal evento político da Enecos, contou com cerca de 90 participantes. Foi também o momento para que uma nova diretoria tomasse posse depois de alguns anos em que a Executiva foi dirigida por gestões provisórias. Por outro lado, reforça posição anterior da Enecos em relação o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). Há alguns anos, a Executiva, que foi uma das entidades fundadoras do FNDC, retirou-se da organização.
Segundo participantes do congresso, a decisão por participar de uma articulação alternativa ao FNDC tem forte relação com a postura da direção do Fórum durante a Confecom. A resolução aprovada pelos delegados cita a postura do FNDC que “colaborou para a limitação de avanços por parte dos movimentos sociais, como o fechamento de acordos que beneficiaram os interesses do governo e das entidades patronais”.
No texto do caderno de resoluções do Cobrecos, os estudantes reconhecem “o passado de luta do FNDC, fórum o qual a Enecos ajudou a construir. No entanto, o FNDC hoje se encontra burocratizado e engessado por meio do seu aparelhamento pela CUT e outros setores atrelados ao governo e patrões”.
“Hoje não existe nenhum espaço em que possamos tocar lutas de democratização da comunicação a partir da perspectiva que temos - de oposição de esquerda ao governo”, afirmou Naiady Piva, estudante de jornalismo da UFPR. Esse novo fórum que a Enecos pretende construir ainda não tem forma definida. “Optamos por não fazer uma proposta por achar que isso tem que ser construído por vários setores”, explicou Naiady.
Diploma para jornalistas
O Cobrecos aprovou resolução que revê a posição da Enecos sobre a exigência da formação superior específica para o exercício profissional do jornalismo. Mais do que uma defesa de fato do diploma, essa deliberação foi encarada pelos seus propositores como uma ação tática contra a decisão do Supremo Tribunal Federal, que agia pelos interesses dos empresários de comunicação. Os estudantes também avaliaram que este seria um modo de se aproximar dos estudantes de muitas escolas de jornalismo, cuja posição anterior da Enecos – de não posicionamento na dicotomia diploma “sim” ou “não” - era uma barreira ao diálogo.
Valério Paiva, estudante de jornalismo da PUC-SP, foi um dos defensores desse novo posicionamento da Executiva e relembra o acúmulo de mais de dez anos de debate sobre o diploma entre os estudantes de comunicação. “Naquele momento [de defesa da não obrigatoriedade] , seria contraditório defender a democratização da comunicação, a comunicação popular, e ao mesmo tempo o diploma. Essa discussão foi muito rica na década de 90, mas a conjuntura era outra. No governo FHC, o grau de criminalização era diferente, assim como o grau de precarização de lutas e a unidade da esquerda. Hoje estamos numa situação ainda mais frágil, de desarticulação” , compartilha.
A eleição do governo Lula, considera Valério, foi um fato que tornou alguns setores dos movimentos sociais não combativos, havendo um avanço do neoliberalismo e “dos patrões em busca da precarização”. “Como exemplo, tem-se a votação da obrigatoriedade do diploma de jornalismo no STF a pedido das rádios e empresas de televisão do Estado de São Paulo.”
A Enecos hoje busca uma formulação que contemple setores das universidades, que acreditam que a obrigatoriedade do diploma é fundamental. “Tem alguns setores dos estudante nas universidades que acham extremamente importante a obrigatoriedade, como um dos modos de garantir a qualidade”, explica.
O desafio da Executiva é expandir o debate pela regulamentação profissional, sem se preocupar com a dicotomia da obrigatoriedade. “De essência, a luta dos dois [por uma outra regulamentação e pela obrigatoriedade] é a mesma: é a defesa dos interesses profissionais, em defesa da democratização da comunicação e da qualidade do ensino”, diz Valério.
“Tem que se unir pra se defender”, diz Naiady a respeito dos trabalhadores de comunicação, não apenas de jornalismo. “Esse é o debate central que colocamos hoje. Quanto ao diploma, é importante termos uma posição porque somos requisitados a todo o momento.”
A resolução final do Cobrecos fala em exigir a obrigatoriedade do diploma somente nas empresas e instituições públicas que tenham relação capital-trabalho, o que deixa de fora mídias livres e comunitárias.
EBC e Conselho Nacional
Outra deliberação dos alunos de comunicação foi o posicionamento contrário ao modelo atual da TV Brasil e da TV Cultura, por não contribuir com a construção de uma radiodifusão pública que tenha ampla participação da sociedade civil na elaboração e gestão das emissoras. Defendem que haja garantia de liberdade editorial e financeira, além de espaço garantido para a produção regional independente.
Ainda em relação à Confecom, mas desta vez tratando das resoluções aprovadas na etapa nacional, os estudantes apontaram como prioridade pressionar o governo Lula para a efetivação do Conselho Nacional de Comunicação Social.
Por Lia Segre - Observatório do Direito à Comunicação / 29.01.2010
A resolução do Cobrecos contrasta com o momento vivido pela Executiva, que passa por dificuldades de mobilização e participação. O congresso, principal evento político da Enecos, contou com cerca de 90 participantes. Foi também o momento para que uma nova diretoria tomasse posse depois de alguns anos em que a Executiva foi dirigida por gestões provisórias. Por outro lado, reforça posição anterior da Enecos em relação o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). Há alguns anos, a Executiva, que foi uma das entidades fundadoras do FNDC, retirou-se da organização.
Segundo participantes do congresso, a decisão por participar de uma articulação alternativa ao FNDC tem forte relação com a postura da direção do Fórum durante a Confecom. A resolução aprovada pelos delegados cita a postura do FNDC que “colaborou para a limitação de avanços por parte dos movimentos sociais, como o fechamento de acordos que beneficiaram os interesses do governo e das entidades patronais”.
No texto do caderno de resoluções do Cobrecos, os estudantes reconhecem “o passado de luta do FNDC, fórum o qual a Enecos ajudou a construir. No entanto, o FNDC hoje se encontra burocratizado e engessado por meio do seu aparelhamento pela CUT e outros setores atrelados ao governo e patrões”.
“Hoje não existe nenhum espaço em que possamos tocar lutas de democratização da comunicação a partir da perspectiva que temos - de oposição de esquerda ao governo”, afirmou Naiady Piva, estudante de jornalismo da UFPR. Esse novo fórum que a Enecos pretende construir ainda não tem forma definida. “Optamos por não fazer uma proposta por achar que isso tem que ser construído por vários setores”, explicou Naiady.
Diploma para jornalistas
O Cobrecos aprovou resolução que revê a posição da Enecos sobre a exigência da formação superior específica para o exercício profissional do jornalismo. Mais do que uma defesa de fato do diploma, essa deliberação foi encarada pelos seus propositores como uma ação tática contra a decisão do Supremo Tribunal Federal, que agia pelos interesses dos empresários de comunicação. Os estudantes também avaliaram que este seria um modo de se aproximar dos estudantes de muitas escolas de jornalismo, cuja posição anterior da Enecos – de não posicionamento na dicotomia diploma “sim” ou “não” - era uma barreira ao diálogo.
Valério Paiva, estudante de jornalismo da PUC-SP, foi um dos defensores desse novo posicionamento da Executiva e relembra o acúmulo de mais de dez anos de debate sobre o diploma entre os estudantes de comunicação. “Naquele momento [de defesa da não obrigatoriedade] , seria contraditório defender a democratização da comunicação, a comunicação popular, e ao mesmo tempo o diploma. Essa discussão foi muito rica na década de 90, mas a conjuntura era outra. No governo FHC, o grau de criminalização era diferente, assim como o grau de precarização de lutas e a unidade da esquerda. Hoje estamos numa situação ainda mais frágil, de desarticulação” , compartilha.
A eleição do governo Lula, considera Valério, foi um fato que tornou alguns setores dos movimentos sociais não combativos, havendo um avanço do neoliberalismo e “dos patrões em busca da precarização”. “Como exemplo, tem-se a votação da obrigatoriedade do diploma de jornalismo no STF a pedido das rádios e empresas de televisão do Estado de São Paulo.”
A Enecos hoje busca uma formulação que contemple setores das universidades, que acreditam que a obrigatoriedade do diploma é fundamental. “Tem alguns setores dos estudante nas universidades que acham extremamente importante a obrigatoriedade, como um dos modos de garantir a qualidade”, explica.
O desafio da Executiva é expandir o debate pela regulamentação profissional, sem se preocupar com a dicotomia da obrigatoriedade. “De essência, a luta dos dois [por uma outra regulamentação e pela obrigatoriedade] é a mesma: é a defesa dos interesses profissionais, em defesa da democratização da comunicação e da qualidade do ensino”, diz Valério.
“Tem que se unir pra se defender”, diz Naiady a respeito dos trabalhadores de comunicação, não apenas de jornalismo. “Esse é o debate central que colocamos hoje. Quanto ao diploma, é importante termos uma posição porque somos requisitados a todo o momento.”
A resolução final do Cobrecos fala em exigir a obrigatoriedade do diploma somente nas empresas e instituições públicas que tenham relação capital-trabalho, o que deixa de fora mídias livres e comunitárias.
EBC e Conselho Nacional
Outra deliberação dos alunos de comunicação foi o posicionamento contrário ao modelo atual da TV Brasil e da TV Cultura, por não contribuir com a construção de uma radiodifusão pública que tenha ampla participação da sociedade civil na elaboração e gestão das emissoras. Defendem que haja garantia de liberdade editorial e financeira, além de espaço garantido para a produção regional independente.
Ainda em relação à Confecom, mas desta vez tratando das resoluções aprovadas na etapa nacional, os estudantes apontaram como prioridade pressionar o governo Lula para a efetivação do Conselho Nacional de Comunicação Social.
Por Lia Segre - Observatório do Direito à Comunicação / 29.01.2010
CÉU NUBLADO
"Não declares que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado".
Provérbio Árabe
Provérbio Árabe
2010 SUPER BOWL XLIV
Confiram os 68 filmes do Super Bowl
http://www.adforum.com/superbowl/index.asp?SB_YEAR=2010
http://www.adforum.com/superbowl/index.asp?SB_YEAR=2010
Terça-feira, Fevereiro 02, 2010
Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010
ESPANHA PROÍBE ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS NA TV QUE EXALTEM CULTO AO CORPO
O Parlamento da Espanha aprovou, nesta quinta-feira (07/12), uma lei que proíbe a televisão de exibir anúncios que “exaltem o culto ao corpo” das 06h às 22h. Na visão dos parlamentares, comerciais de produtos de emagrecimento, tratamentos de beleza e cirurgias estéticas devem retirados do ar porque associam a imagem de sucesso com a de padrões físicos e trazem influências negativas para crianças e jovens.
“A publicidade que associa a imagem de sucesso com fatores como peso ou estética incita a discriminação social pela condição física e deve estar fora do horário protegido para os menores de idade”, explica Maria Teresa Fernández de la Vega, vice-presidente do governo.
Para o governo, a lei ajudará a evitar a divulgação de transtornos como a anorexia e a bulimia porque “as tradicionais campanhas comerciais estéticas podem prejudicar o desenvolvimento físico, mental ou moral”.
Fonte: www.uff.br/daco
“A publicidade que associa a imagem de sucesso com fatores como peso ou estética incita a discriminação social pela condição física e deve estar fora do horário protegido para os menores de idade”, explica Maria Teresa Fernández de la Vega, vice-presidente do governo.
Para o governo, a lei ajudará a evitar a divulgação de transtornos como a anorexia e a bulimia porque “as tradicionais campanhas comerciais estéticas podem prejudicar o desenvolvimento físico, mental ou moral”.
Fonte: www.uff.br/daco
VIOLÊNCIA E MODÉSTIA
“O que possibilita a ascensão não é a violência e sim a modéstia e a adaptabilidade.”
do livro I Ching, um clássico da literatura chinesa
do livro I Ching, um clássico da literatura chinesa
CURSO DE ESTRATÉGIAS DE ATENDIMENTO EM ASSESSORIA ACONTECE EM FEVEREIRO NO DF
O Comunique-se organiza o curso de Estratégias de Atendimento em Assessoria de Imprensa nos dias 27 e 28 de fevereiro, em Brasília.
A ministrante, Neuza Serra, fala sobre o papel da assessoria e mostrar que hoje em dia o assessor não é apenas uma via para distribuição de conteúdo à imprensa.
É necessário que ele tenha uma visão geral de todos os acontecimentos estimulando a empresa a ações de comunicação e marketing.
"Já estava à procura de um bom curso de Assessoria, porque é uma área que não tenho nenhuma experiência profissional, e vejo que cresceu muito e existe mercado. Como estou desempregada, achei que essa era uma boa oportunidade para melhorar meu currículo e aprimorar meus conhecimentos." Fernanda Rodrigues do Amaral foi aluna do curso de Estratégias de Atendimento no RJ
• Quando: 27 e 28 de fevereiro - sábado (9h a 18h) e domingo (9h a 13h)
• Onde: Saint Pault Park Hotel
• Ministrante: Neuza Serra (MVL Comunicação)
• Mais informações e inscrições: http://migre.me/hdZN
Escola de Comunicação do Comunique-se
www.escoladecomunicação.com.br
cursos@comunique-se.com.br
Tel.: (11) 3897-0860
A ministrante, Neuza Serra, fala sobre o papel da assessoria e mostrar que hoje em dia o assessor não é apenas uma via para distribuição de conteúdo à imprensa.
É necessário que ele tenha uma visão geral de todos os acontecimentos estimulando a empresa a ações de comunicação e marketing.
"Já estava à procura de um bom curso de Assessoria, porque é uma área que não tenho nenhuma experiência profissional, e vejo que cresceu muito e existe mercado. Como estou desempregada, achei que essa era uma boa oportunidade para melhorar meu currículo e aprimorar meus conhecimentos." Fernanda Rodrigues do Amaral foi aluna do curso de Estratégias de Atendimento no RJ
• Quando: 27 e 28 de fevereiro - sábado (9h a 18h) e domingo (9h a 13h)
• Onde: Saint Pault Park Hotel
• Ministrante: Neuza Serra (MVL Comunicação)
• Mais informações e inscrições: http://migre.me/hdZN
Escola de Comunicação do Comunique-se
www.escoladecomunicação.com.br
cursos@comunique-se.com.br
Tel.: (11) 3897-0860
Quarta-feira, Janeiro 27, 2010
Terça-feira, Janeiro 26, 2010
JCC ATUALIZA O ANUÁRIO COM NOVAS AGÊNCIAS
O Jornal da Comunicação Corporativa publica uma relação complementar de agências de comunicação de todo o Brasil, que será acrescida à edição 2010/2011 do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação. São empresas que acabaram ficando de fora da edição 2009/2010 ou por terem perdido o prazo para o envio das informações ou por lapsos de edição, provocados pelo grande volume de informações e de dados que chegaram à Mega Brasil quando o processo de fechamento já se iniciara. De todo modo, com a relação a seguir, o JCC corrige essas falhas, permitindo que os interessados possam complementar seus bancos de dados.
Fonte: http://www.megabrasil.com/reporter2.asp?id=33
Fonte: http://www.megabrasil.com/reporter2.asp?id=33
BOLSAS PARA TCC - INSCRIÇÕES ABERTAS
BOLSAS PARA TCC - INSCRIÇÕES ABERTAS.
5ª EDIÇÃO
Inscrições de 20/01 a 10/03 de 2010
Acesse: www.informacao.andi.org.br
Um dos períodos de maior desafio para os estudantes de graduação é aquele em que devem construir seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). As monografias finais constituem-se em um importante elemento na formação profissional e intelectual.
Por entender a relevância dessa etapa, a ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância), pelo Programa InFormação, em convênio com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, oferecem bolsas a alunos que pretendam elaborar seus TCC focados na relação entre a Mídia e o tema da violência sexual contra crianças e adolescentes. Realizado desde 2007 pela ANDI, o programa de bolsas seleciona trabalhos relacionados à Comunicação e à agenda social brasileira. A iniciativa também conta com o apoio da Rede ANDI Brasil e do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo.
AS BOLSAS
Serão concedidas 15 (quinze) bolsas de R$ 450,00 mensais (quatrocentos e cinquenta reais por mês), durante 6 (seis) meses, para os(as) estudantes universitários(as) que se comprometerem a realizar seus TCC com foco em:
i. Questões gerais acerca da relação entre a mídia e o tema da violência sexual contra crianças e adolescentes (compreendendo aspectos como o abuso sexual, a exploração sexual e o tráfico de crianças) – 9 bolsas;
ii. O desafio do enfrentamento à violência sexual facilitada pelas novas tecnologias de comunicação e informação (temas como pornografia no ambiente da internet, uso de redes de relacionamento e outras ferramentas que permitem ou facilitam a violência contra crianças e adolescentes) – 2 bolsas;
iii. A questão de gênero e a mídia: investigando as causas da violência sexual contra meninos e meninas – 2 bolsas;
iv. Boas práticas no enfrentamento à violência sexual: o papel estratégico da comunicação – 2 bolsas.
QUEM PODE PARTICIPAR
Podem concorrer às bolsas estudantes de graduação de quaisquer instituições de ensino superior brasileiras [o Programa não está restrito a estudantes de Jornalismo ou Comunicação] que estejam sediadas nas seguintes unidades da federação: BA, CE, DF, MA, MS, MG, PR, PE, RJ, SP e SE.
PROJETOS
Para concorrer a uma das bolsas ofertadas, o candidato deve preparar, com o auxílio de um professor orientador, um projeto de TCC de acordo com os parâmetros definidos no Edital (acesse o Edital aqui). Serão escolhidos trabalhos que venham a ser produzidos e defendidos até 31/08/2010.
INSCRIÇÕES
As inscrições para o Programa de Bolsas para TCC ocorrerão de 20/01 a 10/03/10. É necessário realizar uma pré-inscrição online, no sítio do Programa InFormação (www.informacao.andi.org.br). Posteriormente, deve-se enviar à Coordenação de Relações Acadêmicas da ANDI, até o dia 12/03 de 2010 (valendo a data de postagem), o projeto conforme as regras definidas no Edital do concurso.
RESULTADOS
Os contemplados serão conhecidos até o dia 22/03/2010, podendo ser antecipado o resultado;
DIVULGAÇÃO
Os(as) bolsistas e orientadores(as) também irão produzir artigos acadêmicos que permitirão divulgação mais ampla dos conhecimentos produzidos. Os textos serão disponibilizados para download e poderão integrar coletâneas;
CONHEÇA O EDITAL
Acesse o Edital de Premiação completo na página eletrônica do Programa InFormação, na seção “Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso”, ou clique aqui.
PARTICIPE!
Realização Convênio
--
InFormação - Programa de Cooperação para Qualificação de Estudantes de Jornalismo
Coordenação de Relações Acadêmicas
ANDI - Agencia de Notícias dos Direitos da Infância
SDS Ed. Boulevard Center, Bl. A, Sl. 106
70391-900 - Brasília - DF - Brasil
Tel: (+55 61) 2102.6535/2102.6537/2102.6547
Fax: (+55 61) 2102.6550
www.andi.org.br
5ª EDIÇÃO
Inscrições de 20/01 a 10/03 de 2010
Acesse: www.informacao.andi.org.br
Um dos períodos de maior desafio para os estudantes de graduação é aquele em que devem construir seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). As monografias finais constituem-se em um importante elemento na formação profissional e intelectual.
Por entender a relevância dessa etapa, a ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância), pelo Programa InFormação, em convênio com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, oferecem bolsas a alunos que pretendam elaborar seus TCC focados na relação entre a Mídia e o tema da violência sexual contra crianças e adolescentes. Realizado desde 2007 pela ANDI, o programa de bolsas seleciona trabalhos relacionados à Comunicação e à agenda social brasileira. A iniciativa também conta com o apoio da Rede ANDI Brasil e do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo.
AS BOLSAS
Serão concedidas 15 (quinze) bolsas de R$ 450,00 mensais (quatrocentos e cinquenta reais por mês), durante 6 (seis) meses, para os(as) estudantes universitários(as) que se comprometerem a realizar seus TCC com foco em:
i. Questões gerais acerca da relação entre a mídia e o tema da violência sexual contra crianças e adolescentes (compreendendo aspectos como o abuso sexual, a exploração sexual e o tráfico de crianças) – 9 bolsas;
ii. O desafio do enfrentamento à violência sexual facilitada pelas novas tecnologias de comunicação e informação (temas como pornografia no ambiente da internet, uso de redes de relacionamento e outras ferramentas que permitem ou facilitam a violência contra crianças e adolescentes) – 2 bolsas;
iii. A questão de gênero e a mídia: investigando as causas da violência sexual contra meninos e meninas – 2 bolsas;
iv. Boas práticas no enfrentamento à violência sexual: o papel estratégico da comunicação – 2 bolsas.
QUEM PODE PARTICIPAR
Podem concorrer às bolsas estudantes de graduação de quaisquer instituições de ensino superior brasileiras [o Programa não está restrito a estudantes de Jornalismo ou Comunicação] que estejam sediadas nas seguintes unidades da federação: BA, CE, DF, MA, MS, MG, PR, PE, RJ, SP e SE.
PROJETOS
Para concorrer a uma das bolsas ofertadas, o candidato deve preparar, com o auxílio de um professor orientador, um projeto de TCC de acordo com os parâmetros definidos no Edital (acesse o Edital aqui). Serão escolhidos trabalhos que venham a ser produzidos e defendidos até 31/08/2010.
INSCRIÇÕES
As inscrições para o Programa de Bolsas para TCC ocorrerão de 20/01 a 10/03/10. É necessário realizar uma pré-inscrição online, no sítio do Programa InFormação (www.informacao.andi.org.br). Posteriormente, deve-se enviar à Coordenação de Relações Acadêmicas da ANDI, até o dia 12/03 de 2010 (valendo a data de postagem), o projeto conforme as regras definidas no Edital do concurso.
RESULTADOS
Os contemplados serão conhecidos até o dia 22/03/2010, podendo ser antecipado o resultado;
DIVULGAÇÃO
Os(as) bolsistas e orientadores(as) também irão produzir artigos acadêmicos que permitirão divulgação mais ampla dos conhecimentos produzidos. Os textos serão disponibilizados para download e poderão integrar coletâneas;
CONHEÇA O EDITAL
Acesse o Edital de Premiação completo na página eletrônica do Programa InFormação, na seção “Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso”, ou clique aqui.
PARTICIPE!
Realização Convênio
--
InFormação - Programa de Cooperação para Qualificação de Estudantes de Jornalismo
Coordenação de Relações Acadêmicas
ANDI - Agencia de Notícias dos Direitos da Infância
SDS Ed. Boulevard Center, Bl. A, Sl. 106
70391-900 - Brasília - DF - Brasil
Tel: (+55 61) 2102.6535/2102.6537/2102.6547
Fax: (+55 61) 2102.6550
www.andi.org.br
TWITTER: UMA IMPORTANTE FERRAMENTA PARA OS JORNALISTAS
Como explorar o Twitter para a cobertura instantânea dos fatos
O curso, exclusivo aos jornalistas, abordará o conceito e os casos de sucesso da Rede Social que mais cresce no Brasil e no Mundo, o Twitter. O Twitter pode ser mais uma ferramenta para os jornalistas que se preocupam com a cobertura dos fatos em tempo real.
*Data: *11 de fevereiro*
Local:* Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Rua Boa Vista, 51 - 11º andar - Auditório*
Inscrições: *pelos e-mails* **gugirotto@tamer.com.br* e
*elisa@tamer.com.br* ou pelo telefone* *(11) 3031-2388
*Programação:*
*| 8h30*
Credenciamento e welcome coffee
*| 9h00*
Abertura
*| 9h10*
Twitter para Jornalistas
Martha Gabriel - Diretora de Tecnologia da NMD New Media Developers, recebeu 11 prêmios iBest como produtora da web
*| 10h40*
Coffee break
*| 11h*
Case do Diário do Comércio e Museu da Corrupção sobre o uso do Twitter Regiane Bochichi e Luiz Octavio - Diário do Comércio
*| 11h30*
Case da INFO no Twitter
Débora Fortes - Diretora de Redação da INFO
*| 11h50*
Debate com a presença de:
Martha Gabriel, Débora Fortes, Regiane Bochichi e Luiz Octavio.
Moderadora: Sandra Turchi - superintendente de Marketing da ACSP
*O que é o Curso para Jornalistas da ACSP?*
O objetivo do curso é debater com os jornalistas os temas que estejam em evidência, com especialista da própria instituição e do mercado. A ACSP já realizou outros eventos para a imprensa e continuará investindo nessa dinâmica de total interatividade.
O curso, exclusivo aos jornalistas, abordará o conceito e os casos de sucesso da Rede Social que mais cresce no Brasil e no Mundo, o Twitter. O Twitter pode ser mais uma ferramenta para os jornalistas que se preocupam com a cobertura dos fatos em tempo real.
*Data: *11 de fevereiro*
Local:* Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Rua Boa Vista, 51 - 11º andar - Auditório*
Inscrições: *pelos e-mails* **gugirotto@tamer.com.br*
*elisa@tamer.com.br*
*Programação:*
*| 8h30*
Credenciamento e welcome coffee
*| 9h00*
Abertura
*| 9h10*
Twitter para Jornalistas
Martha Gabriel - Diretora de Tecnologia da NMD New Media Developers, recebeu 11 prêmios iBest como produtora da web
*| 10h40*
Coffee break
*| 11h*
Case do Diário do Comércio e Museu da Corrupção sobre o uso do Twitter Regiane Bochichi e Luiz Octavio - Diário do Comércio
*| 11h30*
Case da INFO no Twitter
Débora Fortes - Diretora de Redação da INFO
*| 11h50*
Debate com a presença de:
Martha Gabriel, Débora Fortes, Regiane Bochichi e Luiz Octavio.
Moderadora: Sandra Turchi - superintendente de Marketing da ACSP
*O que é o Curso para Jornalistas da ACSP?*
O objetivo do curso é debater com os jornalistas os temas que estejam em evidência, com especialista da própria instituição e do mercado. A ACSP já realizou outros eventos para a imprensa e continuará investindo nessa dinâmica de total interatividade.
Segunda-feira, Janeiro 25, 2010
CONFERÊNCIA APRESENTA CASES INÉDITOS DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA
Empresas que são referência no uso da Comunicação organizacional apresentarão suas experiências nos dias 13 a 15 de abril de 2010 em São Paulo/SP. A comunicação corporativa já assumiu papel estratégico nas organizações, mas além disso, ela deve estar à frente de questões relacionadas a gestão de pessoas, desenvolvimento de novos produtos e, especialmente, aos objetivos da empresa com seus diversos públicos, compartilhando com outras áreas – chave os rumos da estratégia empresarial.
Entre outras palestras, workshops e um painel de discussão, o evento conta com Pedro Luiz Dias, Diretor de Comunicação da General Motors Brasil, e Cida Cunha, Gerente de Comunicação & Ambiente Organizacional da Embratel, palestrando respectivamente sobre: Comunicação: Práticas, compromissos e resultados e a comunicação interna mobilizando os funcionários em torno de causas comuns, estimulando um clima favorável para o entendimento do negócio e ajudando a fortalecer a marca. Stela Lachtermacher, Mestre em Comunicação da Anhembi Morumbi, falará no workshop sobre as mídias digitais na comunicação corporativa para monitorar sua marca e manter um bom relacionamento com os consumidores.
Vai ser no Hotel Quality Moema, São Paulo e mais informações podem ser obtidas pelo http://tinyurl.com/portmrpnta e ainda no email atendimento@iqpc.com . Indicações do Portal Mundo RP têm 10% de desconto. Basta mencionar o código 18520001PMR ao fazer sua inscrição.
Fonte: Rodrigo Cogo
Entre outras palestras, workshops e um painel de discussão, o evento conta com Pedro Luiz Dias, Diretor de Comunicação da General Motors Brasil, e Cida Cunha, Gerente de Comunicação & Ambiente Organizacional da Embratel, palestrando respectivamente sobre: Comunicação: Práticas, compromissos e resultados e a comunicação interna mobilizando os funcionários em torno de causas comuns, estimulando um clima favorável para o entendimento do negócio e ajudando a fortalecer a marca. Stela Lachtermacher, Mestre em Comunicação da Anhembi Morumbi, falará no workshop sobre as mídias digitais na comunicação corporativa para monitorar sua marca e manter um bom relacionamento com os consumidores.
Vai ser no Hotel Quality Moema, São Paulo e mais informações podem ser obtidas pelo http://tinyurl.com/portmrpnta e ainda no email atendimento@iqpc.com . Indicações do Portal Mundo RP têm 10% de desconto. Basta mencionar o código 18520001PMR ao fazer sua inscrição.
Fonte: Rodrigo Cogo
RECIFE PREPARA-SE PARA RECEBER O 13º ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES DE JORNALISMO
Recife prepara-se para receber o 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo
A Universidade Católica de Pernambuco sediará, de 21 a 23 de abril, o 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ). As inscrições de trabalhos para o evento estão abertas até 1º de março.
O evento realiza-se em um momento histórico do jornalismo brasileiro, seja pela discussão sobre a obrigatoriedade da formação superior, seja pela luta pela regulamentação e formação profissional ou ainda pelo debate sobre as novas diretrizes curriculares. Também será um importante ano para a Universidade Católica de Pernambuco, pois seu curso de Jornalismo, fundado por Luiz Beltrão, um dos mais antigos do País e o primeiro na Região Nordeste, completará, em 2010, 49 anos de
existência, abrindo as comemorações pelos 50 anos.
Os organizadores ressaltam a importância da instituição, pois lá se formou José Marques de Melo, em 1964, e foi realizada uma - a única no Nordeste - das três audiências públicas para debate das novas diretrizes curriculares.
Atividades
O 13º ENPJ contará com diversas atividades, como encontro de coordenadores, conferências, painéis e mesa-redonda, além dos Grupos de Pesquisa (GPs) Atividades de Extensão, coordenado por Sandra de Deus; Ensino de Ética e de Teorias do Jornalismo, por Sérgio Luiz Gadini; Pesquisa na Graduação, por Gerson Luiz Martins; Produção
Laboratorial - Eletrônicos, por Juliano Carvalho; Produção Laboratorial - Impressos, por Josenildo Luiz Guerra; e Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino, por Leonel Aguiar.
As informações sobre os GPS - ementas, trabalhos inscritos nos encontros anteriores, contatos com os coordenadores, entre outras - podem ser acessadas em: http://www.fnpj.org.br/grupos.php.
Os valores das inscrições são R$ 120,00 até 21 de março de 2010; R$130,00 de 22 de março a 1º de abril; e R$ 140,00 de 2 a 15 de abril - não haverá inscrições nos dias de realização do encontro. Sócios do FNPJ em dia com a anuidade 2010 estarão isentos.
Fonte: http://www.intercom.org.br/
A Universidade Católica de Pernambuco sediará, de 21 a 23 de abril, o 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ). As inscrições de trabalhos para o evento estão abertas até 1º de março.
O evento realiza-se em um momento histórico do jornalismo brasileiro, seja pela discussão sobre a obrigatoriedade da formação superior, seja pela luta pela regulamentação e formação profissional ou ainda pelo debate sobre as novas diretrizes curriculares. Também será um importante ano para a Universidade Católica de Pernambuco, pois seu curso de Jornalismo, fundado por Luiz Beltrão, um dos mais antigos do País e o primeiro na Região Nordeste, completará, em 2010, 49 anos de
existência, abrindo as comemorações pelos 50 anos.
Os organizadores ressaltam a importância da instituição, pois lá se formou José Marques de Melo, em 1964, e foi realizada uma - a única no Nordeste - das três audiências públicas para debate das novas diretrizes curriculares.
Atividades
O 13º ENPJ contará com diversas atividades, como encontro de coordenadores, conferências, painéis e mesa-redonda, além dos Grupos de Pesquisa (GPs) Atividades de Extensão, coordenado por Sandra de Deus; Ensino de Ética e de Teorias do Jornalismo, por Sérgio Luiz Gadini; Pesquisa na Graduação, por Gerson Luiz Martins; Produção
Laboratorial - Eletrônicos, por Juliano Carvalho; Produção Laboratorial - Impressos, por Josenildo Luiz Guerra; e Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino, por Leonel Aguiar.
As informações sobre os GPS - ementas, trabalhos inscritos nos encontros anteriores, contatos com os coordenadores, entre outras - podem ser acessadas em: http://www.fnpj.org.br/grupos.php.
Os valores das inscrições são R$ 120,00 até 21 de março de 2010; R$130,00 de 22 de março a 1º de abril; e R$ 140,00 de 2 a 15 de abril - não haverá inscrições nos dias de realização do encontro. Sócios do FNPJ em dia com a anuidade 2010 estarão isentos.
Fonte: http://www.intercom.org.br/
Terça-feira, Janeiro 19, 2010
O PHOTOSHOP E A LEI DE DIREITO AUTORAL
Fotógrafos americanos estão pressionando as principais editoras de revistas dos Estados Unidos para que estas, ao publicarem suas fotos comprometam-se a divulgar se a imagem foi, ou não, alterada via photoshop. Essa exigência, que pode se tornar lei, nos Estados Unidos, é decorrência direta de dois escândalos ocorridos no final do ano passado.
O primeiro envolveu a foto da campanha publicitária da marca Ralph Lauren, onde o quadril da modelo que fez a campanha foi de tal forma reduzido, via photoshop, que causou indignação mundial por ser biologicamente impossível e por induzir o público feminino a um padrão de beleza inatingível. O segundo escândalo envolveu a foto da capa da revista W, com a atriz Demi Moore, que teve sua foto totalmente alterada e retocada de tal forma que a tornou incrivelmente jovem para os seus 46 anos de idade.
Em nosso país, a Lei de Direito Autoral, Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, é muito clara quanto a essa questão e em dois artigos. O artigo 24, diz expressamente que: “São direitos morais do autor IV - o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra; e V - o de modificar a obra, antes ou depois de utilizada”.
Já o artigo 79, determina que “o autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda, observadas as restrições à exposição, reprodução e venda de retratos, e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada, se de artes plásticas protegidas. Parágrafo 1º. A fotografia, quando utilizada por terceiros, indicará de forma legível o nome do seu autor. Parágrafo 2º. É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original, salvo prévia autorização do autor”.
Ou seja, caso ocorra a alteração de uma fotografia sem a autorização expressa de seu criador, pode este ajuizar uma ação de indenização por dano moral contra o autor da alteração de sua obra e assim garantir os seus direitos morais. Mas apesar de a legislação brasileira preservar os direitos dos fotógrafos brasileiros quanto à integridade de suas obras, há mais de uma década, ainda, são raras as ações de indenização por danos morais em nosso sistema judiciário.
Enquanto o Brasil ainda engatinha em termos de reivindicações dos direitos de autor, assistimos ansiosos as mudanças que se fazem presente nos Estados Unidos e que certamente vão resvalar na legislação nacional.
Por Paulo Roberto Visani Rossi
Fonte: http://www.conjur.com.br/2010-jan-10/milagres-photoshop-lei-direito-autoral-brasileira
O primeiro envolveu a foto da campanha publicitária da marca Ralph Lauren, onde o quadril da modelo que fez a campanha foi de tal forma reduzido, via photoshop, que causou indignação mundial por ser biologicamente impossível e por induzir o público feminino a um padrão de beleza inatingível. O segundo escândalo envolveu a foto da capa da revista W, com a atriz Demi Moore, que teve sua foto totalmente alterada e retocada de tal forma que a tornou incrivelmente jovem para os seus 46 anos de idade.
Em nosso país, a Lei de Direito Autoral, Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, é muito clara quanto a essa questão e em dois artigos. O artigo 24, diz expressamente que: “São direitos morais do autor IV - o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra; e V - o de modificar a obra, antes ou depois de utilizada”.
Já o artigo 79, determina que “o autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda, observadas as restrições à exposição, reprodução e venda de retratos, e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada, se de artes plásticas protegidas. Parágrafo 1º. A fotografia, quando utilizada por terceiros, indicará de forma legível o nome do seu autor. Parágrafo 2º. É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original, salvo prévia autorização do autor”.
Ou seja, caso ocorra a alteração de uma fotografia sem a autorização expressa de seu criador, pode este ajuizar uma ação de indenização por dano moral contra o autor da alteração de sua obra e assim garantir os seus direitos morais. Mas apesar de a legislação brasileira preservar os direitos dos fotógrafos brasileiros quanto à integridade de suas obras, há mais de uma década, ainda, são raras as ações de indenização por danos morais em nosso sistema judiciário.
Enquanto o Brasil ainda engatinha em termos de reivindicações dos direitos de autor, assistimos ansiosos as mudanças que se fazem presente nos Estados Unidos e que certamente vão resvalar na legislação nacional.
Por Paulo Roberto Visani Rossi
Fonte: http://www.conjur.com.br/2010-jan-10/milagres-photoshop-lei-direito-autoral-brasileira
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE COMUNICAÇÃO E CULTURA RECEBE INSCRIÇÕES
Terceira edição do evento acontece em São Paulo de 29 a 31 de março
O Memorial da América Latina recebe, de 29 a 31 de março, o III Simpósio Internacional de Comunicação e Cultura na América Latina. O evento, cujo tema de 2010 é "integrar para além do mercado", vai discutir aspectos culturais da área.
O evento se inicia com uma conferência de abertura, intitulada "Perspectivas de integração da América Latina", proferida Por Margarita Lopes Maya (Universidade central da Venezuela) e o Prof. Dr. Emir Sader (UERJ). Nos dois dias subseqüentes, o simpósio conta com mesas-redondas e três grupos de trabalho.
As inscrições com apresentação de trabalho vão até o dia 13 de fevereiro.
Para maiores informações sobre o evento, acesse o site: http://www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio/
Mais informações pelo telefone (11) 3091-4327 ou email simposiocelacc@gmail.com
Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/
O Memorial da América Latina recebe, de 29 a 31 de março, o III Simpósio Internacional de Comunicação e Cultura na América Latina. O evento, cujo tema de 2010 é "integrar para além do mercado", vai discutir aspectos culturais da área.
O evento se inicia com uma conferência de abertura, intitulada "Perspectivas de integração da América Latina", proferida Por Margarita Lopes Maya (Universidade central da Venezuela) e o Prof. Dr. Emir Sader (UERJ). Nos dois dias subseqüentes, o simpósio conta com mesas-redondas e três grupos de trabalho.
As inscrições com apresentação de trabalho vão até o dia 13 de fevereiro.
Para maiores informações sobre o evento, acesse o site: http://www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio/
Mais informações pelo telefone (11) 3091-4327 ou email simposiocelacc@gmail.com
Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/
TWITTER E REDES SOCIAIS EXIGEM CUIDADOS REDOBRADOS DE APURAÇÃO
Cada vez mais frequente em matérias e reportagens, o uso do Twitter e das redes sociais pode tanto ser um aliado, como um inimigo do jornalista. Para especialistas em mídias digitais, o cuidado na apuração com o uso dessas ferramentas deve ser reforçado.
“Temos que manter cuidado de sempre, mas o jornalista que trabalha na internet tem que ser ainda mais precavido”, afirma Tiago Dória, jornalista e blogueiro do IG, especialista em mídias digitais. Para ele, veículos como o caderno Link do Estadão e CNN, dominam o uso do microblog como ferramenta de informação. “Eles fazem apuração, contato com a fonte e internautas e cobertura ao vivo”, destaca.
Bruno Rodrigues, especialista em webwriting e consultor da Petrobras, vê que a web 2.0 impôs alguns desafios aos jornalistas. “Antes os jornalistas procuravam por fontes confiáveis, reconhecidas no mercado, mas quando surgiu a web 2.0 apareceram também os ‘super jornalistas’, blogs e páginas na internet. Mas o conselho é sempre procurar uma fonte reconhecida no mercado e levar em conta a premissa do jornalismo, a apuração”.
Fakes e informações falsas
O caso de fakes no Twitter já chegou a incomodar até o Ministério Público, que investigou se Suzane von Richthofen, presa pelo assassinato dos pais, havia criado uma conta na rede, já que o nome e foto dela constavam no microblog. Após investigação, foi constatado que o perfil era falso.
Por causa do grande número de fakes, o Twitter passou a disponibilizar um selo de autenticidade para usuários famosos, após comprovar a identidade do perfil. O selo “Verified Account” está disponível em algumas páginas de celebridades nos Estados Unidos. No Brasil, alguns famosos contam com o selo, como Marcelo Tas, Willian Bonner e Luciano Huck.
O pesquisador Juliano Spyer, autor dos livros “Conectado” e “Tudo o que Você Precisa Saber sobre Twitter (Já Aprendeu em uma Mesa de Bar)”, dá algumas dicas para identificar as informações e fontes confiáveis na rede. “É importante ver quem esta pessoa (fonte) está seguindo, quem a segue, se tem um vínculo social com a pessoa que segue e que tipos de mensagens a pessoa deixa”. Spyer diz que os perfis falsos, conhecidos como fakes, têm algumas características particulares, com uma agenda definida, orientada por temas humorísticos ou políticos.
Para ele, o mundo virtual tem muito a ver com os relacionamentos pessoais. “Se eu tenho dúvida, esclareço com meus amigos para ver se a mensagem chegou de uma fonte confiável. Mas se você segue muita gente que não conhece, você pode acabar confiando em uma informação falsa. É como ser amigo de todo mundo”, adverte.
Nesta semana, um caso que gerou repercussão na web foi a dareportagem da rádio Jovem Pan AM/SP, que se baseou em perfil falso da apresentadora Hebe Camargo.
Sobre o incidente, o pesquisador diz que também já se viu "enganado" pela rede. “Já passei pra frente uma mensagem de um spam acreditando que era verdadeira. Acontece quando a pessoa não está acostumada com os sinais sociais dessa rede”, conclui.
Por Izabela Vasconcelos, de São Paulo
Fonte: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D54727%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D144870061924%26fnt%3Dfntnl
“Temos que manter cuidado de sempre, mas o jornalista que trabalha na internet tem que ser ainda mais precavido”, afirma Tiago Dória, jornalista e blogueiro do IG, especialista em mídias digitais. Para ele, veículos como o caderno Link do Estadão e CNN, dominam o uso do microblog como ferramenta de informação. “Eles fazem apuração, contato com a fonte e internautas e cobertura ao vivo”, destaca.
Bruno Rodrigues, especialista em webwriting e consultor da Petrobras, vê que a web 2.0 impôs alguns desafios aos jornalistas. “Antes os jornalistas procuravam por fontes confiáveis, reconhecidas no mercado, mas quando surgiu a web 2.0 apareceram também os ‘super jornalistas’, blogs e páginas na internet. Mas o conselho é sempre procurar uma fonte reconhecida no mercado e levar em conta a premissa do jornalismo, a apuração”.
Fakes e informações falsas
O caso de fakes no Twitter já chegou a incomodar até o Ministério Público, que investigou se Suzane von Richthofen, presa pelo assassinato dos pais, havia criado uma conta na rede, já que o nome e foto dela constavam no microblog. Após investigação, foi constatado que o perfil era falso.
Por causa do grande número de fakes, o Twitter passou a disponibilizar um selo de autenticidade para usuários famosos, após comprovar a identidade do perfil. O selo “Verified Account” está disponível em algumas páginas de celebridades nos Estados Unidos. No Brasil, alguns famosos contam com o selo, como Marcelo Tas, Willian Bonner e Luciano Huck.
O pesquisador Juliano Spyer, autor dos livros “Conectado” e “Tudo o que Você Precisa Saber sobre Twitter (Já Aprendeu em uma Mesa de Bar)”, dá algumas dicas para identificar as informações e fontes confiáveis na rede. “É importante ver quem esta pessoa (fonte) está seguindo, quem a segue, se tem um vínculo social com a pessoa que segue e que tipos de mensagens a pessoa deixa”. Spyer diz que os perfis falsos, conhecidos como fakes, têm algumas características particulares, com uma agenda definida, orientada por temas humorísticos ou políticos.
Para ele, o mundo virtual tem muito a ver com os relacionamentos pessoais. “Se eu tenho dúvida, esclareço com meus amigos para ver se a mensagem chegou de uma fonte confiável. Mas se você segue muita gente que não conhece, você pode acabar confiando em uma informação falsa. É como ser amigo de todo mundo”, adverte.
Nesta semana, um caso que gerou repercussão na web foi a dareportagem da rádio Jovem Pan AM/SP, que se baseou em perfil falso da apresentadora Hebe Camargo.
Sobre o incidente, o pesquisador diz que também já se viu "enganado" pela rede. “Já passei pra frente uma mensagem de um spam acreditando que era verdadeira. Acontece quando a pessoa não está acostumada com os sinais sociais dessa rede”, conclui.
Por Izabela Vasconcelos, de São Paulo
Fonte: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D54727%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D144870061924%26fnt%3Dfntnl
Segunda-feira, Janeiro 18, 2010
NUNCA DIGA
"Nunca diga às pessoas como fazer as coisas. Diga-lhes o que deve ser feito e elas surpreenderão você com sua engenhosidade."
George Patton
George Patton
JORNAIS PUBLICAM POR ENGANO FOTO FALSA DO HAITI ENVIADA POR AGENCIAS
Veja
http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog1.php/2010/01/16/jornais-publicam-por-engano-foto-falsa-do-haiti-enviada-por-agencias
http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog1.php/2010/01/16/jornais-publicam-por-engano-foto-falsa-do-haiti-enviada-por-agencias
BORIS CASOY E BAND SÃO ALVOS DE PROTESTOS E AÇÕES JUDICIAIS
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo solidarizou-se com os trabalhadores atingidos pela polêmica declaração do âncora do Jornal da Band, Boris Casoy, sobre o trabalho dos garis. O caso ganhou novos contornos com três ações judiciais impetradas por entidades representativas dos trabalhadores em asseio e conservação. E na internet circula a campanha "Fora Casoy", que pede, também, um posicionamento oficial da emissora.
No dia 31 de dezembro, no intervalo do Jornal da Band, após a veiculação de uma manifestação de garis desejando feliz ano novo, Casoy declarou, sem saber que seu microfone estava aberto, "que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros... O mais baixo da escala de trabalho". No dia seguinte, após as primeiras repercussões de sua manifestação, pediu desculpas publicamente no telejornal.
Já no primeiro dia útil de 2010, segunda-feira (04/01), o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco) entregou na emissora uma manifestação de repúdio a Boris Casoy e rejeitando o pedido de desculpas do apresentador. Para a entidade, ao manifestar o que pensa, Casoy reforçou o preconceito existente na sociedade contra os trabalhadores em serviços de limpeza.
No dia 7 de janeiro, juntamente com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes (Fenascom), o Siemaco anunciou o ingresso, na justiça, com ações de reparação civil e de indenização por danos morais contra o apresentador e a empresa, além de uma específica contra Casoy por crime de preconceito.
Circula na internet uma petição contra Casoy e pedindo um posicionamento oficial da Band sobre o caso, acompanhada da reprodução da desastrosa e preconceituosa declaração sobre o trabalho dos garis.
André Freire, diretor do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, conta que a entidade vem recebendo diversos e-mails de reclamação contra a manifestação de Boris Casoy, que não é filiado ao Sindicato. "Mas não houve, até o momento, nenhum pedido para acionar a Comissão de Ética dos Jornalistas que, se for provocada, deverá analisar o caso", disse. A direção do Sindicato dos Jornalistas solidarizou-se com os garis diretamente envolvidos no caso e com a categoria profissional dos trabalhadores em limpeza e conservação.
Fonte: Fenaj
No dia 31 de dezembro, no intervalo do Jornal da Band, após a veiculação de uma manifestação de garis desejando feliz ano novo, Casoy declarou, sem saber que seu microfone estava aberto, "que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros... O mais baixo da escala de trabalho". No dia seguinte, após as primeiras repercussões de sua manifestação, pediu desculpas publicamente no telejornal.
Já no primeiro dia útil de 2010, segunda-feira (04/01), o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco) entregou na emissora uma manifestação de repúdio a Boris Casoy e rejeitando o pedido de desculpas do apresentador. Para a entidade, ao manifestar o que pensa, Casoy reforçou o preconceito existente na sociedade contra os trabalhadores em serviços de limpeza.
No dia 7 de janeiro, juntamente com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes (Fenascom), o Siemaco anunciou o ingresso, na justiça, com ações de reparação civil e de indenização por danos morais contra o apresentador e a empresa, além de uma específica contra Casoy por crime de preconceito.
Circula na internet uma petição contra Casoy e pedindo um posicionamento oficial da Band sobre o caso, acompanhada da reprodução da desastrosa e preconceituosa declaração sobre o trabalho dos garis.
André Freire, diretor do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, conta que a entidade vem recebendo diversos e-mails de reclamação contra a manifestação de Boris Casoy, que não é filiado ao Sindicato. "Mas não houve, até o momento, nenhum pedido para acionar a Comissão de Ética dos Jornalistas que, se for provocada, deverá analisar o caso", disse. A direção do Sindicato dos Jornalistas solidarizou-se com os garis diretamente envolvidos no caso e com a categoria profissional dos trabalhadores em limpeza e conservação.
Fonte: Fenaj
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DAS REDES SOCIAIS
Criada junto da CI-CI 2010 (Conferência Internacional de Cidades Inovadoras)estão abertas as inscrições para a CIRS (Conferência Internacional sobre Redes Sociais), saiba mais aqui, PARTICIPE e divulgue (não há outra forma de divulgação a não ser pela própria rede, por isso esse email faz parte da minha contribuição).
Todas as infos aqui:
http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia
Das Cidades Inovadoras 2010, aqui: http://www.cici2010.org.br/
Fonte: Laura Fostinone
Todas as infos aqui:
http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia
Das Cidades Inovadoras 2010, aqui: http://www.cici2010.org.br/
Fonte: Laura Fostinone
DEGRAUS MUSICAIS' FAZEM SUECOS ABRIREM MÃO DE ESCADA ROLANTE
Você também se aborrece quando alguém pega o elevador para subir ou descer apenas um andar? Além de uma inaceitável demonstração de preguiça, essa atitude atrasa a vida das outras pessoas que estão usando o elevador, gera um gasto de energia desnecessário para a empresa/prédio e prejudica o planeta com uma ação nada ecológica.
Usar escadas rolantes que estão ao lado de escadas normais não é a mesma coisa, claro. Mas também não precisava ser um hábito generalizado. Afinal de contas, um pouco de exercício físico é sempre bom pro corpo e pra mente e aquelas escadas que sobem sozinhas também consomem energia.
Mas e aí? Como incentivar as pessoas a utilizar a escada normal e deixar de lado a comodidade do automatismo rolante? Será possível influenciar um comportamento mais saudável fazendo com que ações que exigem maior esforço físico sejam de alguma forma... divertidas?
É isso que defende a "Fun Theory", que para provar sua tese fez uma curiosa intervenção numa estação de metrô em Estocolmo, na Suécia. Confira abaixo
Fonte: Carlos Moreira
Usar escadas rolantes que estão ao lado de escadas normais não é a mesma coisa, claro. Mas também não precisava ser um hábito generalizado. Afinal de contas, um pouco de exercício físico é sempre bom pro corpo e pra mente e aquelas escadas que sobem sozinhas também consomem energia.
Mas e aí? Como incentivar as pessoas a utilizar a escada normal e deixar de lado a comodidade do automatismo rolante? Será possível influenciar um comportamento mais saudável fazendo com que ações que exigem maior esforço físico sejam de alguma forma... divertidas?
É isso que defende a "Fun Theory", que para provar sua tese fez uma curiosa intervenção numa estação de metrô em Estocolmo, na Suécia. Confira abaixo
Fonte: Carlos Moreira
Segunda-feira, Janeiro 04, 2010
ARTE E INSPIRAÇÃO
"Na arte, a mão nunca conseguirá executar qualquer coisa melhor do que o coração consegue inspirar."
Ralph Waldo Emerson
Ralph Waldo Emerson
UM ANO QUE FICA NA HISTÓRIA DAS LUTAS DOS JORNALISTAS E DA SOCIEDADE BRASILEIRA
Um rápido retrospecto sobre 2009 é suficiente para concluirmos que é um ano que ficará na história das lutas dos jornalistas e da sociedade brasileira. No balanço de perdas e danos, dois retrocessos e um avanço marcaram centralmente este ano na perspectiva da democratização do país. E deixam a certeza de que o enfrentamento coletivo dos problemas que afligem a categoria e a maioria da população é a alternativa para sua superação.
Os jornalistas e o movimento social organizado têm um grande motivo para comemorar. Após três décadas de reivindicações pela democratização da comunicação, o governo federal convocou a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. O protagonismo dos movimentos sociais na percepção desta necessidade estratégica, com ampla mobilização e debates em todo o país asseguraram a realização da 1ª Confecom, mesmo sob o forte boicote e oposição político-ideológico dos grandes veículos de comunicação.
Aqueles que se beneficiaram e se beneficiam com a monopolização dos meios de comunicação e com o cerceamento travestido de defesa das liberdades de expressão e de imprensa sofreram um revés. Foram vencedores os setores que historicamente lutam por transformações profundas no cenário das comunicações no Brasil. Mas a realização da 1ª Confecom foi o 1º round de uma luta que, para se consolidar em uma grande vitória da sociedade, precisa ser traduzido em ações e projetos que assegurem a realização das propostas aprovadas. E, neste sentido, a democratização da comunicação tem que permanecer no centro das lutas democráticas e populares.
Já no plano das derrotas, duas decisões do Supremo Tribunal Federal produziram significativos reflexos no cotidiano das comunicações e da vida nacional: a supressão integral da Lei de Imprensa e o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Em ambos os casos, compete agora ao Congresso Nacional corrigir estes equívocos. Uma nova e democrática Lei de Imprensa é condição sine qua non para a regulação das relações entre os veículos de comunicação, os jornalistas e a sociedade. E a restituição da exigência do diploma é também, condição estratégica para assegurar o direito da sociedade à informação de qualidade.
A FENAJ deseja a todos os jornalistas, apoiadores e colaboradores boas festas e um ótimo ano novo. Em 2010, esperamos que a sociedade brasileira possa colher os resultados de uma proposição histórica dos jornalistas, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Que a categoria avance na sua organização e na defesa da regulamentação, em especial resgatando a formação universitária como critério de acesso democrático à profissão.
Em 2010 a Federação Nacional dos Jornalistas continuará junto com vocês nas boas lutas pela democracia no Jornalismo, na Comunicação, no Brasil e no mundo.
Diretoria da FENAJ
Fonte: FENAJ
Os jornalistas e o movimento social organizado têm um grande motivo para comemorar. Após três décadas de reivindicações pela democratização da comunicação, o governo federal convocou a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. O protagonismo dos movimentos sociais na percepção desta necessidade estratégica, com ampla mobilização e debates em todo o país asseguraram a realização da 1ª Confecom, mesmo sob o forte boicote e oposição político-ideológico dos grandes veículos de comunicação.
Aqueles que se beneficiaram e se beneficiam com a monopolização dos meios de comunicação e com o cerceamento travestido de defesa das liberdades de expressão e de imprensa sofreram um revés. Foram vencedores os setores que historicamente lutam por transformações profundas no cenário das comunicações no Brasil. Mas a realização da 1ª Confecom foi o 1º round de uma luta que, para se consolidar em uma grande vitória da sociedade, precisa ser traduzido em ações e projetos que assegurem a realização das propostas aprovadas. E, neste sentido, a democratização da comunicação tem que permanecer no centro das lutas democráticas e populares.
Já no plano das derrotas, duas decisões do Supremo Tribunal Federal produziram significativos reflexos no cotidiano das comunicações e da vida nacional: a supressão integral da Lei de Imprensa e o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Em ambos os casos, compete agora ao Congresso Nacional corrigir estes equívocos. Uma nova e democrática Lei de Imprensa é condição sine qua non para a regulação das relações entre os veículos de comunicação, os jornalistas e a sociedade. E a restituição da exigência do diploma é também, condição estratégica para assegurar o direito da sociedade à informação de qualidade.
A FENAJ deseja a todos os jornalistas, apoiadores e colaboradores boas festas e um ótimo ano novo. Em 2010, esperamos que a sociedade brasileira possa colher os resultados de uma proposição histórica dos jornalistas, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Que a categoria avance na sua organização e na defesa da regulamentação, em especial resgatando a formação universitária como critério de acesso democrático à profissão.
Em 2010 a Federação Nacional dos Jornalistas continuará junto com vocês nas boas lutas pela democracia no Jornalismo, na Comunicação, no Brasil e no mundo.
Diretoria da FENAJ
Fonte: FENAJ
Quarta-feira, Dezembro 09, 2009
CURSO DE EXTENSÃO GESTÃO DE MARCAS/BRANDING NA FACHA-RJ
Com uma bagagem de 25 anos no mercado, o diretor de arte e designer gráfico, Beto Lima é o professor do curso de extensão "Gestão de Marcas/Branding", oferecido pela Facha-Rio. As aulas começam no dia 11 de janeiro e terminam no dia 25 de janeiro, 10 aulas de segunda à sexta de 19:00 às 22:00h.
O curso tem como objetivo transmitir os princípios fundamentais para a construção de marcas, do papel dos profissionais da criação e da comunicação no gerenciamento estratégico de marcas e campanhas.
Estudantes e profissionais de design, marketing, publicidade e propaganda formam o público-alvo principal. É fundamental que possuam conhecimentos básicos dos softwares Corel Draw e Photoshop.
A carga horária é de 30 horas.
As aulas serão na Rua Muniz Barreto, 51 - Botafogo/Rio de janeiro
Beto Lima trabalhou nas agências Slogan/Porto e EURORSCG Design/Lisboa, como diretor de arte e designer gráfico.
Cursou o mestrado em design na ESDI/UERJ em 2007/2009.
Informações
Tel:(21) 21023220 / 21023233 / 21023232 /21023240
extensao@facha.edu.br
http://www.facha.edu.br
Fonte: Beto Lima
O curso tem como objetivo transmitir os princípios fundamentais para a construção de marcas, do papel dos profissionais da criação e da comunicação no gerenciamento estratégico de marcas e campanhas.
Estudantes e profissionais de design, marketing, publicidade e propaganda formam o público-alvo principal. É fundamental que possuam conhecimentos básicos dos softwares Corel Draw e Photoshop.
A carga horária é de 30 horas.
As aulas serão na Rua Muniz Barreto, 51 - Botafogo/Rio de janeiro
Beto Lima trabalhou nas agências Slogan/Porto e EURORSCG Design/Lisboa, como diretor de arte e designer gráfico.
Cursou o mestrado em design na ESDI/UERJ em 2007/2009.
Informações
Tel:(21) 21023220 / 21023233 / 21023232 /21023240
extensao@facha.edu.br
http://www.facha.edu.br
Fonte: Beto Lima
Quarta-feira, Novembro 25, 2009
CRESCE O PERCENTUAL DE TVS DESLIGADAS NO HORARIO NOBRE - ALGUMA COISA MUDOU?
Na 1a metade de novembro, na Grande Sao Paulo, a taxa de TVs desligadas no horário nobre foi de 55%. outubro, 57%. setembro, 60%. Os números sao semelhantes, por todo o país. Ricardo Feltrin, na coluna Ooops, postou que "a justificativa nas emissoras é que, no calor, as pessoas preferem passear ao ar livre ou saborear um suco ou uma cervejinha" :- ). Sílvia Corrêa, na coluna Outro Canal, sob o título 'TVs desligadas sao recorde', anota que "a notícia é péssima para emissoras e anunciantes". Via Toda Midia.
Por Blue Bus
Fonte: http://www.bluebus.com.br/show/2/93597/cresce_o_percentual_de_tvs_desligadas_no_horario_nobre_alguma_coisa_mudou
Por Blue Bus
Fonte: http://www.bluebus.com.br/show/2/93597/cresce_o_percentual_de_tvs_desligadas_no_horario_nobre_alguma_coisa_mudou
3º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CULTURA E COMUNICAÇÃO NA AMÉRICA LATINA
De 29/3/2010 a 31/3/2010
Faltam 124 dias para o início do evento. Duração: 3 dias
Agência FAPESP
O 3º Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina – “Integrar para além do mercado” será realizado entre os dias 29 e 31 de março de 2010, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
O evento, organizado pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc), tem o objetivo de reunir pesquisadores, docentes, estudantes e acadêmicos em geral, para discutir as perspectivas de integração da América Latina no âmbito da cultura e comunicação.
A conferência inaugural, sobre o tema “Perspectivas de Integração da América Latina”, reunirá Margarita Lopez Maya, da Universidade Central da Venezuela, e Emir Sader, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), sob a coordenação de Nazareth Ferreira, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.
A programação inclui grupos de trabalho sobre os temas “América Latina, Globalização e Cultura”, “Indústria Cultural na América Latina e Políticas Culturais” e “Experiências de Mídia Alternativa e Cultura na América Latina”, além de mesas-redondas sobre temas como “Produção Cultural - O Papel do Estado e Ação do Capital” e “Mídia e Culturas Alternativas”, com participação de especialistas de vários países e instituições.
De acordo com os organizadores, o avanço das discussões no contexto da geopolítica regional da integração do continente demanda o aprofundamento dessa temática, tendo em vista incentivar mudanças no cenário das indústrias culturais continentais, influenciar as políticas culturais na região e aumentar a visibilidade da temática da diversidade cultural.
A Fundação Memorial da América Latina, a Television América Latina e o Programa Integração da América Latina (Prolam) da USP participam também da organização do simpósio.
Fonte e demais informações: www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio
Faltam 124 dias para o início do evento. Duração: 3 dias
Agência FAPESP
O 3º Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina – “Integrar para além do mercado” será realizado entre os dias 29 e 31 de março de 2010, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
O evento, organizado pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc), tem o objetivo de reunir pesquisadores, docentes, estudantes e acadêmicos em geral, para discutir as perspectivas de integração da América Latina no âmbito da cultura e comunicação.
A conferência inaugural, sobre o tema “Perspectivas de Integração da América Latina”, reunirá Margarita Lopez Maya, da Universidade Central da Venezuela, e Emir Sader, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), sob a coordenação de Nazareth Ferreira, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.
A programação inclui grupos de trabalho sobre os temas “América Latina, Globalização e Cultura”, “Indústria Cultural na América Latina e Políticas Culturais” e “Experiências de Mídia Alternativa e Cultura na América Latina”, além de mesas-redondas sobre temas como “Produção Cultural - O Papel do Estado e Ação do Capital” e “Mídia e Culturas Alternativas”, com participação de especialistas de vários países e instituições.
De acordo com os organizadores, o avanço das discussões no contexto da geopolítica regional da integração do continente demanda o aprofundamento dessa temática, tendo em vista incentivar mudanças no cenário das indústrias culturais continentais, influenciar as políticas culturais na região e aumentar a visibilidade da temática da diversidade cultural.
A Fundação Memorial da América Latina, a Television América Latina e o Programa Integração da América Latina (Prolam) da USP participam também da organização do simpósio.
Fonte e demais informações: www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio
ADVERSIDADE
“O valor da adversidade está em ser um impedimento temporário, que convida ao fortalecimento do caráter.”
do livro I Ching, um clássico da literatura chinesa
do livro I Ching, um clássico da literatura chinesa
EXPOSIÇÃO TRAÇA RETROSPECTIVA DA HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA FRANCESA
http://focusfoto.com.br/forum/index.php?topic=35.0
Fonte: Enio L
Fonte: Enio L
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
CONFERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO: AS 7 PROPOSTAS DAS CENTRAIS SINDICAIS
Dezenas de jornalistas, assessores de imprensa e sindicalistas participaram nesta quarta-feira (21), na sede da UGT, em São Paulo, do Seminário Nacional de Comunicação das Centrais Sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, UGT, CGTB e NCST). O evento formalizou uma pauta unificada, dos trabalhadores para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que será realizada entre os dias 14 a 17 de dezembro, em Brasília.
Participaram dos debates cerca de 40 sindicalistas, além de entidades ligadas à democratização da mídia. O principal fruto do seminário foi um acordo de ação conjunta. Na Confecom, todas as centrais vão defender uma mesma agenda de lutas, com sete propostas:
1. Fortalecer a rede pública de comunicação;
2. Estabelecer um novo marco regulatório para o setor;
3. Fortalecer as rádios e TVs comunitárias e combater a repressão do Estado a essas mídias;
4. Ampliar e massificar a inclusão digital, com banda larga para todos;
5. Fixar novos critérios para a publicidade oficial;
6. Elaborar novas formas de concessão pública;
7. Exercer controle social.
Antes das exposições, o jornalista Altamiro Borges, o Miro, editor do Vermelho e autor do livro A Ditadura da Mídia, fez uma breve intervenção sobre o panorama atual do mundo das comunicações. Convidado pelas centrais, Miro enalteceu a relevância da Confecom. “Pela primeira vez se debate comunicação no Brasil, e essa é nossa primeira vitória”, declarou. “Basta dizer que a Saúde já realizou 13 conferências, e numa delas nasceu o Sistema Único de Saúde.”
Para Eduardo Navarro, secretário nacional de Comunicação da CTB, é necessário que o movimento sindical construa propostas comuns que efetivamente sirvam para a democratização da comunicação. Navarro também disse desejar que o evento seja reproduzido em todos os estados. “A conferência é um fórum privilegiado para as centrais atuarem em conjunto, levando bandeiras que ampliem os espaços de participação da sociedade nos meios de comunicação”.
Já Sebastião Soares, da NCST, destacou a unidade consolidada entre as centrais nos últimos anos. “O sindicalismo tem marchado unido em questões importantes como salário mínimo, jornada de 40 horas, redução dos juros e fim do fator previdenciário. Essa unidade é imprescindível agora na definição de um tema tão estratégico quanto a comunicação”, afirmou. Segundo ele, “o avanço da democracia exige a democratização da comunicação, que hoje atende apenas os interesses do grande capital”.
Rosane Bertotti, secretária nacional de Comunicação da CUT, fez um histórico das ações do movimento social, argumentando — como Miro — que a própria realização da Confecom já é uma conquista. Por outro lado, a sindicalista condenou a postura dos empresários diante desse debate: “Eles querem fazer uma conferência que atenda apenas a seus interesses empresariais. É covardia a ameaça dos patrões da mídia de não participar da conferência”.
Da Redação, com agências e centrais sindicais
Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=117951&id_secao=6
Participaram dos debates cerca de 40 sindicalistas, além de entidades ligadas à democratização da mídia. O principal fruto do seminário foi um acordo de ação conjunta. Na Confecom, todas as centrais vão defender uma mesma agenda de lutas, com sete propostas:
1. Fortalecer a rede pública de comunicação;
2. Estabelecer um novo marco regulatório para o setor;
3. Fortalecer as rádios e TVs comunitárias e combater a repressão do Estado a essas mídias;
4. Ampliar e massificar a inclusão digital, com banda larga para todos;
5. Fixar novos critérios para a publicidade oficial;
6. Elaborar novas formas de concessão pública;
7. Exercer controle social.
Antes das exposições, o jornalista Altamiro Borges, o Miro, editor do Vermelho e autor do livro A Ditadura da Mídia, fez uma breve intervenção sobre o panorama atual do mundo das comunicações. Convidado pelas centrais, Miro enalteceu a relevância da Confecom. “Pela primeira vez se debate comunicação no Brasil, e essa é nossa primeira vitória”, declarou. “Basta dizer que a Saúde já realizou 13 conferências, e numa delas nasceu o Sistema Único de Saúde.”
Para Eduardo Navarro, secretário nacional de Comunicação da CTB, é necessário que o movimento sindical construa propostas comuns que efetivamente sirvam para a democratização da comunicação. Navarro também disse desejar que o evento seja reproduzido em todos os estados. “A conferência é um fórum privilegiado para as centrais atuarem em conjunto, levando bandeiras que ampliem os espaços de participação da sociedade nos meios de comunicação”.
Já Sebastião Soares, da NCST, destacou a unidade consolidada entre as centrais nos últimos anos. “O sindicalismo tem marchado unido em questões importantes como salário mínimo, jornada de 40 horas, redução dos juros e fim do fator previdenciário. Essa unidade é imprescindível agora na definição de um tema tão estratégico quanto a comunicação”, afirmou. Segundo ele, “o avanço da democracia exige a democratização da comunicação, que hoje atende apenas os interesses do grande capital”.
Rosane Bertotti, secretária nacional de Comunicação da CUT, fez um histórico das ações do movimento social, argumentando — como Miro — que a própria realização da Confecom já é uma conquista. Por outro lado, a sindicalista condenou a postura dos empresários diante desse debate: “Eles querem fazer uma conferência que atenda apenas a seus interesses empresariais. É covardia a ameaça dos patrões da mídia de não participar da conferência”.
Da Redação, com agências e centrais sindicais
Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=117951&id_secao=6
QUEM SOU?
"Se eu lhe disser quem sou, você pode não gostar de quem sou, e isso é tudo o que tenho."
John Powell
John Powell
BLOG DO LIVRO "MÍDIA, QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL"
Aproveitamos a oportunidade para divulgar um blog criado para os debates sobre os conteúdos que envolvem o livro, bem como temas afins. Ele também nasceu de nossa experiência coletiva (como iniciativa de um dos autores, o assistente social Leandro Rocha), embora não tenha necessariamente o mesmo perfil. Seu objetivo é socializar informações, debates e reflexões acerca dos temas que nos aproximaram. Visitem-no!!! O endereço eletrônico é http://www.midiaequestaosocial.blogspot.com/
Nele, é possível conferir a íntegra da entrevista concedida por Mione Apolinário Sales, organizadora da obra, especialmente para o lançamento, transformada no programa de rádio "MAS-Midiatizando o Social", em produção coordenada pela também assistente social Nelma Espíndola, autora de outro artigo do livro. O mesmo "post" encontra-se no blog de Nelma, acessível em http://nrse.blog.terra.com.br/
Ainda no "midiaequestaosocial" já há diferentes editorias disponíveis, assinadas por colegas que também são autores de artigos do livro lançado em setembro.
Jefferson Lee de Souza Ruiz
Mione Apolinário Sales
Em nome dos autores do livro Mídia, questão social e Serviço Social
Fonte: Lee Norio
Nele, é possível conferir a íntegra da entrevista concedida por Mione Apolinário Sales, organizadora da obra, especialmente para o lançamento, transformada no programa de rádio "MAS-Midiatizando o Social", em produção coordenada pela também assistente social Nelma Espíndola, autora de outro artigo do livro. O mesmo "post" encontra-se no blog de Nelma, acessível em http://nrse.blog.terra.com.br/
Ainda no "midiaequestaosocial" já há diferentes editorias disponíveis, assinadas por colegas que também são autores de artigos do livro lançado em setembro.
Jefferson Lee de Souza Ruiz
Mione Apolinário Sales
Em nome dos autores do livro Mídia, questão social e Serviço Social
Fonte: Lee Norio
A DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO E O EXEMPLO ARGENTINO
por Marco Weissheimer *
A realização da I Conferência Nacional de Comunicação, de 1° a 3 de dezembro deste ano, em Brasília, representa um marco na luta pela democratização no Brasil. Instituída pelo decreto presidencial de 16 de abril de 2009, a conferência terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital”. A pressão exercida pelas grandes corporações midiáticas privadas no processo de preparação da conferência é grande. Cabe lembrar alguns dados sobre o poder desses grupos.
A concentração da mídia no Brasil representa um dos mais importantes desafios para o presente e o futuro da democracia. O maior grupo de comunicação do país, a Rede Globo, possui 227 veículos, entre próprios e afiliados. É o único dos grandes conglomerados que possui todos os tipos de mídia, a maioria dos principais grupos regionais e a única presente em todos os Estados. A Globo detém a maior audiência nacional, com uma média de 54%. Sozinho, o grupo detém mais da metade do mercado televisivo brasileiro. Mas esse não é o único problema.
No Brasil, o poder midiático se concentra nas mãos de algumas poucas famílias. Seis grupos regionais se destacam. A família Sirotsky comanda a Rede Brasil Sul de Comunicações, controlando o mercado midiático no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A família Jereissati está presente no Ceará e em Alagoas. A família Daou tem grande influência no Acre, Amapá, Rondônia e Roraima. A mídia da Bahia pertence à família Magalhães. No Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, os negócios são controlados pela família Zahran. E, por fim, a família Câmara tem grande influência em Goiás, Distrito Federal e Tocantins.
Tamanho grau de concentração de poder exige mecanismos e espaços de controle na sociedade. Estamos muito longe disso. A tarefa a ser cumprida ainda é gigantesca. É a democratização do Estado e da sociedade brasileira que estão em jogo. É a concepção da informação como um bem público e do trabalho de informar como um serviço público que não pode ser privatizado sem qualquer tipo de controle.
Um bom exemplo nesta direção vem da Argentina. No dia 17 de setembro, a Câmara dos Deputados aprovou a “Nueva Ley de Médios”, que estabelece uma nova legislação para o setor. A nova lei cria uma comissão bicameral de controle, um Conselho Federal de Comunicação Audiovisual e a figura do Defensor Público de consumidores de serviços audiovisuais. Além disso, determina que uma mesma empresa não possa possuir canais de TV aberta e a cabo, além de reduzir de 24 para dez o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo proprietário. Essas medidas permitem maior acesso aos canais de transmissão para pequenos grupos e organizações da sociedade, além de restringir o número de concessões que possam ser outorgadas a uma só empresa.
Os grandes grupos privados de mídia estão em guerra contra o governo de Cristina Kirchner por causa dessa iniciativa, que acaba de ser sancionada. Ela conta, porém, com um importante aliado que aponta o caminho a ser seguido também no Brasil: a mobilização e o apoio da maioria da população.
* Marco Weissheimer é jornalista, editor do blog RS Urgente (rsurgente.opsblog.org) e colaborador da Agência Carta Maior.
A realização da I Conferência Nacional de Comunicação, de 1° a 3 de dezembro deste ano, em Brasília, representa um marco na luta pela democratização no Brasil. Instituída pelo decreto presidencial de 16 de abril de 2009, a conferência terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital”. A pressão exercida pelas grandes corporações midiáticas privadas no processo de preparação da conferência é grande. Cabe lembrar alguns dados sobre o poder desses grupos.
A concentração da mídia no Brasil representa um dos mais importantes desafios para o presente e o futuro da democracia. O maior grupo de comunicação do país, a Rede Globo, possui 227 veículos, entre próprios e afiliados. É o único dos grandes conglomerados que possui todos os tipos de mídia, a maioria dos principais grupos regionais e a única presente em todos os Estados. A Globo detém a maior audiência nacional, com uma média de 54%. Sozinho, o grupo detém mais da metade do mercado televisivo brasileiro. Mas esse não é o único problema.
No Brasil, o poder midiático se concentra nas mãos de algumas poucas famílias. Seis grupos regionais se destacam. A família Sirotsky comanda a Rede Brasil Sul de Comunicações, controlando o mercado midiático no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A família Jereissati está presente no Ceará e em Alagoas. A família Daou tem grande influência no Acre, Amapá, Rondônia e Roraima. A mídia da Bahia pertence à família Magalhães. No Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, os negócios são controlados pela família Zahran. E, por fim, a família Câmara tem grande influência em Goiás, Distrito Federal e Tocantins.
Tamanho grau de concentração de poder exige mecanismos e espaços de controle na sociedade. Estamos muito longe disso. A tarefa a ser cumprida ainda é gigantesca. É a democratização do Estado e da sociedade brasileira que estão em jogo. É a concepção da informação como um bem público e do trabalho de informar como um serviço público que não pode ser privatizado sem qualquer tipo de controle.
Um bom exemplo nesta direção vem da Argentina. No dia 17 de setembro, a Câmara dos Deputados aprovou a “Nueva Ley de Médios”, que estabelece uma nova legislação para o setor. A nova lei cria uma comissão bicameral de controle, um Conselho Federal de Comunicação Audiovisual e a figura do Defensor Público de consumidores de serviços audiovisuais. Além disso, determina que uma mesma empresa não possa possuir canais de TV aberta e a cabo, além de reduzir de 24 para dez o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo proprietário. Essas medidas permitem maior acesso aos canais de transmissão para pequenos grupos e organizações da sociedade, além de restringir o número de concessões que possam ser outorgadas a uma só empresa.
Os grandes grupos privados de mídia estão em guerra contra o governo de Cristina Kirchner por causa dessa iniciativa, que acaba de ser sancionada. Ela conta, porém, com um importante aliado que aponta o caminho a ser seguido também no Brasil: a mobilização e o apoio da maioria da população.
* Marco Weissheimer é jornalista, editor do blog RS Urgente (rsurgente.opsblog.org) e colaborador da Agência Carta Maior.
AS INSCRIÇÕES PARA A 29ª EDIÇÃO DO PRÊMIO NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS FORAM PRORROGADAS ATÉ O DIA 03/11
Após deliberação do colegiado do Conrerp 2ª Região, em reunião ordinária nesta segunda-feira, a organização do POP 2009 decidiu prorrogar o prazo para inscrição de cases até dia 03/11, terça-feira, a fim de atender às diversas solicitações encaminhadas ao Conrerp 2ª. este prazo, porém, é em caráter definitivo não havendo possibilidades de novas prorrogações visando ao bom cumprimento das etapas de julgamento e produção dos vídeos para a cerimônia, que acontecerá no dia 02 de Dezembro, no Teatro Vivo, em São Paulo.
Sendo assim, os cases e toda a documentação necessária para sua inscrição - descrita no regulamento - devem chegar ao Conrerp impreterivelmente até o dia 03.
Quaisquer outras informações podem ser obtidas pelos telefones 11-3801-2450 ou 0800-167-853 - ou ainda pelo email marianne@conrerp2.org.br, com Marianne Moraes.
Fonte: Rodrigo Cogo
Sendo assim, os cases e toda a documentação necessária para sua inscrição - descrita no regulamento - devem chegar ao Conrerp impreterivelmente até o dia 03.
Quaisquer outras informações podem ser obtidas pelos telefones 11-3801-2450 ou 0800-167-853 - ou ainda pelo email marianne@conrerp2.org.br, com Marianne Moraes.
Fonte: Rodrigo Cogo
Terça-feira, Outubro 13, 2009
GOVERNOS COMEÇAM, AOS POUCOS, A USAR FERRAMENTAS DA WEB 2.0
Embora seja cada vez mais comum órgãos públicos e outros entes estatais usarem os recursos da rede mundial de computadores, as possibilidades de interatividade e instantaneidade criadas pela chamada "web 2.0" parecem multiplicar o interesse dos cidadãos em relação à presença do Estado no mundo digital. Há um mês, a estréia do Blog do Planalto foi uma demonstração do grau de curiosidade da população em relação a estes instrumentos. Mal entrou no ar, o site criado pela Secretaria de Comunicação Social do governo federal caiu por excesso de conexões. Foram registradas 6 mil visitas por minuto.
O episódio mostra que a mudança gradual nas estratégias de uso governamental da internet gera, ao mesmo tempo, dúvidas em relação às intenções dos governantes e a expectativa de que estas ferramentas ampliem a transparência e a participação nas decisões governamentais. Afinal, a internet e as opções da web 2.0 facilitam o acesso às informações públicas? Abrem um canal mais direto de contato com o cidadão comum? Incentivam a participação das pessoas na elaboração de políticas públicas? Tem-se, enfim, um instrumento que serve de retorno sobre a eficácia de políticas governamentais ou a internet é apenas mais um veículo de propaganda dos governantes?
Para Sivaldo Pereira, doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), o uso da internet pelo Estado brasileiro não está focado na interatividade. "Em primeiro plano, os portais têm hoje uma função muito mais de expor informação do que de interagir com os cidadãos. Em segundo plano, servem como canais de prestação de alguns serviços (como emissão de documentos, cadastros, etc.). Em raríssimos casos há o uso de ferramentas como chat, fóruns de debate online ou votação via internet", avalia Pereira, que estuda como o Estado faz uso da interatividade digital.
O Blog do Planalto, por exemplo, não tem espaços para que os internautas deixem seus comentários. A equipe responsável pelo site afirma, na seção "Sobre o blog", que ele é um espaço para "compartilhar informações sobre o cotidiano da Presidência da República". A opção por não abrir o site a comentários dos leitores causou tal estranhamento que, apenas três dias depois da estréia do site oficial, usuários da internet criaram uma versão alternativa que reproduz o conteúdo do blog com a espaço para
interatividade.
.........................................................
INTERATIVIDADE
Como se vê, a idéia de que a internet deixe de ser utilizada apenas como canal de transmissão de notícias do governo para ser também um espaço com foco na participação do cidadão ainda precisa ser apreendida tanto pelos governos, como pela população. Experiências como a da reformulação da Lei Rouanet pelo Ministério da Cultura, que contou com uma consulta via internet aberta ao público, ainda são consideradas inovação e não regra.
"As ferramentas de interatividade precisam ser implantadas em paralelo com o fomento de uma cultura cívica de apropriação disso", lembra Sivaldo Pereira. O pesquisador ressalta também que é preciso considerar a dificuldade de acesso à internet ainda enfrentada pela grande maioria da população brasileira. "Realizar uma democracia via internet com grandes contingentes de cidadãos que não tem acesso pode reforçar as desigualdades já existentes. Isso não quer dizer que é preciso incluir digitalmente para depois desenvolver ferramentas de interatividade: é preciso ver a inclusão digital e a interatividade como parte de uma política de democracia participativa integrada."
As práticas de interatividade também precisam ser uma política de Estado e não uma política de governo que pode mudar com o humor dos governantes. Para Pereira, a internet definitivamente entrou na estratégia de publicidade governamental, mas isso não significa, necessariamente, que o ambiente digital sirva apenas à propaganda política. "Embora haja muita propaganda nos portais, há também muita informação útil e muitos dados que podem ajudar a tornar o Estado hoje bem mais transparente do que era há 20 anos."
Apesar da exclusão digital marcar a realidade brasileira, o crescimento do número de acessos à internet e também a configuração dos espaços interativos, a exemplo dos blogs, como fontes de informação não podem mais ser desprezados pela comunicação do poder público. Segundo estudo da agência de mídia Universal McCann, já são 625 milhões o número dos internautas ativos. Destes usuários ativos, 63% têm ou já fizeram perfil em sites de relacionamento, 29% afirmam manter blogs na internet e 71% declararam buscar informações em blogs.
Um dos grandes exemplos mundiais no uso dessas ferramentas é o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. A utilização do twitter - uma espécie de blog no qual as pessoas podem postar pequenas notícias - por Obama durante as eleições presidenciais dos EUA acabou por popularizar a ferramenta em todo o mundo. Ao ser eleito presidente, o blog do então candidato passou a ser o Blog da Casa Branca. Essa experiência, considerada um caso de sucesso no mundo das estratégias de comunicação política, passou a ser adotada em mais países e também em diferentes esferas de governo, como os governos estaduais e municipais. No Brasil, esse fenômeno já começa a se desenhar em algumas esferas do poder público, mas principalmente no Poder Executivo.
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BLOG DA PRESIDÊNCIA
Curiosamente, a versão brasileira de comunicação presidencial recorre, ao mesmo tempo, à internet 2.0 e à imprensa tradicional. Além do Blog do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a ter também uma coluna semanal em jornais regionais. A opção pela criação do blog considerou, especialmente, o fortalecimento da internet como fonte de informação prioritária para uma determinada parcela da população, principalmente os jovens.
A diversificação da estratégia de comunicação do Planalto, incluindo a internet, deve-se também à criação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a incorporação dos veículos que antes faziam a comunicação do Palácio do Planalto - como a Radiobras e a Agência Brasil - em um sistema que se pretende público e que agora tem a intenção de se manter distante do governo.
Além da Presidência, também os ministérios, empresas públicas e autarquias federais desenvolvem outras iniciativas a partir das plataformas digitais. Um exemplo de interatividade, mas também de polêmica, foi a criação do Blog Fatos e Dados pela Petrobras, em junho.
Alvo das atenções da oposição no Congresso Nacional, que pregava a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a gestão da empresa, a assessoria de comunicação da Petrobras optou por fazer um blog para apresentar diretamente à população as informações geradas por seus profissionais e evitar edições desfavoráveis por parte da imprensa.
O blog dividiu opiniões. Foi considerado por alguns como uma inovação, uma prática democrática, e por outros foi acusado de tentar intimidar jornalistas ao publicar na íntegra as entrevistas concedidas por representantes da estatal à imprensa. Fato é que o blog atingiu, nos seus primeiros dias de vida, números que superavam os 20 mil acessos diários e passou a ser mais uma fonte de informação sobre o processo que envolvia a estatal.
O Ministério da Cultura (Minc), por sua vez, também fez uso das ferramentas interativas. O blog criado com intuito de discutir e construir coletivamente o novo projeto da Lei Rouanet ficou no ar por seis meses. Nesse período, teve 70 mil acessos e a consulta foi considerado um sucesso.
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FRAUDES
Assim como boa parte dos processos que envolvem inovações tecnológicas, a web 2.0 ainda traz uma série de problemas que, na perspectiva da comunicação pública, deixam de ser simples brincadeira e passam a ser fraudes com conseqüências de difícil solução. Como os sites de relacionamento são abertos, bem como a criação de um blog ou de um twitter, multiplicam-se os perfis falsos de pessoas públicas.
Na página da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, uma nota alerta para um perfil falso do presidente Lula no twitter. Também já se identificou plágio do Blog Fatos e Dados da Petrobras, e várias outras denúncias de perfis falsos são feitas na internet.
Os criadores do twitter, por exemplo, já anunciaram que vão lançar uma nova página inicial que explique melhor para que serve a ferramenta que, segundo Biz Stone, co-fundador do serviço, deve dar notícias em tempo real.
Em se tratando de ferramentas utilizadas pelo poder público, as páginas oficiais, que são mais dificilmente copiadas, podem alojar ou indicar o link correto para os referidos endereços evitando as falsificações.
Por Mariana Martins - Observatório do Direito à Comunicação
Fonte: http://www.direitoacomunicacao.org.br/
O episódio mostra que a mudança gradual nas estratégias de uso governamental da internet gera, ao mesmo tempo, dúvidas em relação às intenções dos governantes e a expectativa de que estas ferramentas ampliem a transparência e a participação nas decisões governamentais. Afinal, a internet e as opções da web 2.0 facilitam o acesso às informações públicas? Abrem um canal mais direto de contato com o cidadão comum? Incentivam a participação das pessoas na elaboração de políticas públicas? Tem-se, enfim, um instrumento que serve de retorno sobre a eficácia de políticas governamentais ou a internet é apenas mais um veículo de propaganda dos governantes?
Para Sivaldo Pereira, doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), o uso da internet pelo Estado brasileiro não está focado na interatividade. "Em primeiro plano, os portais têm hoje uma função muito mais de expor informação do que de interagir com os cidadãos. Em segundo plano, servem como canais de prestação de alguns serviços (como emissão de documentos, cadastros, etc.). Em raríssimos casos há o uso de ferramentas como chat, fóruns de debate online ou votação via internet", avalia Pereira, que estuda como o Estado faz uso da interatividade digital.
O Blog do Planalto, por exemplo, não tem espaços para que os internautas deixem seus comentários. A equipe responsável pelo site afirma, na seção "Sobre o blog", que ele é um espaço para "compartilhar informações sobre o cotidiano da Presidência da República". A opção por não abrir o site a comentários dos leitores causou tal estranhamento que, apenas três dias depois da estréia do site oficial, usuários da internet criaram uma versão alternativa que reproduz o conteúdo do blog com a espaço para
interatividade.
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INTERATIVIDADE
Como se vê, a idéia de que a internet deixe de ser utilizada apenas como canal de transmissão de notícias do governo para ser também um espaço com foco na participação do cidadão ainda precisa ser apreendida tanto pelos governos, como pela população. Experiências como a da reformulação da Lei Rouanet pelo Ministério da Cultura, que contou com uma consulta via internet aberta ao público, ainda são consideradas inovação e não regra.
"As ferramentas de interatividade precisam ser implantadas em paralelo com o fomento de uma cultura cívica de apropriação disso", lembra Sivaldo Pereira. O pesquisador ressalta também que é preciso considerar a dificuldade de acesso à internet ainda enfrentada pela grande maioria da população brasileira. "Realizar uma democracia via internet com grandes contingentes de cidadãos que não tem acesso pode reforçar as desigualdades já existentes. Isso não quer dizer que é preciso incluir digitalmente para depois desenvolver ferramentas de interatividade: é preciso ver a inclusão digital e a interatividade como parte de uma política de democracia participativa integrada."
As práticas de interatividade também precisam ser uma política de Estado e não uma política de governo que pode mudar com o humor dos governantes. Para Pereira, a internet definitivamente entrou na estratégia de publicidade governamental, mas isso não significa, necessariamente, que o ambiente digital sirva apenas à propaganda política. "Embora haja muita propaganda nos portais, há também muita informação útil e muitos dados que podem ajudar a tornar o Estado hoje bem mais transparente do que era há 20 anos."
Apesar da exclusão digital marcar a realidade brasileira, o crescimento do número de acessos à internet e também a configuração dos espaços interativos, a exemplo dos blogs, como fontes de informação não podem mais ser desprezados pela comunicação do poder público. Segundo estudo da agência de mídia Universal McCann, já são 625 milhões o número dos internautas ativos. Destes usuários ativos, 63% têm ou já fizeram perfil em sites de relacionamento, 29% afirmam manter blogs na internet e 71% declararam buscar informações em blogs.
Um dos grandes exemplos mundiais no uso dessas ferramentas é o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. A utilização do twitter - uma espécie de blog no qual as pessoas podem postar pequenas notícias - por Obama durante as eleições presidenciais dos EUA acabou por popularizar a ferramenta em todo o mundo. Ao ser eleito presidente, o blog do então candidato passou a ser o Blog da Casa Branca. Essa experiência, considerada um caso de sucesso no mundo das estratégias de comunicação política, passou a ser adotada em mais países e também em diferentes esferas de governo, como os governos estaduais e municipais. No Brasil, esse fenômeno já começa a se desenhar em algumas esferas do poder público, mas principalmente no Poder Executivo.
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BLOG DA PRESIDÊNCIA
Curiosamente, a versão brasileira de comunicação presidencial recorre, ao mesmo tempo, à internet 2.0 e à imprensa tradicional. Além do Blog do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a ter também uma coluna semanal em jornais regionais. A opção pela criação do blog considerou, especialmente, o fortalecimento da internet como fonte de informação prioritária para uma determinada parcela da população, principalmente os jovens.
A diversificação da estratégia de comunicação do Planalto, incluindo a internet, deve-se também à criação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a incorporação dos veículos que antes faziam a comunicação do Palácio do Planalto - como a Radiobras e a Agência Brasil - em um sistema que se pretende público e que agora tem a intenção de se manter distante do governo.
Além da Presidência, também os ministérios, empresas públicas e autarquias federais desenvolvem outras iniciativas a partir das plataformas digitais. Um exemplo de interatividade, mas também de polêmica, foi a criação do Blog Fatos e Dados pela Petrobras, em junho.
Alvo das atenções da oposição no Congresso Nacional, que pregava a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a gestão da empresa, a assessoria de comunicação da Petrobras optou por fazer um blog para apresentar diretamente à população as informações geradas por seus profissionais e evitar edições desfavoráveis por parte da imprensa.
O blog dividiu opiniões. Foi considerado por alguns como uma inovação, uma prática democrática, e por outros foi acusado de tentar intimidar jornalistas ao publicar na íntegra as entrevistas concedidas por representantes da estatal à imprensa. Fato é que o blog atingiu, nos seus primeiros dias de vida, números que superavam os 20 mil acessos diários e passou a ser mais uma fonte de informação sobre o processo que envolvia a estatal.
O Ministério da Cultura (Minc), por sua vez, também fez uso das ferramentas interativas. O blog criado com intuito de discutir e construir coletivamente o novo projeto da Lei Rouanet ficou no ar por seis meses. Nesse período, teve 70 mil acessos e a consulta foi considerado um sucesso.
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FRAUDES
Assim como boa parte dos processos que envolvem inovações tecnológicas, a web 2.0 ainda traz uma série de problemas que, na perspectiva da comunicação pública, deixam de ser simples brincadeira e passam a ser fraudes com conseqüências de difícil solução. Como os sites de relacionamento são abertos, bem como a criação de um blog ou de um twitter, multiplicam-se os perfis falsos de pessoas públicas.
Na página da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, uma nota alerta para um perfil falso do presidente Lula no twitter. Também já se identificou plágio do Blog Fatos e Dados da Petrobras, e várias outras denúncias de perfis falsos são feitas na internet.
Os criadores do twitter, por exemplo, já anunciaram que vão lançar uma nova página inicial que explique melhor para que serve a ferramenta que, segundo Biz Stone, co-fundador do serviço, deve dar notícias em tempo real.
Em se tratando de ferramentas utilizadas pelo poder público, as páginas oficiais, que são mais dificilmente copiadas, podem alojar ou indicar o link correto para os referidos endereços evitando as falsificações.
Por Mariana Martins - Observatório do Direito à Comunicação
Fonte: http://www.direitoacomunicacao.org.br/
GRUPO SANTANDER BRASIL TRAZ AO BRASIL ESTRATEGISTAS DA CAMPANHA DE OBAMA
Grupo Santander Brasil apresenta nos dias 15 e 16 de outubro em São Paulo o seminário O Efeito Obama. Ben Self e Jason Ralston, estrategistas de marketing da vitoriosa campanha presidencial de Barack Obama, apresentarão a inovadora utilização das redes sociais como ferramenta de comunicação e engajamento dos eleitores na candidatura.
Para cobrir o evento, o Grupo Santander Brasil criou uma conta temporária no Twitter (@valordasideias) com o objetivo de compartilhar com seus funcionários, clientes, parceiros e sociedade as informações e impressões do seminário. Há ainda um hotsite na plataforma Ning no formato de blog (http://valordasideias.ning.com) e link para a comunidade criada pelos internautas. O endereço oferecerá entrevistas exclusivas com os palestrantes do seminário que responderão ainda às perguntas enviadas.
No Twitter, o Banco promove até hoje um concurso de idéias com a pergunta “Que ideias podemos ter para transformar uma instituição financeira em um agente ainda melhor para a sociedade?“ Os autores twitteiros das duas melhores respostas ganharão um convite para assistir ao evento ao vivo em São Paulo. Serão selecionados ainda 20 ganhadores que receberão login e senha para acompanhar o evento pela internet.
Fonte: Claudia d'Amato
Para cobrir o evento, o Grupo Santander Brasil criou uma conta temporária no Twitter (@valordasideias) com o objetivo de compartilhar com seus funcionários, clientes, parceiros e sociedade as informações e impressões do seminário. Há ainda um hotsite na plataforma Ning no formato de blog (http://valordasideias.ning.com) e link para a comunidade criada pelos internautas. O endereço oferecerá entrevistas exclusivas com os palestrantes do seminário que responderão ainda às perguntas enviadas.
No Twitter, o Banco promove até hoje um concurso de idéias com a pergunta “Que ideias podemos ter para transformar uma instituição financeira em um agente ainda melhor para a sociedade?“ Os autores twitteiros das duas melhores respostas ganharão um convite para assistir ao evento ao vivo em São Paulo. Serão selecionados ainda 20 ganhadores que receberão login e senha para acompanhar o evento pela internet.
Fonte: Claudia d'Amato
70% DOS JORNALISTAS USAM MÍDIAS SOCIAIS
Uma pesquisa feita com 317 jornalistas de Nova York pela agência Middleberg (SNCR) apontou que 70% dos jornalistas admitem usar mídias sociais no auxílio da prática da reportagem. O número sobe para 92% quando jornalistas reconhecem que as mídias sociais agilizam a rotina da redação.
Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se comparado ao do ano anterior, quando apenas 41% usavam estas plataformas
Veiculada na PRWeek, a pesquisa também mostrou que:
- 66% destes jornalistas usam blog
- 51% usam a Wikipedia
- 48% recorrem a vídeos online
- 47% usam Twitter ou outros serviços de microblogging
- 57% percebem que o Twitter ajudou a aumentar sua credibilidade perante os leitores
Boa parte do uso destas mídias é para entrevistas, crowdsourcing e buscando dicas de pauta.
Jeremy Poter analisa os resultados em seu sites e entende que uma das razões destes índices elevados do uso de mídias sociais é decorrência do acúmulo de trabalho e da rapidez com que as reportagens devem ser produzidas.
Mas a pesquisa não acabou e o resultado final chega em Novembro.
Por Ana Brambilla
Fonte: http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/
Apesar da amostragem pequena, o índice é otimista, ainda mais se comparado ao do ano anterior, quando apenas 41% usavam estas plataformas
Veiculada na PRWeek, a pesquisa também mostrou que:
- 66% destes jornalistas usam blog
- 51% usam a Wikipedia
- 48% recorrem a vídeos online
- 47% usam Twitter ou outros serviços de microblogging
- 57% percebem que o Twitter ajudou a aumentar sua credibilidade perante os leitores
Boa parte do uso destas mídias é para entrevistas, crowdsourcing e buscando dicas de pauta.
Jeremy Poter analisa os resultados em seu sites e entende que uma das razões destes índices elevados do uso de mídias sociais é decorrência do acúmulo de trabalho e da rapidez com que as reportagens devem ser produzidas.
Mas a pesquisa não acabou e o resultado final chega em Novembro.
Por Ana Brambilla
Fonte: http://anabrambilla.com/blog/2009/09/24/70-dos-jornalistas-usam-midias-sociais/
MODO INUSITADO
"Quando você faz de modo inusitado as coisas comuns da vida, você controla a atenção do mundo."
George Washington Carver
George Washington Carver
TERRA E ITAÚ CULTURAL REALIZAM SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE JORNALISMO ONLINE
O Instituto Itaú Cultural, em parceria com o Terra, realiza o 3º seminário internacional de jornalismo online, o MediaOn. O encontro acontecerá entre os dias 27 e 29/10, com o tema "Futuro Incerto e a Revolução Permanente na Mídia". O evento tem apoio da BBC Brasil e da CNN.
O papel da Internet na política, fontes jornalísticas na web e a revolução digital para jornalistas e empresas de mídia são alguns dos temas desta edição do seminário.
O MediaOn será aberto por um debate com o diretor do The Nieman Journalism Lab da Universidade Harvard, Joshua Benton, mediado por Ricardo Lessa, do canal GloboNews.
O evento também contará com fóruns com Nathalie Malinarich, editora-executiva de Mundo da BBC; Nick Wrenn, vice-presidente de Serviços Digitais da CNN Internacional; Marcos Foglia, gerente de Novas Mídias do Clarín Global, da Argentina; e Pierre Haski, editor-chefe do site francês Rue89.com.
Entre os convidados brasileiro estão Antonio Guerreiro, gerente de conteúdo do portal R7; Pedro Doria, editor-chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado; Danilo Gentili, repórter do CQC; Altino Machado - Blog da Amazônia, de Terra Magazine; Camilla Menezes, twitter de Mano Menezes; José Henrique Mariante, editor de Esporte na Folha de S.Paulo; Luiz Fernando Gomes, editor-chefe do Grupo Lance!; e Julio Gomes, editor do ESPN.com.br e do ESPN 360.
O evento é gratuito e para participar basta comparecer ao Itaú Cultural, na avenida Paulista, em São Paulo, com 30 minutos de antecedência para cada painel. Grupos podem fazer reservas antecipadas. O MediaOn será transmitido ao vivo pela internet e pelo Twitter.
Fonte: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3d53787%26Editoria%3d238%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d67019%26fnt%3dfntnl&rss=on
O papel da Internet na política, fontes jornalísticas na web e a revolução digital para jornalistas e empresas de mídia são alguns dos temas desta edição do seminário.
O MediaOn será aberto por um debate com o diretor do The Nieman Journalism Lab da Universidade Harvard, Joshua Benton, mediado por Ricardo Lessa, do canal GloboNews.
O evento também contará com fóruns com Nathalie Malinarich, editora-executiva de Mundo da BBC; Nick Wrenn, vice-presidente de Serviços Digitais da CNN Internacional; Marcos Foglia, gerente de Novas Mídias do Clarín Global, da Argentina; e Pierre Haski, editor-chefe do site francês Rue89.com.
Entre os convidados brasileiro estão Antonio Guerreiro, gerente de conteúdo do portal R7; Pedro Doria, editor-chefe de conteúdos digitais do Grupo Estado; Danilo Gentili, repórter do CQC; Altino Machado - Blog da Amazônia, de Terra Magazine; Camilla Menezes, twitter de Mano Menezes; José Henrique Mariante, editor de Esporte na Folha de S.Paulo; Luiz Fernando Gomes, editor-chefe do Grupo Lance!; e Julio Gomes, editor do ESPN.com.br e do ESPN 360.
O evento é gratuito e para participar basta comparecer ao Itaú Cultural, na avenida Paulista, em São Paulo, com 30 minutos de antecedência para cada painel. Grupos podem fazer reservas antecipadas. O MediaOn será transmitido ao vivo pela internet e pelo Twitter.
Fonte: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3d53787%26Editoria%3d238%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d67019%26fnt%3dfntnl&rss=on
O QUE ESTAMOS ESPERANDO?
"O que quer que seja que estejamos esperando - paz de espírito, alegria, graça, consciência interior ou simples abundância - isso certamente virá para nós, mas somente quando estivermos prontos para receber com um coração aberto e agradecido."
Sarah Ban Breathnach
Sarah Ban Breathnach
Terça-feira, Setembro 15, 2009
SINDICATO GAÚCHO PROMOVE 2º SEMINÁRIO ESTADUAL "O NEGRO NA MÍDIA"
O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul realiza nos dias 17 e 18 de setembro, por intermédio do Núcleo dos Jornalistas Afro-brasileiros, o 2º Seminário Estadual o Negro na Mídia - a Invisibilidade da Cor e o Encontro Latino-americano de Comunicação, Afrodescendentes e Censos de 2010.
Os dois eventos serão no Auditório da Associação Riograndense de Imprensa (ARI - Avenida Borges de Medeiros, nº 915, 8º andar), em Porto Alegre. As inscrições vão até o dia 15 de setembro, pelo e-mail web@jornalistasrs.brte.com.br.
Os dois eventos serão no Auditório da Associação Riograndense de Imprensa (ARI - Avenida Borges de Medeiros, nº 915, 8º andar), em Porto Alegre. As inscrições vão até o dia 15 de setembro, pelo e-mail web@jornalistasrs.brte.com.br.
40 ANOS DE REDE GLOBO
Embasbacados com seu próprio sucesso, mas preocupados com a concorrência, os donos das Organizações Globo, grupo econômico do ramo das comunicações que abrange empresas de televisão, rádio, jornais, distribuidora de vídeos e gravadora, entre outras, lançaram poderosa campanha de comemoração dos 40 anos de existência do grupo. Tendo florescido exatamente nos anos da mais feroz ditadura que o Brasil já conheceu, o grupo empresarial ficou conhecido em todo o país por fazer 'vista grossa', omitindo-se, ou até mesmo apoiando as ações dos sucessivos governos militares que nos foram impostos, bem como dos governos neo-liberais que a eles se seguiram. É certo, porém, que em tempos de democracia e governos civis, passaram a fazer uma espécie de libelo contra os governos autoritários, mas sem apontar nomes, em uma espécie de catarse geral, em mini-séries e programas exibidos com essa finalidade. Se dança conforme a música ...
Baluarte do empresariado e do sistema de capitalismo de mercado, o grupo que sempre censurou publicamente as lutas dos trabalhadores, chamando de 'baderna' muitas das manifestações legítimas e justas por estes promovidas e tentando criminalizar os movimentos sociais reivindicatórios mais sérios e atuantes, vem depois apresentar-se como 'promotor de ações sociais'. Recorde-se que mesmo quando pareciam apoiar o movimento iniciado por Betinho, irmão de Henfil, da ação da cidadania contra a fome e a miséria, sucumbiram á tentação de veicular denúncias de que ele haveria recebido dinheiro de bicheiros ... E no entanto, de onde vem a imensa riqueza das Organizações Globo, nascidas a partir de um jornal de dimensões modestas, iniciado por Irineu Marinho, pai de Roberto Marinho? Isso não se sabe - o fato é que a Globo enriqueceu, e muito - parte com verbas de anunciantes, parte com vendas de programas, parte com dinheiro público (empréstimos do BNDES).
A linha da Rede Globo sempre foi conservadora, apesar de se apresentar como uma coisa moderna. Não era de se estranhar, portanto, quando, assistindo ao Programa do Faustão, êmulo mais popular de Jabor e grande analista dos problemas brasileiros, desde 'apagões aéreos' até 'gripe suína', vimos William Bonner quase chorar ao evocar a matéria que mais o emocionara em toda sua vida jornalística: a leitura da carta dos filhos de Roberto Marinho, quando da morte do patriarca. Já à sua esposa, Fátima Bernardes, o que mais emocionou foi o ataque às torres gêmas, deplorando tão violenta tragédia, mas esquecendo-se talvez do que os contristados norte-americanos haviam sido capazes antes e depois do ataque - ou seja, de bombardear cidades inteiras matando civis em proporções imensamente maiores que as dos mortos de 11 de setembro de 2001. Ainda me recordo dos jornalistas da CNN, BBC e CBS anunciando sorridentes o início dos ataques ao Afeganistão e, mais tarde, ao Iraque ...
A teledramaturgia, gênero que celebrizou a emissora televisiva do grupo, criando níveis de audiência inéditos para qualquer tipo de espetáculo, floresceu em um período em que não tínhamos um espelho de nossa sociedade no cinema ou no teatro, por estarem ambos sob a mais ferrenha censura e alijados de alguns de seus melhores nomes. Com ela, a emissora adoçou os espíritos, aparou as arestas dos conflitos humanos e sociais, operou a catarse e nos entorpeceu e intoxicou durante várias décadas. Hoje, como eles mesmos fazem questão de mostrar, possuem centenas de repetidoras por todo o país a divulgar o 'padrão global' de sociedade - padrão que não permite a sadia controvérsia por ser quase um monopólio da voz, da opinião e da imagem. Vá você, ou qualquer um, contrariar a Globo ...
Não é este um julgamento como os que as próprias Organizações Globo promovem contra as pessoas ou entes com os quais antipatizam, como faziam com relação a Leonel Brizola. Ao não terem mais o que falar contra ele, publicaram sua foto na capa de um jornal, com os seguintes dizeres: "Eis a imagem do caudilho envelhecido". Esta é apenas uma livre opinião, a qual jamais seria publicada em uma coluna de cartas do jornal ou apresentada em qualquer dos seus numeroso veículos próprios ou associados, as que permite o contraditório. Assim, apesar dos inúmeros prêmios nacionais e internacionais recebidos pelo grupo e das décadas durante as quais tem estado entre nós, não acho que a população brasileira em geral e o país tenham muito a comemorar com este aniversário. A festa é deles, e não nossa!
Por F. Prieto
Baluarte do empresariado e do sistema de capitalismo de mercado, o grupo que sempre censurou publicamente as lutas dos trabalhadores, chamando de 'baderna' muitas das manifestações legítimas e justas por estes promovidas e tentando criminalizar os movimentos sociais reivindicatórios mais sérios e atuantes, vem depois apresentar-se como 'promotor de ações sociais'. Recorde-se que mesmo quando pareciam apoiar o movimento iniciado por Betinho, irmão de Henfil, da ação da cidadania contra a fome e a miséria, sucumbiram á tentação de veicular denúncias de que ele haveria recebido dinheiro de bicheiros ... E no entanto, de onde vem a imensa riqueza das Organizações Globo, nascidas a partir de um jornal de dimensões modestas, iniciado por Irineu Marinho, pai de Roberto Marinho? Isso não se sabe - o fato é que a Globo enriqueceu, e muito - parte com verbas de anunciantes, parte com vendas de programas, parte com dinheiro público (empréstimos do BNDES).
A linha da Rede Globo sempre foi conservadora, apesar de se apresentar como uma coisa moderna. Não era de se estranhar, portanto, quando, assistindo ao Programa do Faustão, êmulo mais popular de Jabor e grande analista dos problemas brasileiros, desde 'apagões aéreos' até 'gripe suína', vimos William Bonner quase chorar ao evocar a matéria que mais o emocionara em toda sua vida jornalística: a leitura da carta dos filhos de Roberto Marinho, quando da morte do patriarca. Já à sua esposa, Fátima Bernardes, o que mais emocionou foi o ataque às torres gêmas, deplorando tão violenta tragédia, mas esquecendo-se talvez do que os contristados norte-americanos haviam sido capazes antes e depois do ataque - ou seja, de bombardear cidades inteiras matando civis em proporções imensamente maiores que as dos mortos de 11 de setembro de 2001. Ainda me recordo dos jornalistas da CNN, BBC e CBS anunciando sorridentes o início dos ataques ao Afeganistão e, mais tarde, ao Iraque ...
A teledramaturgia, gênero que celebrizou a emissora televisiva do grupo, criando níveis de audiência inéditos para qualquer tipo de espetáculo, floresceu em um período em que não tínhamos um espelho de nossa sociedade no cinema ou no teatro, por estarem ambos sob a mais ferrenha censura e alijados de alguns de seus melhores nomes. Com ela, a emissora adoçou os espíritos, aparou as arestas dos conflitos humanos e sociais, operou a catarse e nos entorpeceu e intoxicou durante várias décadas. Hoje, como eles mesmos fazem questão de mostrar, possuem centenas de repetidoras por todo o país a divulgar o 'padrão global' de sociedade - padrão que não permite a sadia controvérsia por ser quase um monopólio da voz, da opinião e da imagem. Vá você, ou qualquer um, contrariar a Globo ...
Não é este um julgamento como os que as próprias Organizações Globo promovem contra as pessoas ou entes com os quais antipatizam, como faziam com relação a Leonel Brizola. Ao não terem mais o que falar contra ele, publicaram sua foto na capa de um jornal, com os seguintes dizeres: "Eis a imagem do caudilho envelhecido". Esta é apenas uma livre opinião, a qual jamais seria publicada em uma coluna de cartas do jornal ou apresentada em qualquer dos seus numeroso veículos próprios ou associados, as que permite o contraditório. Assim, apesar dos inúmeros prêmios nacionais e internacionais recebidos pelo grupo e das décadas durante as quais tem estado entre nós, não acho que a população brasileira em geral e o país tenham muito a comemorar com este aniversário. A festa é deles, e não nossa!
Por F. Prieto
CONFIRA CINCO TENDÊNCIAS PARA O TWITTER
http://www.slideshare.net/elliotjaystocks/fowd-november-2007
COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA
“Comunicação Multimídia: objeto de reflexão no cenário do século XXI” é um e-book que reúne onze textos abordando do Marketing ao Jornalismo, da Cibercultura à Convergência de Meios, entre tantos assuntos.
Veja o sumário a seguir, e se for do interesse, baixe o livro gratuitamente aqui:
http://www.ntdi.ufsc.br/ebook_multimidia.pdf
A Comunicação e o Marketing na Cibercultura Tecnologias da informação e da comunicação como suporte à publicidade na era digital Construção da legitimação institucional na internet: as marcas identitárias como (de)marcações de estratégias comunicacionais explicativas
A midiatização nos sindicatos: reflexões sobre visibilidade, tipos de interação e participação na Internet O amor e o capital emocional no processo de construção e consumo de uma marca na internet: A lovemark Mary Jane O Capital Cultural e o Poder dos Aplicativos Sociais: o Plurk Como Estudo de Caso Jornalista x cidadão-repórter: a contribuição do público no fazer jornalístico O documentário na Internet: um estudo de caso, Nação Palmares
A Interação e a Convergência dos Meios na Comunicação: exemplos de mensuração e vigilância de mercado Indústria Cultural, Indústria Fonográfica, Tecnologia e Cibercultura Imbricações Tecnológicas: O ‘entre-lugar’ do corpo em movimento
Veja o sumário a seguir, e se for do interesse, baixe o livro gratuitamente aqui:
http://www.ntdi.ufsc.br/ebook_multimidia.pdf
A Comunicação e o Marketing na Cibercultura Tecnologias da informação e da comunicação como suporte à publicidade na era digital Construção da legitimação institucional na internet: as marcas identitárias como (de)marcações de estratégias comunicacionais explicativas
A midiatização nos sindicatos: reflexões sobre visibilidade, tipos de interação e participação na Internet O amor e o capital emocional no processo de construção e consumo de uma marca na internet: A lovemark Mary Jane O Capital Cultural e o Poder dos Aplicativos Sociais: o Plurk Como Estudo de Caso Jornalista x cidadão-repórter: a contribuição do público no fazer jornalístico O documentário na Internet: um estudo de caso, Nação Palmares
A Interação e a Convergência dos Meios na Comunicação: exemplos de mensuração e vigilância de mercado Indústria Cultural, Indústria Fonográfica, Tecnologia e Cibercultura Imbricações Tecnológicas: O ‘entre-lugar’ do corpo em movimento
UERJ ABRE NOVA TURMA PARA O CURSO DE SOCIOLOGIA DO CONSUMO
Estão abertas até o dia 16 de setembro as inscrições para o Curso de Extensão Sociologia do Consumo da Faculdade de Comunicação Social da UERJ. O curso discutirá o consumo sob a ótica da comunicação e seus diversos aspectos na sociedade contemporânea. O objetivo é estabelecer, através de suas diferentes manifestações em vários campos de conhecimento, uma análise para a compreensão de identidades, espaços e práticas sociais e mercadológicas nos tempos atuais. As aulas serão aos sábados, das 9 às 12h30, num total de 10 encontros, com ínício em 19 de setembro. Os interessados poderão se inscrever no campus da UERJ no Maracanã, 1º andar, Bloco A, sala 1.006, das 9 às 17 horas ou pelo site: www.cepuerj.uerj.br.
Mais informações: tel.: 2334-0500 e 2334-0803 (das 14h às 20h), pelo e-mail: soc.consumouerj@gmail.com ou em http://www.fcs.uerj.br
Por W. Oliveira
Mais informações: tel.: 2334-0500 e 2334-0803 (das 14h às 20h), pelo e-mail: soc.consumouerj@gmail.com ou em http://www.fcs.uerj.br
Por W. Oliveira
DEBATE ABORDA INTERNET, UNIVERSALIZAÇÃO DA BANDA LARGA E INCLUSÃO DIGITAL
* Atividade integra a 2ª Jornada pela Democratização da Mídia e acontece nesta quarta-feira (16/9), às 18h30, na sede estadual da APP-Sindicato, em Curitiba.
A Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC-PR) promove na noite desta quarta-feira (16/9), em Curitiba, um debate sobre a internet, universalização da banda larga e inclusão digital. O debate acontece às 18h30, na sede estadual da APP-Sindicato, localizada no 14º andar do Edifício Asa, na rua Voluntários da Pátria, 475. Em voga, discussões sobre o uso das novas tecnologias da comunicação e informação, a capacitação crítica das populações quanto ao conteúdo da rede, a criação de políticas públicas que priorizem a acessibilidade e a universalização.
O palestrante convidado é Demi Getschko. Considerado um dos precursores da internet no Brasil, Getschko é formado em Engenharia pela USP, com mestrado e doutorado na mesma universidade. Ex-coordenador de operações da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), é Conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) desde 1995 e Diretor-Presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) desde 2006.
O evento desta quarta-feira faz parte da 2ª Jornada pela Democratização da Mídia, que consiste numa uma série de atividades relacionadas à democratização da comunicação em preparação à 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Marcada para dezembro em Brasília, a Confecom será precedida por etapas municipais, regionais e estaduais.
Todas as atividades da 2ª Jornada pela Democratização da Mídia são gratuitas.
Mais informações: www.proconferenciaparana.com.br
Fonte: Coordenação – Ciranda
A Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC-PR) promove na noite desta quarta-feira (16/9), em Curitiba, um debate sobre a internet, universalização da banda larga e inclusão digital. O debate acontece às 18h30, na sede estadual da APP-Sindicato, localizada no 14º andar do Edifício Asa, na rua Voluntários da Pátria, 475. Em voga, discussões sobre o uso das novas tecnologias da comunicação e informação, a capacitação crítica das populações quanto ao conteúdo da rede, a criação de políticas públicas que priorizem a acessibilidade e a universalização.
O palestrante convidado é Demi Getschko. Considerado um dos precursores da internet no Brasil, Getschko é formado em Engenharia pela USP, com mestrado e doutorado na mesma universidade. Ex-coordenador de operações da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), é Conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) desde 1995 e Diretor-Presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) desde 2006.
O evento desta quarta-feira faz parte da 2ª Jornada pela Democratização da Mídia, que consiste numa uma série de atividades relacionadas à democratização da comunicação em preparação à 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Marcada para dezembro em Brasília, a Confecom será precedida por etapas municipais, regionais e estaduais.
Todas as atividades da 2ª Jornada pela Democratização da Mídia são gratuitas.
Mais informações: www.proconferenciaparana.com.br
Fonte: Coordenação – Ciranda
POR UM TWITTER MELHOR
Designer brasileiro do Twitter fala de novidades e ainda conta como deve ser um bom site
Vitor Lourenço tem só 22 anos mas é um dos responsáveis pelo fenômeno da internet de 2009: o Twitter. O designer, nascido em Campinas, começou a fazer sites por brincadeira na escola, tentou cursar design gráfico, trabalhou na Globo.com e Yahoo! Agora está por trás de tudo o que você vê e faz no Twitter.
"O que você acha que é importante na hora de desenhar um site?
Conhecer quem são os seus usuários é o princípio básico. Depois de entender suas motivações, procuro sempre projetar soluções para um problema específico e promover uma experiência satisfatória e prazerosa com pequenos detalhes, estéticos ou funcionais. Minha principal influência é o Design Suíço, no qual a função define a forma. Objetos que são projetados na Suíça são discretos, desenhados cuidadosamente (com atenção aos detalhes) e a forma é gerada de acordo com sua função. É um trabalho meticuloso."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87119-7833-218,00-POR+UM+TWITTER+MELHOR.html
Vitor Lourenço tem só 22 anos mas é um dos responsáveis pelo fenômeno da internet de 2009: o Twitter. O designer, nascido em Campinas, começou a fazer sites por brincadeira na escola, tentou cursar design gráfico, trabalhou na Globo.com e Yahoo! Agora está por trás de tudo o que você vê e faz no Twitter.
"O que você acha que é importante na hora de desenhar um site?
Conhecer quem são os seus usuários é o princípio básico. Depois de entender suas motivações, procuro sempre projetar soluções para um problema específico e promover uma experiência satisfatória e prazerosa com pequenos detalhes, estéticos ou funcionais. Minha principal influência é o Design Suíço, no qual a função define a forma. Objetos que são projetados na Suíça são discretos, desenhados cuidadosamente (com atenção aos detalhes) e a forma é gerada de acordo com sua função. É um trabalho meticuloso."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87119-7833-218,00-POR+UM+TWITTER+MELHOR.html
FRASE DO DIA
"Semeie um ato, e você colhe um hábito. Semeie um hábito, e você colhe um caráter. Semeie um caráter, e você colhe um destino."
Charles Reade
Charles Reade
Quinta-feira, Setembro 10, 2009
SEMINÁRIO DISCUTE COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE DO ESPETÁCULO NA FACULDADE CÁSPER LÍBERO
Nos dias 02 e 03 de outubro, o Programa de Pós-Graduação - Mestrado em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero, através do Grupo de Pesquisa da Comunicação na Sociedade do Espetáculo, promove o IV Seminário Comunicação e Sociedade do Espetáculo. O evento é aberto ao público e tem como objetivo discutir as características da sociedade espetacular na comunicação observando a política e a cultura nas práticas jornalísticas, nos espaços urbanos e nos espaços de rede e interatividade.
Nesta quarta edição, o evento contará com seis mesas-redondas entre a sexta-feira e o sábado. A abertura do Seminário será com os professores Dr. Cláudio Novaes Pinto Coelho, coordenador do Grupo de Pesquisa e Dr. Dimas Kunsch, coordenador da Pós-Graduação e em seguida iniciam as mesas de discussões. Nas apresentações, os comunicadores expõem as pesquisas realizadas pelo Grupo e propõem os debates sobre os temas.
No dia 02 de outubro, o Seminário começa às 15h e termina às 21h30. No segundo dia, as atividades serão das 9h às 17h, na Faculdade Cásper Líbero, à Avenida Paulista, 900, 5º andar, Sala Aloysio Biondi. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.facasper.com.br/eventos.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3170-5910.
PROGRAMA DO IV SEMINÁRIO COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE DO ESPETÁCULO
02 DE OUTUBRO - SEXTA-FEIRA15h00 - Recepção dos participantes
15h15- Abertura - Prof. Dr. Dimas Kunsch - Coordenador da Pós-Graduação e Prof. Dr. Cláudio Coelho - Coordenador do Grupo de Pesquisa da Comunicação na Sociedade do Espetáculo
15h30 - Mesa 1 - Jornalismo e PolíticaDebatedora: Maria Goreti Juvêncio Sobrinho
Palestrantes: Kátia Saisi, Jaime Patias, Rodrigo de Carvalho, Gabriel Kwak e Eliane Calixto
18h00 - Intervalo
19h00 - Mesa 2 - Jornalismo na Contemporaneidade
Debatedora: Genilda Alves de Sousa
Palestrantes: Carlos Sandano, Mara Rovida, Regina Baldessar e Emerson Coan
21h30 - Encerramento das atividades do primeiro dia
03 DE OUTUBRO - SÁBADO
9h00 - Mesa 3 - Espaços Urbanos e Cultura de Consumo na Sociedade do Espetáculo
Debatedor: Maurício Luis Marra
Palestrantes: Patrícia Garib, Solange Verri, Ethel Pereira e Gabriel Lage Neto
10h40 - Intervalo
11h00 - Mesa 4 - Cultura de Rede e Interatividade na Sociedade do Espetáculo Debatedor: Newton Molon
Palestrantes: Vander Ezequiel, Gilda Azevedo, Igor de Oliveira e Heloísa Rocha
12h40 - Intervalo para almoço
14h00 - Mesa 5 - Jornalismo e Cultura
Debatedor: André Luiz de Barros
Palestrantes: Antonio Gonçalves, Márcia Rosa e Carolina Goos
15h20 - Intervalo
15h40 - Mesa 6 - Perspectivas da Transformação da
Sociedade do Espetáculo Debatedor: Cláudio Coelho
Palestrantes: Maria Ribeiro do Valle
(UNESP-Araraquara), Fábio Cardoso e Gilberto da Silva
17h00 – Encerramento
Fonte: Rodrigo Cogo
Nesta quarta edição, o evento contará com seis mesas-redondas entre a sexta-feira e o sábado. A abertura do Seminário será com os professores Dr. Cláudio Novaes Pinto Coelho, coordenador do Grupo de Pesquisa e Dr. Dimas Kunsch, coordenador da Pós-Graduação e em seguida iniciam as mesas de discussões. Nas apresentações, os comunicadores expõem as pesquisas realizadas pelo Grupo e propõem os debates sobre os temas.
No dia 02 de outubro, o Seminário começa às 15h e termina às 21h30. No segundo dia, as atividades serão das 9h às 17h, na Faculdade Cásper Líbero, à Avenida Paulista, 900, 5º andar, Sala Aloysio Biondi. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.facasper.com.br/eventos.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3170-5910.
PROGRAMA DO IV SEMINÁRIO COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE DO ESPETÁCULO
02 DE OUTUBRO - SEXTA-FEIRA15h00 - Recepção dos participantes
15h15- Abertura - Prof. Dr. Dimas Kunsch - Coordenador da Pós-Graduação e Prof. Dr. Cláudio Coelho - Coordenador do Grupo de Pesquisa da Comunicação na Sociedade do Espetáculo
15h30 - Mesa 1 - Jornalismo e PolíticaDebatedora: Maria Goreti Juvêncio Sobrinho
Palestrantes: Kátia Saisi, Jaime Patias, Rodrigo de Carvalho, Gabriel Kwak e Eliane Calixto
18h00 - Intervalo
19h00 - Mesa 2 - Jornalismo na Contemporaneidade
Debatedora: Genilda Alves de Sousa
Palestrantes: Carlos Sandano, Mara Rovida, Regina Baldessar e Emerson Coan
21h30 - Encerramento das atividades do primeiro dia
03 DE OUTUBRO - SÁBADO
9h00 - Mesa 3 - Espaços Urbanos e Cultura de Consumo na Sociedade do Espetáculo
Debatedor: Maurício Luis Marra
Palestrantes: Patrícia Garib, Solange Verri, Ethel Pereira e Gabriel Lage Neto
10h40 - Intervalo
11h00 - Mesa 4 - Cultura de Rede e Interatividade na Sociedade do Espetáculo Debatedor: Newton Molon
Palestrantes: Vander Ezequiel, Gilda Azevedo, Igor de Oliveira e Heloísa Rocha
12h40 - Intervalo para almoço
14h00 - Mesa 5 - Jornalismo e Cultura
Debatedor: André Luiz de Barros
Palestrantes: Antonio Gonçalves, Márcia Rosa e Carolina Goos
15h20 - Intervalo
15h40 - Mesa 6 - Perspectivas da Transformação da
Sociedade do Espetáculo Debatedor: Cláudio Coelho
Palestrantes: Maria Ribeiro do Valle
(UNESP-Araraquara), Fábio Cardoso e Gilberto da Silva
17h00 – Encerramento
Fonte: Rodrigo Cogo
O V FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE CURTAS ABRE INSCRIÇÕES
Entre os dias primeiro de setembro e 14 de outubro, universitários de todo país poderão inscrever suas produções audiovisuais no V Festival Universitário de Curtas - Curtacom. Em sua quinta edição, o evento será realizado nos dias 09 e 10 de novembro, em Natal, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN).
O Curtacom é um festival de vídeos curtas-metragens que promove uma interação entre a sociedade e o mundo acadêmico. Na última edição o festival contou com a participação de 80 vídeos inscritos de mais de 20 universidades. Entre eles está o vencedor local da categoria Experimental: “No Banheiro”, de Renata Pyrrho, representando a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); e o destaque do evento: “Como fazer um curta experimental, Cult e Pseudo-intelectual”, de Vitor Alli, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que foi premiado não só na categoria ficção como também na escolha do público, levando o troféu Curtacom de Júri Popular pra casa.
Serão aceitos vídeos com até quinze minutos de duração nas categorias ficção, documentário, experimental, videoclipe e animação. No mesmo período estará aberta também as inscrições da 3ª Mostra Fotográfica Curtacom que visa ampliar o espaço para a exposição e para a produção de imagens, inserindo fotografia na construção de uma narrativa visual. Estão aptos à participar da mostra, tanto fotógrafos amadores, como profissionais.
O Curtacom conta com o Patrocínio do Instituto de Radiologia e Apoio da FIERN e Fundação José Augusto. Mais informações, ficha de inscrição e regulamento no site.
Serviço
O quê: Inscrições para o V Festival Universitário de Curtas – Curtacom
Quando: 01 de setembro a 14 de outubro
Informações: www.curtacom.com
Contato: 9985.1369
O Curtacom é um festival de vídeos curtas-metragens que promove uma interação entre a sociedade e o mundo acadêmico. Na última edição o festival contou com a participação de 80 vídeos inscritos de mais de 20 universidades. Entre eles está o vencedor local da categoria Experimental: “No Banheiro”, de Renata Pyrrho, representando a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); e o destaque do evento: “Como fazer um curta experimental, Cult e Pseudo-intelectual”, de Vitor Alli, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que foi premiado não só na categoria ficção como também na escolha do público, levando o troféu Curtacom de Júri Popular pra casa.
Serão aceitos vídeos com até quinze minutos de duração nas categorias ficção, documentário, experimental, videoclipe e animação. No mesmo período estará aberta também as inscrições da 3ª Mostra Fotográfica Curtacom que visa ampliar o espaço para a exposição e para a produção de imagens, inserindo fotografia na construção de uma narrativa visual. Estão aptos à participar da mostra, tanto fotógrafos amadores, como profissionais.
O Curtacom conta com o Patrocínio do Instituto de Radiologia e Apoio da FIERN e Fundação José Augusto. Mais informações, ficha de inscrição e regulamento no site.
Serviço
O quê: Inscrições para o V Festival Universitário de Curtas – Curtacom
Quando: 01 de setembro a 14 de outubro
Informações: www.curtacom.com
Contato: 9985.1369
MULTIRIO LANÇA CURSO VIRTUAL SOBRE O ACORDO ORTOGRÁFICO
Desde janeiro deste ano, a Língua Portuguesa vem passando por uma reforma ortográfica. Com as novas regras, as dúvidas não param de surgir. Para esclarecer melhor os professores, os estudantes e a população carioca, a MultiRio – empresa de multimeios da Prefeitura do Rio – acaba de lançar em seu Portal (www.multirio.rj.gov.br) um curso gratuito sobre o Acordo Ortográfico.
As aulas incluem textos para leitura, links para sites interessantes e outros materiais de apoio. Os usuários terão acesso ainda aos vídeos com a campanha desenvolvida pela MultiRio sobre o Acordo Ortográfico, já veiculada na televisão. Dividido em sete unidades, o curso apresenta informações históricas e orientações sobre as principais novas regras ortográficas
Na primeira unidade, o leitor aprende sobre a origem da Língua Portuguesa e sua evolução nos diferentes países lusófonos. A importância da língua como um fenônemo social é o tema da unidade seguinte. A partir da terceira unidade, o curso coloca em foco as mudanças promovidas pela Reforma Ortográfica: alfabeto (unidade 3), trema (unidade 4), verbos (unidade 5), acentuação (unidade 6) e hífen (unidade 7).
Confira a programação completa e outras ações em www.multirio.rj.gov.br.
As aulas incluem textos para leitura, links para sites interessantes e outros materiais de apoio. Os usuários terão acesso ainda aos vídeos com a campanha desenvolvida pela MultiRio sobre o Acordo Ortográfico, já veiculada na televisão. Dividido em sete unidades, o curso apresenta informações históricas e orientações sobre as principais novas regras ortográficas
Na primeira unidade, o leitor aprende sobre a origem da Língua Portuguesa e sua evolução nos diferentes países lusófonos. A importância da língua como um fenônemo social é o tema da unidade seguinte. A partir da terceira unidade, o curso coloca em foco as mudanças promovidas pela Reforma Ortográfica: alfabeto (unidade 3), trema (unidade 4), verbos (unidade 5), acentuação (unidade 6) e hífen (unidade 7).
Confira a programação completa e outras ações em www.multirio.rj.gov.br.
ESTADO SEDIARÁ O CONGRESSO NACIONAL DOS JORNALISTAS
Evento que se realizará pela segunda vez em 2010 foi lançado durante a Expointer
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Federação Nacional dos Jornalistas, com apoio da prefeitura de Porto Alegre, realizaram nesta segunda-feira, na Casa da Imprensa na Expointer, o lançamento do 34º Congresso Nacional dos Jornalistas e 1º Encontro Latino-Americano de Jornalistas. Com o tema ‘O jornalismo a serviço da Sociedade’, os encontros estão programados para ocorrer entre os dias 18 e 22 de agosto de 2010.
Participaram do lançamento cerca de 70 pessoas, entre formadores de opinião, empresários e políticos. Uma das questões abordadas foi a retomada do diploma para o exercício da profissão de jornalista, assunto que pontuou o discurso do presidente do sindicato, José Nunes. Também discursaram o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio de Andrade, e o deputado federal Paulo Pimenta, autor da Proposta de Emenda à Constituição, que restabelece a exigência do diploma de jornalismo.
Será o segundo ano que o Rio Grande do Sul recebe o Congresso Nacional dos Jornalistas, realizado também em 1996. O evento, que ocorrerá no Hotel Plaza São Rafael, terá sua programação divulgada em outubro, durante o Encontro Nacional dos Assessores de Comunicação, em Goiás.“A obrigatoriedade do diploma e a ética na profissão são temas certos do Congresso”, informou José Nunes.
Fonte: http://www.coletiva.net/
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Federação Nacional dos Jornalistas, com apoio da prefeitura de Porto Alegre, realizaram nesta segunda-feira, na Casa da Imprensa na Expointer, o lançamento do 34º Congresso Nacional dos Jornalistas e 1º Encontro Latino-Americano de Jornalistas. Com o tema ‘O jornalismo a serviço da Sociedade’, os encontros estão programados para ocorrer entre os dias 18 e 22 de agosto de 2010.
Participaram do lançamento cerca de 70 pessoas, entre formadores de opinião, empresários e políticos. Uma das questões abordadas foi a retomada do diploma para o exercício da profissão de jornalista, assunto que pontuou o discurso do presidente do sindicato, José Nunes. Também discursaram o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio de Andrade, e o deputado federal Paulo Pimenta, autor da Proposta de Emenda à Constituição, que restabelece a exigência do diploma de jornalismo.
Será o segundo ano que o Rio Grande do Sul recebe o Congresso Nacional dos Jornalistas, realizado também em 1996. O evento, que ocorrerá no Hotel Plaza São Rafael, terá sua programação divulgada em outubro, durante o Encontro Nacional dos Assessores de Comunicação, em Goiás.“A obrigatoriedade do diploma e a ética na profissão são temas certos do Congresso”, informou José Nunes.
Fonte: http://www.coletiva.net/
HISTÓRIA DA MÍDIA SONORA NO BRASIL: LIVRO COM LIVRE ACESSO NA WEB
Foi lançado, pelo Grupo de Mídia Sonora da Intercom, um livro sobre a História do Rádio no Brasil, que pode ser livremente baixado ( http://gjol.blogspot.com ) pela internet.
Trata-se do HISTÓRIA DA MÍDIA SONORA: Experiências, memórias e afetos de Norte a Sul do Brasil, editado por Luciano Klöckner e Nair Prata (Orgs.)
O livro reune está dividido em cinco temas, incluindo os temas: Rádio e Memória; Rádio Jornalismo e Tecnologia; Rádio Política e Comunicação Pública; Rádio, Perfis e Música; Rádio e Educação, em mais de 30 artigos de pesquisadores de todo o Brasil.
Por Marcos Palacios
Fonte: http://gjol.blogspot.com
Trata-se do HISTÓRIA DA MÍDIA SONORA: Experiências, memórias e afetos de Norte a Sul do Brasil, editado por Luciano Klöckner e Nair Prata (Orgs.)
O livro reune está dividido em cinco temas, incluindo os temas: Rádio e Memória; Rádio Jornalismo e Tecnologia; Rádio Política e Comunicação Pública; Rádio, Perfis e Música; Rádio e Educação, em mais de 30 artigos de pesquisadores de todo o Brasil.
Por Marcos Palacios
Fonte: http://gjol.blogspot.com
REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE FOTÓGRAFO EM PAUTA
Aos fotógrafos de Brasília
Hoje, dia 10 de setembro, às 19h30, a Associação dos Fotógrafos de Brasília - AFOTO chama todos os interessados em discutir a regulamentação da profissão de fotógrafo. Há um projeto em andamento no Congresso, Lei 5187/09 e precisamos nos posicionar diante deste importante assunto para a categoria de fotógrafos, formada por amadores e profissionais.
A proposta, do deputado Severiano Alves (PDT-BA), determina quem estará qualificado para exercer a profissão e discrimina as atividades que se enquadram no campo de atuação do fotógrafo profissional. Porém, o texto é superficial e define a profissão de maneira limitada, sem considerar as diferentes atividades exercidas.
Link para o projeto: http://www.camara.gov.br/sileg/integras/654111.pdf
O encontro será no estúdio do Kazuo Okubo, no clube ASBAC.
Outro momento importante são as Conferências Interregionais de Cultura que acontecem neste final de semana, dia 13/9, no Teatro Nacional, sala Alberto Nepomuceno.
São encontros setoriais para discutir a cultura no Distrito Federal e que indicarão delegados para a Conferência Distrital de Cultura, que se realizará em outubro. Desta Conferência Distrital sairão outros delegados para a Conferência Nacional de Cultura, fórum final para discutir as políticas culturais para o nosso país e que ocorrerá em 2010. A AFOTO convida a todos a visitarem o site http//conferenciadistritaldf.ning.com . Se inscrevam, participe, precisamos defender os interesses da fotografia e dos fotógrafos nas políticas publicas para cultura.
Fonte: AFOTO
Hoje, dia 10 de setembro, às 19h30, a Associação dos Fotógrafos de Brasília - AFOTO chama todos os interessados em discutir a regulamentação da profissão de fotógrafo. Há um projeto em andamento no Congresso, Lei 5187/09 e precisamos nos posicionar diante deste importante assunto para a categoria de fotógrafos, formada por amadores e profissionais.
A proposta, do deputado Severiano Alves (PDT-BA), determina quem estará qualificado para exercer a profissão e discrimina as atividades que se enquadram no campo de atuação do fotógrafo profissional. Porém, o texto é superficial e define a profissão de maneira limitada, sem considerar as diferentes atividades exercidas.
Link para o projeto: http://www.camara.gov.br/sileg/integras/654111.pdf
O encontro será no estúdio do Kazuo Okubo, no clube ASBAC.
Outro momento importante são as Conferências Interregionais de Cultura que acontecem neste final de semana, dia 13/9, no Teatro Nacional, sala Alberto Nepomuceno.
São encontros setoriais para discutir a cultura no Distrito Federal e que indicarão delegados para a Conferência Distrital de Cultura, que se realizará em outubro. Desta Conferência Distrital sairão outros delegados para a Conferência Nacional de Cultura, fórum final para discutir as políticas culturais para o nosso país e que ocorrerá em 2010. A AFOTO convida a todos a visitarem o site http//conferenciadistritaldf.ning.com . Se inscrevam, participe, precisamos defender os interesses da fotografia e dos fotógrafos nas políticas publicas para cultura.
Fonte: AFOTO
UMA COMBINAÇÃO REVOLUCIONÁRIA: LÁPIS + CÉREBRO
Uma antiga história muito contada pelos especialistas em gestão, eficiência, administração ou qualquer outra coisa do tipo — hoje em dia existe especialista para tudo — é a dos estadunidenses que gastaram uma fortuna para desenvolver uma caneta que funcionasse em microgravidade, durante os vôos espaciais enquanto os russos simplesmente levaram um lápis. Normalmente usa–se essa história para ilustrar a idéia de que soluções simples e óbvias costumam ser mais baratas, mais eficientes e tal. Eu a coloquei aqui por dois motivos. O primeiro foi tirar uma onda com os especialistas em [coloque aqui sua especialidade favorita]. A segunda foi para nos lembrar, principalmente aos mais novos, que ainda se pode usar essa coisa de madeira e grafite chamada “lápis" , mesmo no mundo informatizado de hoje.
“Putz!„, grita o garotão de tatuagens e piercings, “Alguém ainda usa isso? Deve ser um tiozinho que não saca de computador! Rá, rá, rá!„ (Ou algo parecido, no linguajar juvenil atual.)
Bem, moderninhos e moderninhas de plantão, eu tenho uma novidade para vocês… Sabiam que já se fazia design muito antes de inventarem o computador? Pois é, eu sei que isso pode parecer chocante para muita gente para a Internet não foi criada junto com os Himalaias nem o Adobe Illustrator precedeu a linguagem falada. Houve uma época em que composição era feita desenhando–se em uma folha de papel A3 e escrevendo–se com uso de réguas de tipos, quando o lápis e o guache, a tesoura e a cola (não o “control–v„!) eram ferramentas indispensáveis. E, por incrível que pareça, não estou falando do século XIX e sim de 1990.
E sabe o que se fazia naquela época? Absolutamente tudo o que se faz hoje em termos de design. Bem, podemos descartar o webdesign, é claro, uma vez que em 90 a Web mal utilizava imagens. Isso porque já se usava uma ferramenta que é essencial ao designer. É um hardware poderoso que muitas vezes esquecemos de utilizar, ainda que esteja sempre ali à nossa disposição. Chama-se cérebro.
É, isso mesmo. Os bons e velhos miolos. Aquilo que o Espantalho foi buscar na Cidade das Esmeraldas. Todo projeto de design deveria começar com o uso do cérebro. Infelizmente, com a imensa facilidade que as ferramentas de hoje proporcionam muitas vezes esquecemos de utilizá–lo. Abrimos logo nosso pacote gráfico favorito, vamos à Internet atrás de um tutorial porreta que faça algo parecido com o objetivo da proposta, damos umas pinceladas aqui e ali com uma das ferramentas prontas e… Voilá! Em menos de hora e meia temos pronta uma peça de design que os dinossauros levariam dias e dias para montar. Viu como somos evoluídos, práticos e cheios de style?
Não, não vi não. O que eu vejo são um monte de trabalhos que parecem ter saído da mesma forminha da moda e que daqui a dois dias estarão completamente ultrapassados — bem de acordo, aliás, com a efemeridade atual. E esse é o preço que pagamos pelas facilidades que as ferramentas atuais proporcionam. O cliente parte do princípio que o computador é que faz tudo então tudo pode ser para ontem. O designer compra a idéia de que o computador faz tudo e segue a moda e os tutoriais, entregando um trabalho corrido e insosso. O cliente fica satisfeito e paga, o designer fica satisfeito e recebe e todos ficam felizes e rasos.
Mas, que tal tentarmos uma coisa diferente? Da próxima vez que pegar um trabalho, que tal desligar o computador antes de começar o design? Isso mesmo, seja ousado! Desligue o computador!
Tire o pó do bom e velho lápis, pegue uma folha A3 (vende em um lugar chamado “papelaria„) para poder ter bastante espaço para criar, e comece a usar seu cérebro. Sem depender das idéias alheias, pense no projeto. Procure referências em outros lugares que não o Google, onde seus colegas e concorrentes estão procurando as mesmas referências. Sem depender de ferramentas prontas ou tutoriais deixe a imaginação fluir e as idéias originais surgirem. Rabisque, sinta as dificuldades e utilize–as a seu favor pois ao vencê–las você estará criando novas soluções. E ponha aquela folha de lado para trabalhar outra idéia. E outra. E outra. Isso mesmo, quantidade é qualidade; deixe de ser preguiçoso.
Então, quando você já tiver uma pilha de idéias ao seu lado, aí sim ligue sua ferramenta de microcircuitos, vá no seu pacote gráfico e reproduza com as ferramentas ali — que no fim das contas são apenas metáforas para as que você acabou de usar na vida real — reproduza o que você traçou livremente, o famoso rascunho virando arte–final. Veja como assim é possível se criar para muito além dos modismos e layouts pré–fabricados.
E se alguém falar mal… Ora, diga que você está na moda, sendo retrô ou vintage.
Fonte: http://www.designgrafico.art.br/site/ o autor do texto não se identificou no site, quem souber de quem é, gentileza dar os devidos créditos.
“Putz!„, grita o garotão de tatuagens e piercings, “Alguém ainda usa isso? Deve ser um tiozinho que não saca de computador! Rá, rá, rá!„ (Ou algo parecido, no linguajar juvenil atual.)
Bem, moderninhos e moderninhas de plantão, eu tenho uma novidade para vocês… Sabiam que já se fazia design muito antes de inventarem o computador? Pois é, eu sei que isso pode parecer chocante para muita gente para a Internet não foi criada junto com os Himalaias nem o Adobe Illustrator precedeu a linguagem falada. Houve uma época em que composição era feita desenhando–se em uma folha de papel A3 e escrevendo–se com uso de réguas de tipos, quando o lápis e o guache, a tesoura e a cola (não o “control–v„!) eram ferramentas indispensáveis. E, por incrível que pareça, não estou falando do século XIX e sim de 1990.
E sabe o que se fazia naquela época? Absolutamente tudo o que se faz hoje em termos de design. Bem, podemos descartar o webdesign, é claro, uma vez que em 90 a Web mal utilizava imagens. Isso porque já se usava uma ferramenta que é essencial ao designer. É um hardware poderoso que muitas vezes esquecemos de utilizar, ainda que esteja sempre ali à nossa disposição. Chama-se cérebro.
É, isso mesmo. Os bons e velhos miolos. Aquilo que o Espantalho foi buscar na Cidade das Esmeraldas. Todo projeto de design deveria começar com o uso do cérebro. Infelizmente, com a imensa facilidade que as ferramentas de hoje proporcionam muitas vezes esquecemos de utilizá–lo. Abrimos logo nosso pacote gráfico favorito, vamos à Internet atrás de um tutorial porreta que faça algo parecido com o objetivo da proposta, damos umas pinceladas aqui e ali com uma das ferramentas prontas e… Voilá! Em menos de hora e meia temos pronta uma peça de design que os dinossauros levariam dias e dias para montar. Viu como somos evoluídos, práticos e cheios de style?
Não, não vi não. O que eu vejo são um monte de trabalhos que parecem ter saído da mesma forminha da moda e que daqui a dois dias estarão completamente ultrapassados — bem de acordo, aliás, com a efemeridade atual. E esse é o preço que pagamos pelas facilidades que as ferramentas atuais proporcionam. O cliente parte do princípio que o computador é que faz tudo então tudo pode ser para ontem. O designer compra a idéia de que o computador faz tudo e segue a moda e os tutoriais, entregando um trabalho corrido e insosso. O cliente fica satisfeito e paga, o designer fica satisfeito e recebe e todos ficam felizes e rasos.
Mas, que tal tentarmos uma coisa diferente? Da próxima vez que pegar um trabalho, que tal desligar o computador antes de começar o design? Isso mesmo, seja ousado! Desligue o computador!
Tire o pó do bom e velho lápis, pegue uma folha A3 (vende em um lugar chamado “papelaria„) para poder ter bastante espaço para criar, e comece a usar seu cérebro. Sem depender das idéias alheias, pense no projeto. Procure referências em outros lugares que não o Google, onde seus colegas e concorrentes estão procurando as mesmas referências. Sem depender de ferramentas prontas ou tutoriais deixe a imaginação fluir e as idéias originais surgirem. Rabisque, sinta as dificuldades e utilize–as a seu favor pois ao vencê–las você estará criando novas soluções. E ponha aquela folha de lado para trabalhar outra idéia. E outra. E outra. Isso mesmo, quantidade é qualidade; deixe de ser preguiçoso.
Então, quando você já tiver uma pilha de idéias ao seu lado, aí sim ligue sua ferramenta de microcircuitos, vá no seu pacote gráfico e reproduza com as ferramentas ali — que no fim das contas são apenas metáforas para as que você acabou de usar na vida real — reproduza o que você traçou livremente, o famoso rascunho virando arte–final. Veja como assim é possível se criar para muito além dos modismos e layouts pré–fabricados.
E se alguém falar mal… Ora, diga que você está na moda, sendo retrô ou vintage.
Fonte: http://www.designgrafico.art.br/site/ o autor do texto não se identificou no site, quem souber de quem é, gentileza dar os devidos créditos.
PRÊMIO MAPA DE JORNALISMO COM INSCRIÇÕES ABERTAS
O Prêmio Mapa de Jornalismo, projeto institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, está com inscrições abertas até 31/12. Seu objetivo é estimular e reconhecer trabalhos sobre as iniciativas inovadoras na agricultura com práticas conservacionistas, procurando valorizar profissionais que têm se dedicado a abordar o tema. O Prêmio foi criado para compor a agenda comemorativa dos 150 anos de criação do Mapa, que ocorrerá em julho de 2010.
Serão aceitas reportagens veiculadas no período de 1/1 a 31/12/2009 nas categorias jornalismo impresso, radiojornalismo, telejornalismo e internet. Os trabalhos vencedores em cada categoria receberão: 1º lugar – R$ 15 mil; 2º lugar – 10 mil e 3º lugar – 5000. Mais informações no www.agricultura.gov.br, (61) 3226-1011 / 3218-2244 ou 0800-7041995.
Serão aceitas reportagens veiculadas no período de 1/1 a 31/12/2009 nas categorias jornalismo impresso, radiojornalismo, telejornalismo e internet. Os trabalhos vencedores em cada categoria receberão: 1º lugar – R$ 15 mil; 2º lugar – 10 mil e 3º lugar – 5000. Mais informações no www.agricultura.gov.br, (61) 3226-1011 / 3218-2244 ou 0800-7041995.
UFPB REALIZA MOSTRA DE TRABALHOS ACADÊMICOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS
O Laboratório de Relações Públicas (LARP) e o Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal da Paraíba estão realizando, nos próximos dias 15, 16 e 17 de setembro, a Mostra de Trabalhos Acadêmicos de Relações Públicas 2009.
A Mostra irá socializar e debater os trabalhos produzidos por professores e alunos do Curso de Comunicação Social, habilitação em Relações Públicas, no âmbito da pesquisa, monitoria e extensão, criando um espaço de interação, divulgação e geração de conhecimento científico.
Aberto a professores, pesquisadores, alunos e ex-alunos, que tenham interesse em divulgar experiências práticas, projetos, pesquisas e trabalhos de conclusão de curso (TCC) relacionados à comunicação empresarial, o evento recebe inscrições de trabalhos via e-mail (mostra.rrpp@gmail.com) até está quinta (10) e de participantes até a segunda-feira (14).
A programação do evento conta com palestras, exposição de painéis, exibição de vídeos institucionais, apresentações orais, a serem realizadas em salas temáticas, coordenadas por um professor da área.
Em especial, a MostraRP a irá focar “os feras”, alunos recém ingresso no curso, promovendo tanto sua ambientação como esclarecendo as possibilidades de atuação do profissional de Relações Públicas.
Com apoios da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários (PRAC) e Pró-Reitoria de Graduação (PRG) da UFPB, o evento espera contribuir para redução da distância entre teoria e prática, formando profissionais mais qualificados e com maior senso crítico, a partir da reflexão sobre seu papel e o impacto de suas ações e intervenções na sociedade.
As inscrições custam apenas (R$) 3,00 e a confirmação do pagamento deve ser feita no LARP (pela manhã) ou no DECOMTUR (a noite). Mais informações acesse o site: http://www.cchla.ufpb.br/mostra-rrpp/index.html ou o Blog: http://mostrarpufpb.wordpress.com/
Fonte: Rodrigo Cogo
A Mostra irá socializar e debater os trabalhos produzidos por professores e alunos do Curso de Comunicação Social, habilitação em Relações Públicas, no âmbito da pesquisa, monitoria e extensão, criando um espaço de interação, divulgação e geração de conhecimento científico.
Aberto a professores, pesquisadores, alunos e ex-alunos, que tenham interesse em divulgar experiências práticas, projetos, pesquisas e trabalhos de conclusão de curso (TCC) relacionados à comunicação empresarial, o evento recebe inscrições de trabalhos via e-mail (mostra.rrpp@gmail.com) até está quinta (10) e de participantes até a segunda-feira (14).
A programação do evento conta com palestras, exposição de painéis, exibição de vídeos institucionais, apresentações orais, a serem realizadas em salas temáticas, coordenadas por um professor da área.
Em especial, a MostraRP a irá focar “os feras”, alunos recém ingresso no curso, promovendo tanto sua ambientação como esclarecendo as possibilidades de atuação do profissional de Relações Públicas.
Com apoios da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários (PRAC) e Pró-Reitoria de Graduação (PRG) da UFPB, o evento espera contribuir para redução da distância entre teoria e prática, formando profissionais mais qualificados e com maior senso crítico, a partir da reflexão sobre seu papel e o impacto de suas ações e intervenções na sociedade.
As inscrições custam apenas (R$) 3,00 e a confirmação do pagamento deve ser feita no LARP (pela manhã) ou no DECOMTUR (a noite). Mais informações acesse o site: http://www.cchla.ufpb.br/mostra-rrpp/index.html ou o Blog: http://mostrarpufpb.wordpress.com/
Fonte: Rodrigo Cogo
CONFECOM: OS NOVOS PARADIGMAS
Entrevista : Marcos Dantas
A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que será realizada em dezembro, tem uma importância histórica porque o Brasil jamais fez um debate público sobre sua política de comunicação. Os diferentes segmentos da sociedade e mesmo os partidos políticos demoraram muito a dar a merecida importância a este tema, embora os meios de comunicação social tenham fundamental importância na vida do país e no desenvolvimento da democracia. De outro lado, os empresários da comunicação, os donos de jornais, revistas, rádios e TVs sempre se opuseram a este debate, temerosos de que a definição de uma política de comunicação social venha interferir nos seus negócios e na “liberdade de imprensa”.
O movimento pela democratização da comunicação existe pelo menos desde a Constituinte de 1988. Depois da Constituinte, e até como resultado dela, alguns segmentos organizaram o Fórum Nacional da Democratização da Comunicação (FNDC). A partir daí se estabeleceu um debate sobre o tema. Mas, como lembra o jornalista Marcos Dantas, professor do Departamento de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, trata-se de um debate difícil. Mesmo nos meios acadêmicos, ele praticamente não existe. Há, em todo o país, professores e pesquisadores que debatem essa questão isoladamente, sem uma institucionalidade. Durante muito tempo, a discussão ficou restrita a sindicatos de jornalistas e algumas entidades da área. Além disso, os meios de comunicação não pautam essa discussão, e tudo o que se discute na sociedade é pautado por eles. Daí a importância de o governo ter convocado a Confecom, cuja organização tem envolvido muita polêmica. Nesta entrevista, Dantas, um estudioso do papel dos meios de comunicação e de sua influência social, traça um panorama histórico da comunicação no Brasil e discute como será o futuro.
Como se chegou à convocação da Conferência?
Marcos Dantas – Há três ou quatro anos, começou a crescer no Brasil o movimento pela convocação da Conferência, por meio das comissões pró-conferência. Organizou-se uma comissão nacional, que funcionava em Brasília, e começaram a se formar as comissões estaduais. Em alguns estados funcionou melhor, em outros pior. Essa comissão nacional conseguiu uma articulação no Congresso Nacional, pela ação de deputados ligados aos partidos de esquerda (PT, PSOL, PSB, PCdoB). Com isso, foi possível construir uma massa crítica, adensar o processo para arrancar a Conferência, que tinha de ser convocada pelo Executivo. Agora existe uma comissão organizadora formalmente nomeada pelo presidente da República e integrada por representantes do governo, das empresas e da sociedade civil não-empresarial. Essa estrutura deve se repetir, na medida do possível, nos estados e municípios.
E já há uma disputa na comissão organizadora...
Dantas – Há um enorme impasse. A comissão organizadora precisa baixar um regimento estabelecendo como a Conferência será realizada. Os interesses opostos são muito fortes. O segmento de radiodifusão queria que o regimento definisse a agenda, a pauta da conferência, e queria que isso se resumisse à discussão de regulamentação da internet. O setor social quer discutir um enorme contencioso do campo da comunicação social, que tem a ver com política de concessão, com regulamentação do conteúdo de rádio e TV nos termos da Constituição brasileira, que nunca foi regulamentado.
Que contencioso é esse?
Dantas – A Constituição de 1988 tem um capítulo sobre Comunicação Social. Esse capítulo define a missão da comunicação social e, sobretudo, a missão da radiodifusão. Porque a radiodifusão é um instrumento fundamental de cultura, educação, informação. A televisão está presente em 99% dos lares e a grande maioria da população se informa e se forma pela televisão, quando não pelo rádio. Desde que o rádio, o primeiro instrumento de comunicação eletrônica de massa, começou a se organizar economicamente e socialmente, nos anos 1920, foi visto como um instrumento de política de Estado. Na maioria dos países, o Estado monopolizou o rádio, entendendo sua capacidade – e depois a da televisão – para formar mentes e mobilizar opiniões.
No Brasil, até os anos 1960, não havia lei muito clara em relação ao rádio. Havia uma rádio estatal forte, a Rádio Nacional, que foi muito importante na formação da mentalidade brasileira ao longo dos anos 1940 e 1950. Havia rádios comerciais, mas não regras claras de concessão, cassação, regulamentação, nada disso. Em 1962, o então presidente Jânio Quadros cassou uma rádio e deflagrou-se uma mobilização no sentido de que era preciso organizar juridicamente esse cenário. Naquele ano, foi redigido o Código Brasileiro de Telemunicações. Uma das questões mais importantes definidas pelo Código foi que só a União, em nome da federação, pode conceder frequências de rádio e de TV. O Código estabeleceu isso em um plano muito técnico. A única questão política ali, que depois nossa Constituição abrigou, era a necessidade de que o concessionário fosse brasileiro nato ou naturalizado. Que fosse uma pessoa física. Isso, na verdade, é uma herança dos tempos em que o rádio era visto como uma questão de segurança nacional.
Em 1964, houve o golpe e tudo o que o Código organizou foi executado pelos militares. Que, diga-se de passagem, efetivamente modernizaram as comunicações deste país. Houve uma revolução nas comunicações brasileiras no período que vai de 1965, com a criação da Embratel, até 1985. Depois surgiram novas questões. Não apenas porque começou o período democrático, mas porque nos anos 1960 o celular não existia, a TV por assinatura não existia, a internet não existia, a TV digital não existia. O satélite estava nascendo naquele momento.
O que mudou com a Constituição de 1988?
Dantas – A Constituição estabeleceu, no artigo 221, uma novidade fundamental em relação ao Código. Estabeleceu princípios de uma política de conteúdos. A finalidade cultural e educativa da radiodifusão. Definiu a radiodifusão como um serviço público, que pode ser concedido a agentes privados, mas tem obrigações públicas a cumprir: cultura, educação, informação de alto nível e regionalização da programação, para valorizar outros setores culturais do país. Mas uma coisa é estabelecer isso em uma Constituição, outra é colocar em prática. Precisa haver uma lei para dizer como esses aspectos vão ser executados. E essa lei nunca existiu. O Brasil não tem uma lei de comunicação. Temos a Lei do Cabo e a Lei Geral das Telecomunicações, que tratam do serviço de transporte de comunicação. Mas isso também mudou. Aparentemente, a Claro ou a TIM são operadoras de telecomunicação. Operar telecomunicação é transportar voz, dados. Mas hoje dá para ver TV no celular, entrar na internet pelo celular, baixar música. Isso não é mais telecomunicação. Hoje, essas operadoras também são provedoras de conteúdo.
E quais são os interesses em disputa?
Dantas – Quem controla a comunicação, controla o poder político e o poder econômico. Nessa questão não há acordo, na sociedade brasileira. E é esse o problema que atravanca a comissão organizadora da Confecom. O que nos mostra a experiência internacional, principalmente na Europa, é uma tendência de se considerar a convergência e romper com a divisão entre radiodifusão e telecomunicações, que não tem mais sentido, e considerar uma nova divisão, que seria entre conteúdo e infraestrutura. Existe uma infraestrutura para levar conteúdos e existe a produção de conteúdo. E você passa a regulamentar esses dois blocos, em vez de regulamentar por segmentos verticalizados, que estão sendo ultrapassados pela evolução tecnológica.
Sempre cito, como exemplo, a regulamentação inglesa. Poucas pessoas sabem, mas a BBC não é uma emissora de televisão. É uma programadora de televisão. As frequências usadas para chegar na casa do espectador são operadas por uma empresa chamada Crown Castle. Então, tem uma programadora de TV que não detém mais a frequência VHF, assim como a Fox não detém o cabo da NET nem a frequência do satélite Sky. Ela chega nas casas por outros distribuidores, de outras empresas.
A separação democratiza a produção e o acesso à informação. Se você define os elementos da cadeia produtiva (quem produz, quem programa, quem empacota, quem distribui), passa a ter poder (e isso é papel do Estado) de criar regras que impeçam acordos, dentro da cadeia, que gerem monopólios ou que obriguem os diferentes segmentos da cadeia a abrir espaço para outros fornecedores – que não sejam necessariamente comerciais, comandados apenas pela audiência. E isso tem como consequência democratizar e pluralizar o acesso e a produção. A TV por assinatura funciona assim: se a revista ARede criar um canal de TV, não entra na Net se a Globosat (que é do mesmo grupo econômico da Net) não concordar. Existe um acordo contratual de que qualquer proposta para transmitir um canal na rede da Net tem de receber a concordância da Globosat. Então, tem canal que não entra na Net. Agora, se você identifica esses elementos da cadeia, se cria um órgão regulador para intervir nessas coisas, começa a abrir espaço. Se estabelece, como a Lei do Cabo estabeleceu, que é obrigatório ter um canal do Senado, um canal do Judiciário, que tem de ter espaço para canal comunitário, tem que transmitir os canais abertos... tudo isso é o Estado quem decide, por lei.
Qual é a maior demanda da sociedade civil em relação à política de comunicação?
Dantas – Rever, por exemplo, a política de concessão, sobretudo porque ao longo desses anos, desde o Código de 1962, já não se sabe direito quem tem concessão para quê. Sem falar que muitos parlamentares têm concessões ilegalmente, por meio de laranjas. Isso, sem dúvida, precisa ser revisto. Mas você poderia abrir espaço para rádios e tevês comunitárias. Esse é um aspecto que o pessoal está querendo: um espaço maior para a manifestação da sociedade não comercial. Também se reivindica a regulamentação. A lei brasileira estabelece, por exemplo, que o concessionário está obrigado a ocupar aquela concessão com programação. Ou devolvê-la. Mas não existe regra sobre como se ocupar o espectro. Então, uma porção de gente ocupa com leilão de gado, venda de tapete, igrejas. E não é ilegal, porque não existe regra. Essas coisas têm de ser regulamentadas.
Por que os radiodifusores consideram prioritário regulamentar a internet?
Dantas – Confesso que ainda não entendi o movimento dos radiodifusores. Não sei se não perceberam o mundo, não entenderam direito o que vem por aí. A TV brasileira aberta, comercial, ainda é o grande veículo de comunicação no Brasil. TV a cabo e internet são para 10%. Pode ser, também, que estejam fazendo uma cortina de fumaça, tentando confundir. Quando eles propõem regulamentar a internet, uma coisa tão difícil de regulamentar e que ao mesmo tempo gera uma grande reação, criam uma polêmica em um campo que não afeta seus interesses comerciais e causa grande confusão. A tendência é a população consumidora no Brasil daqui a cinco, dez anos, estar na TV paga, no celular, na internet. Não mais na TV aberta. Em países como Estados Unidos, Japão, Holanda, Itália, Inglaterra, França, a TV aberta está desaparecendo: 90% das residências americanas têm TV por assinatura e uns 60% têm banda larga em casa.
Quais as questões fundamentais para o futuro?
Dantas – Duas coisas são importantes e têm que vir unidas. Uma é a universalização da banda larga. Precisamos de uma política que faça com que, em um prazo exequível, digamos, dez anos, a banda larga seja tão disseminada no Brasil quanto é a TV hoje. É óbvio que isso demanda uma política pesada de Estado; senão, não vai acontecer. Outra é ter uma política de conteúdo. Assegurar que, por meio dessa infraestrutura, se garanta aos mais variados produtores de mídia a capacidade de se expressar, de produzir, de fazer com que sua informação, seu produto, sua ideia, sua mensagem esteja ali, da maneira que você queira colocar. Pode ser uma página de internet, um canal de rádio comunitária, de TV comunitária... É preciso assegurar o espaço, pois não há capacidade infinita de transporte, há um número limitado de canais de TV, de áudio, de TV sob demanda, de canais interativos.
Por que as discussões sobre comunicação social não mobilizam outros setores?
Dantas – Falta, na sociedade brasileira, uma visão clara sobre comunicação. O problema da comunicação fica restrito aos comunicólogos. O do petróleo, aos petroleiros; o de saúde, ao pessoal da saúde. Não se discute isso em um sentido sistêmico, em um projeto de país. Faltam educadores, falta a turma de saúde nesse debate. Faltam também os cineastas. Todos os que criam conteúdo têm de estar nessa discussão, porque política de comunicação social é também política de conteúdo. E a política de conteúdo deve assegurar não apenas os conteúdos comerciais, mas um espaço amplo para a produção não comercial, a produção social, a produção cultural. Isso implica não só espaço para transmitir, mas apoio do Estado, fomento para produções. Uma questão que me preocupa muito é a do conteúdo nacional, inclusive no espaço comercial. Nada justifica que você não tenha cotas para produção nacional até mesmo nos canais estrangeiros. Esse é um princípio aceito internacionalmente. Os países têm direito a proteger sua cultura. Na Europa, os países da comunidade são obrigados a implantar uma política de cotas para a produção europeia. Cada país tem sua política de cotas da produção nacional.
Como definir uma política diante de posições tão divergentes?
Dantas – É preciso desarmar os espíritos e construir consensos. Em toda discussão tem de haver concessão, a democracia passa por aí. Não dá para querer tudo e não perder nada. Os noticiários, por exemplo, têm de ser mais neutros, é preciso abrir espaços para vozes divergentes nos meios de comunicação. Na TV brasileira há absolutos consensos, não há espaço para o debate, para a veiculação de posições efetivamente antagônicas. Tem que fazer concessões, entender que temos uma sociedade plural. O papel do governo seria construir esse consenso.
A televisão está presente em 99% dos lares. a maioria da população se informa e se forma pela tv, quando não pelo rádio.
Marcos Dantas é professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-RJ. Foi Secretário de Educação à Distância do MEC, secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações, representante do Poder Executivo no Conselho Consultivo da Anatel, representante do MEC no Conselho Deliberativo e no Comitê Gestor do Programa TV Digital, representante do governo no Comitê Gestor da Internet-Brasil.
Por Patrícia Cornils
Fonte: http://www.arede.inf.br/
A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que será realizada em dezembro, tem uma importância histórica porque o Brasil jamais fez um debate público sobre sua política de comunicação. Os diferentes segmentos da sociedade e mesmo os partidos políticos demoraram muito a dar a merecida importância a este tema, embora os meios de comunicação social tenham fundamental importância na vida do país e no desenvolvimento da democracia. De outro lado, os empresários da comunicação, os donos de jornais, revistas, rádios e TVs sempre se opuseram a este debate, temerosos de que a definição de uma política de comunicação social venha interferir nos seus negócios e na “liberdade de imprensa”.
O movimento pela democratização da comunicação existe pelo menos desde a Constituinte de 1988. Depois da Constituinte, e até como resultado dela, alguns segmentos organizaram o Fórum Nacional da Democratização da Comunicação (FNDC). A partir daí se estabeleceu um debate sobre o tema. Mas, como lembra o jornalista Marcos Dantas, professor do Departamento de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, trata-se de um debate difícil. Mesmo nos meios acadêmicos, ele praticamente não existe. Há, em todo o país, professores e pesquisadores que debatem essa questão isoladamente, sem uma institucionalidade. Durante muito tempo, a discussão ficou restrita a sindicatos de jornalistas e algumas entidades da área. Além disso, os meios de comunicação não pautam essa discussão, e tudo o que se discute na sociedade é pautado por eles. Daí a importância de o governo ter convocado a Confecom, cuja organização tem envolvido muita polêmica. Nesta entrevista, Dantas, um estudioso do papel dos meios de comunicação e de sua influência social, traça um panorama histórico da comunicação no Brasil e discute como será o futuro.
Como se chegou à convocação da Conferência?
Marcos Dantas – Há três ou quatro anos, começou a crescer no Brasil o movimento pela convocação da Conferência, por meio das comissões pró-conferência. Organizou-se uma comissão nacional, que funcionava em Brasília, e começaram a se formar as comissões estaduais. Em alguns estados funcionou melhor, em outros pior. Essa comissão nacional conseguiu uma articulação no Congresso Nacional, pela ação de deputados ligados aos partidos de esquerda (PT, PSOL, PSB, PCdoB). Com isso, foi possível construir uma massa crítica, adensar o processo para arrancar a Conferência, que tinha de ser convocada pelo Executivo. Agora existe uma comissão organizadora formalmente nomeada pelo presidente da República e integrada por representantes do governo, das empresas e da sociedade civil não-empresarial. Essa estrutura deve se repetir, na medida do possível, nos estados e municípios.
E já há uma disputa na comissão organizadora...
Dantas – Há um enorme impasse. A comissão organizadora precisa baixar um regimento estabelecendo como a Conferência será realizada. Os interesses opostos são muito fortes. O segmento de radiodifusão queria que o regimento definisse a agenda, a pauta da conferência, e queria que isso se resumisse à discussão de regulamentação da internet. O setor social quer discutir um enorme contencioso do campo da comunicação social, que tem a ver com política de concessão, com regulamentação do conteúdo de rádio e TV nos termos da Constituição brasileira, que nunca foi regulamentado.
Que contencioso é esse?
Dantas – A Constituição de 1988 tem um capítulo sobre Comunicação Social. Esse capítulo define a missão da comunicação social e, sobretudo, a missão da radiodifusão. Porque a radiodifusão é um instrumento fundamental de cultura, educação, informação. A televisão está presente em 99% dos lares e a grande maioria da população se informa e se forma pela televisão, quando não pelo rádio. Desde que o rádio, o primeiro instrumento de comunicação eletrônica de massa, começou a se organizar economicamente e socialmente, nos anos 1920, foi visto como um instrumento de política de Estado. Na maioria dos países, o Estado monopolizou o rádio, entendendo sua capacidade – e depois a da televisão – para formar mentes e mobilizar opiniões.
No Brasil, até os anos 1960, não havia lei muito clara em relação ao rádio. Havia uma rádio estatal forte, a Rádio Nacional, que foi muito importante na formação da mentalidade brasileira ao longo dos anos 1940 e 1950. Havia rádios comerciais, mas não regras claras de concessão, cassação, regulamentação, nada disso. Em 1962, o então presidente Jânio Quadros cassou uma rádio e deflagrou-se uma mobilização no sentido de que era preciso organizar juridicamente esse cenário. Naquele ano, foi redigido o Código Brasileiro de Telemunicações. Uma das questões mais importantes definidas pelo Código foi que só a União, em nome da federação, pode conceder frequências de rádio e de TV. O Código estabeleceu isso em um plano muito técnico. A única questão política ali, que depois nossa Constituição abrigou, era a necessidade de que o concessionário fosse brasileiro nato ou naturalizado. Que fosse uma pessoa física. Isso, na verdade, é uma herança dos tempos em que o rádio era visto como uma questão de segurança nacional.
Em 1964, houve o golpe e tudo o que o Código organizou foi executado pelos militares. Que, diga-se de passagem, efetivamente modernizaram as comunicações deste país. Houve uma revolução nas comunicações brasileiras no período que vai de 1965, com a criação da Embratel, até 1985. Depois surgiram novas questões. Não apenas porque começou o período democrático, mas porque nos anos 1960 o celular não existia, a TV por assinatura não existia, a internet não existia, a TV digital não existia. O satélite estava nascendo naquele momento.
O que mudou com a Constituição de 1988?
Dantas – A Constituição estabeleceu, no artigo 221, uma novidade fundamental em relação ao Código. Estabeleceu princípios de uma política de conteúdos. A finalidade cultural e educativa da radiodifusão. Definiu a radiodifusão como um serviço público, que pode ser concedido a agentes privados, mas tem obrigações públicas a cumprir: cultura, educação, informação de alto nível e regionalização da programação, para valorizar outros setores culturais do país. Mas uma coisa é estabelecer isso em uma Constituição, outra é colocar em prática. Precisa haver uma lei para dizer como esses aspectos vão ser executados. E essa lei nunca existiu. O Brasil não tem uma lei de comunicação. Temos a Lei do Cabo e a Lei Geral das Telecomunicações, que tratam do serviço de transporte de comunicação. Mas isso também mudou. Aparentemente, a Claro ou a TIM são operadoras de telecomunicação. Operar telecomunicação é transportar voz, dados. Mas hoje dá para ver TV no celular, entrar na internet pelo celular, baixar música. Isso não é mais telecomunicação. Hoje, essas operadoras também são provedoras de conteúdo.
E quais são os interesses em disputa?
Dantas – Quem controla a comunicação, controla o poder político e o poder econômico. Nessa questão não há acordo, na sociedade brasileira. E é esse o problema que atravanca a comissão organizadora da Confecom. O que nos mostra a experiência internacional, principalmente na Europa, é uma tendência de se considerar a convergência e romper com a divisão entre radiodifusão e telecomunicações, que não tem mais sentido, e considerar uma nova divisão, que seria entre conteúdo e infraestrutura. Existe uma infraestrutura para levar conteúdos e existe a produção de conteúdo. E você passa a regulamentar esses dois blocos, em vez de regulamentar por segmentos verticalizados, que estão sendo ultrapassados pela evolução tecnológica.
Sempre cito, como exemplo, a regulamentação inglesa. Poucas pessoas sabem, mas a BBC não é uma emissora de televisão. É uma programadora de televisão. As frequências usadas para chegar na casa do espectador são operadas por uma empresa chamada Crown Castle. Então, tem uma programadora de TV que não detém mais a frequência VHF, assim como a Fox não detém o cabo da NET nem a frequência do satélite Sky. Ela chega nas casas por outros distribuidores, de outras empresas.
A separação democratiza a produção e o acesso à informação. Se você define os elementos da cadeia produtiva (quem produz, quem programa, quem empacota, quem distribui), passa a ter poder (e isso é papel do Estado) de criar regras que impeçam acordos, dentro da cadeia, que gerem monopólios ou que obriguem os diferentes segmentos da cadeia a abrir espaço para outros fornecedores – que não sejam necessariamente comerciais, comandados apenas pela audiência. E isso tem como consequência democratizar e pluralizar o acesso e a produção. A TV por assinatura funciona assim: se a revista ARede criar um canal de TV, não entra na Net se a Globosat (que é do mesmo grupo econômico da Net) não concordar. Existe um acordo contratual de que qualquer proposta para transmitir um canal na rede da Net tem de receber a concordância da Globosat. Então, tem canal que não entra na Net. Agora, se você identifica esses elementos da cadeia, se cria um órgão regulador para intervir nessas coisas, começa a abrir espaço. Se estabelece, como a Lei do Cabo estabeleceu, que é obrigatório ter um canal do Senado, um canal do Judiciário, que tem de ter espaço para canal comunitário, tem que transmitir os canais abertos... tudo isso é o Estado quem decide, por lei.
Qual é a maior demanda da sociedade civil em relação à política de comunicação?
Dantas – Rever, por exemplo, a política de concessão, sobretudo porque ao longo desses anos, desde o Código de 1962, já não se sabe direito quem tem concessão para quê. Sem falar que muitos parlamentares têm concessões ilegalmente, por meio de laranjas. Isso, sem dúvida, precisa ser revisto. Mas você poderia abrir espaço para rádios e tevês comunitárias. Esse é um aspecto que o pessoal está querendo: um espaço maior para a manifestação da sociedade não comercial. Também se reivindica a regulamentação. A lei brasileira estabelece, por exemplo, que o concessionário está obrigado a ocupar aquela concessão com programação. Ou devolvê-la. Mas não existe regra sobre como se ocupar o espectro. Então, uma porção de gente ocupa com leilão de gado, venda de tapete, igrejas. E não é ilegal, porque não existe regra. Essas coisas têm de ser regulamentadas.
Por que os radiodifusores consideram prioritário regulamentar a internet?
Dantas – Confesso que ainda não entendi o movimento dos radiodifusores. Não sei se não perceberam o mundo, não entenderam direito o que vem por aí. A TV brasileira aberta, comercial, ainda é o grande veículo de comunicação no Brasil. TV a cabo e internet são para 10%. Pode ser, também, que estejam fazendo uma cortina de fumaça, tentando confundir. Quando eles propõem regulamentar a internet, uma coisa tão difícil de regulamentar e que ao mesmo tempo gera uma grande reação, criam uma polêmica em um campo que não afeta seus interesses comerciais e causa grande confusão. A tendência é a população consumidora no Brasil daqui a cinco, dez anos, estar na TV paga, no celular, na internet. Não mais na TV aberta. Em países como Estados Unidos, Japão, Holanda, Itália, Inglaterra, França, a TV aberta está desaparecendo: 90% das residências americanas têm TV por assinatura e uns 60% têm banda larga em casa.
Quais as questões fundamentais para o futuro?
Dantas – Duas coisas são importantes e têm que vir unidas. Uma é a universalização da banda larga. Precisamos de uma política que faça com que, em um prazo exequível, digamos, dez anos, a banda larga seja tão disseminada no Brasil quanto é a TV hoje. É óbvio que isso demanda uma política pesada de Estado; senão, não vai acontecer. Outra é ter uma política de conteúdo. Assegurar que, por meio dessa infraestrutura, se garanta aos mais variados produtores de mídia a capacidade de se expressar, de produzir, de fazer com que sua informação, seu produto, sua ideia, sua mensagem esteja ali, da maneira que você queira colocar. Pode ser uma página de internet, um canal de rádio comunitária, de TV comunitária... É preciso assegurar o espaço, pois não há capacidade infinita de transporte, há um número limitado de canais de TV, de áudio, de TV sob demanda, de canais interativos.
Por que as discussões sobre comunicação social não mobilizam outros setores?
Dantas – Falta, na sociedade brasileira, uma visão clara sobre comunicação. O problema da comunicação fica restrito aos comunicólogos. O do petróleo, aos petroleiros; o de saúde, ao pessoal da saúde. Não se discute isso em um sentido sistêmico, em um projeto de país. Faltam educadores, falta a turma de saúde nesse debate. Faltam também os cineastas. Todos os que criam conteúdo têm de estar nessa discussão, porque política de comunicação social é também política de conteúdo. E a política de conteúdo deve assegurar não apenas os conteúdos comerciais, mas um espaço amplo para a produção não comercial, a produção social, a produção cultural. Isso implica não só espaço para transmitir, mas apoio do Estado, fomento para produções. Uma questão que me preocupa muito é a do conteúdo nacional, inclusive no espaço comercial. Nada justifica que você não tenha cotas para produção nacional até mesmo nos canais estrangeiros. Esse é um princípio aceito internacionalmente. Os países têm direito a proteger sua cultura. Na Europa, os países da comunidade são obrigados a implantar uma política de cotas para a produção europeia. Cada país tem sua política de cotas da produção nacional.
Como definir uma política diante de posições tão divergentes?
Dantas – É preciso desarmar os espíritos e construir consensos. Em toda discussão tem de haver concessão, a democracia passa por aí. Não dá para querer tudo e não perder nada. Os noticiários, por exemplo, têm de ser mais neutros, é preciso abrir espaços para vozes divergentes nos meios de comunicação. Na TV brasileira há absolutos consensos, não há espaço para o debate, para a veiculação de posições efetivamente antagônicas. Tem que fazer concessões, entender que temos uma sociedade plural. O papel do governo seria construir esse consenso.
A televisão está presente em 99% dos lares. a maioria da população se informa e se forma pela tv, quando não pelo rádio.
Marcos Dantas é professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-RJ. Foi Secretário de Educação à Distância do MEC, secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações, representante do Poder Executivo no Conselho Consultivo da Anatel, representante do MEC no Conselho Deliberativo e no Comitê Gestor do Programa TV Digital, representante do governo no Comitê Gestor da Internet-Brasil.
Por Patrícia Cornils
Fonte: http://www.arede.inf.br/
100 LIVROS SOBRE DESIGN
Com primeira edição lançada simultaneamente em todo o mundo, a Cosac Naify publica outro livro sobre a evolução da produção editorial, Bibliográfico: 100 Livros Clássicos sobre Design Gráfico (tradução de Cid Knipel, 224 páginas, R$ 99).
Escrito pelo designer e bibliófilo inglês Jason Godfrey, a edição é organizada em seis seções com mais de 600 ilustrações: Tipografia, Livros de Referência, Didáticos, Histórias, Antologias e Monografias. De certo modo, Bibliográfico complementa o trabalho de compilação feito por Philip B. Meggs em História do Design Gráfico. Alguns trabalhos comentados no primeiro ganham projeção no segundo, caso da poderosa imagem do pugilista Muhammad Ali registrada em 1968 pelo diretor de arte americano George Lois para a revista Esquire. Nela, o lutador posa como um São Sebastião contemporâneo, simbolicamente flechado pela mídia.
Lois era o rei das capas da Esquire. No mesmo ano ele convenceu o ex-presidente Richard Nixon a se deixar fotografar enquanto um batalhão de maquiadores passava batom e sabe-se lá mais o que em seu rosto.
O livro História do Design Gráfico ganha capítulo especial na obra de Godfrey, que presta tributo ao empenho com que Philip Meggs se dedicou à elaboração desse volumoso estudo. Meggs lecionava na Universidade de Richmond, em 1968, quando ficou claro para ele que seus alunos não conheciam nada sobre a história do design. Compilando os textos de suas conferências, o professor impressionou o mercado editorial, em 1983, ao apresentar um livro de abrangência ilimitada. Ou quase. Há apenas uma referência ao design brasileiro, mas a diretora de arte Elaine Ramos promete corrigir essa lacuna brevemente:
– No começo, planejamos agregar um encarte à edição de História do Design Gráfico, mas resolvemos ampliar o projeto e torná-lo independente.
Resultado: em 2010, sai pela Cosac Naify uma história do design brasileiro com mais de 2 mil imagens.
O Brasil tampouco marca presença entre os cem livros selecionados como modelos por Godfrey, apesar dos reconhecidos méritos de nossos designers – sobretudo após o advento da arte de tendência construtiva no país, na passagem dos anos 1950 para os 60. É possível reconhecer uma ou outra influência assimilada pelos brasileiros que tinham acesso a livros como Graphic Design Manual (1965), do suíço Armin Hofmann. Ele arrebanhou número expressivo de admiradores entre os artistas concretos e neoconcretos daqui. Identifica-se a marca de sua pureza formal em obras de peso como a de Lothar Charoux (1912 – 1987), Luís Sacilotto (1924 – 2003) e Willys de Castro (1926 – 1988).
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2646612.xml&template=3898.dwt&edition=13084§ion=999
Escrito pelo designer e bibliófilo inglês Jason Godfrey, a edição é organizada em seis seções com mais de 600 ilustrações: Tipografia, Livros de Referência, Didáticos, Histórias, Antologias e Monografias. De certo modo, Bibliográfico complementa o trabalho de compilação feito por Philip B. Meggs em História do Design Gráfico. Alguns trabalhos comentados no primeiro ganham projeção no segundo, caso da poderosa imagem do pugilista Muhammad Ali registrada em 1968 pelo diretor de arte americano George Lois para a revista Esquire. Nela, o lutador posa como um São Sebastião contemporâneo, simbolicamente flechado pela mídia.
Lois era o rei das capas da Esquire. No mesmo ano ele convenceu o ex-presidente Richard Nixon a se deixar fotografar enquanto um batalhão de maquiadores passava batom e sabe-se lá mais o que em seu rosto.
O livro História do Design Gráfico ganha capítulo especial na obra de Godfrey, que presta tributo ao empenho com que Philip Meggs se dedicou à elaboração desse volumoso estudo. Meggs lecionava na Universidade de Richmond, em 1968, quando ficou claro para ele que seus alunos não conheciam nada sobre a história do design. Compilando os textos de suas conferências, o professor impressionou o mercado editorial, em 1983, ao apresentar um livro de abrangência ilimitada. Ou quase. Há apenas uma referência ao design brasileiro, mas a diretora de arte Elaine Ramos promete corrigir essa lacuna brevemente:
– No começo, planejamos agregar um encarte à edição de História do Design Gráfico, mas resolvemos ampliar o projeto e torná-lo independente.
Resultado: em 2010, sai pela Cosac Naify uma história do design brasileiro com mais de 2 mil imagens.
O Brasil tampouco marca presença entre os cem livros selecionados como modelos por Godfrey, apesar dos reconhecidos méritos de nossos designers – sobretudo após o advento da arte de tendência construtiva no país, na passagem dos anos 1950 para os 60. É possível reconhecer uma ou outra influência assimilada pelos brasileiros que tinham acesso a livros como Graphic Design Manual (1965), do suíço Armin Hofmann. Ele arrebanhou número expressivo de admiradores entre os artistas concretos e neoconcretos daqui. Identifica-se a marca de sua pureza formal em obras de peso como a de Lothar Charoux (1912 – 1987), Luís Sacilotto (1924 – 2003) e Willys de Castro (1926 – 1988).
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2646612.xml&template=3898.dwt&edition=13084§ion=999
BANCOS QUE FINANCIAM O DESMATAMENTO VÃO SE DAR MAL
Os bancos que se cuidem. O Ministério Público Federal anunciou que deve fazer com as instituições financeiras o mesmo que fez com indústrias e varejistas que comercializam produtos oriundos do desmatamento da Amazônia no Pará. Ou seja, quem conceder crédito a fazendas, mineradoras, hidrelétricas e outros empreendimentos envolvidos em crimes ambientais vai enfrentar ações na Justiça seguindo o mesmo modelo que a cadeia da pecuária bovina está enfrentando. Conversei com representantes de bancos em São Paulo. Disseram que, com isso, terão que correr atrás do prejuízo.
Com base em um rastreamento de cadeias produtivas realizado em parceria com o Ibama, o MPF-PA iniciou duas dezenas de processos judiciais contra fazendas e frigoríficos, pedindo o pagamento de R$ 2,1 bilhões em indenizações por danos ambientais, no final de maio. Dezenas de empresas que compraram subprodutos desses frigoríficos receberam notificações em que foram informadas que haviam adquirido insumos obtidos através do desmatamento ilegal da Amazônia. A partir da notificação, deveriam parar de comprar desses fazendeiros e frigoríficos ou passariam à condição de co-responsáveis pelos danos ambientais. O mesmo ocorrerá com os bancos.
Com isso, no início de julho, frigoríficos e o governo do Pará assinaram termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal (MPF) que prevêem a moratória total do desmatamento, o reflorestamento de áreas degradadas e o licenciamento ambiental. Também irão informar a origem da carne aos consumidores e ao MPF, que vai verificar a existência de trabalho escravo, crimes ambientais e grilagem entre os fornecedores. As empresas que receberam recomendações para suspender contratos de comercialização com os frigoríficos, como os varejistas, poderiam retomar os negócios com a carne do Pará após esses TACs.
Alguns especialistas que lidam com esse problema no dia-a-dia acham mais fácil os bancos públicos federais e alguns bancos privados adotarem, na prática, regras mais rígidas para concessão de crédito do que o BNDES - que tem funcionado como um último refúgio de quem atua de forma ilegal na Amazônia. A ver.
Fonte: Blog do Sakamoto
Link: http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/08/28/bancos-que-financiam-o-desmatamento-vao-se-dar-mal/
Com base em um rastreamento de cadeias produtivas realizado em parceria com o Ibama, o MPF-PA iniciou duas dezenas de processos judiciais contra fazendas e frigoríficos, pedindo o pagamento de R$ 2,1 bilhões em indenizações por danos ambientais, no final de maio. Dezenas de empresas que compraram subprodutos desses frigoríficos receberam notificações em que foram informadas que haviam adquirido insumos obtidos através do desmatamento ilegal da Amazônia. A partir da notificação, deveriam parar de comprar desses fazendeiros e frigoríficos ou passariam à condição de co-responsáveis pelos danos ambientais. O mesmo ocorrerá com os bancos.
Com isso, no início de julho, frigoríficos e o governo do Pará assinaram termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal (MPF) que prevêem a moratória total do desmatamento, o reflorestamento de áreas degradadas e o licenciamento ambiental. Também irão informar a origem da carne aos consumidores e ao MPF, que vai verificar a existência de trabalho escravo, crimes ambientais e grilagem entre os fornecedores. As empresas que receberam recomendações para suspender contratos de comercialização com os frigoríficos, como os varejistas, poderiam retomar os negócios com a carne do Pará após esses TACs.
Alguns especialistas que lidam com esse problema no dia-a-dia acham mais fácil os bancos públicos federais e alguns bancos privados adotarem, na prática, regras mais rígidas para concessão de crédito do que o BNDES - que tem funcionado como um último refúgio de quem atua de forma ilegal na Amazônia. A ver.
Fonte: Blog do Sakamoto
Link: http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/08/28/bancos-que-financiam-o-desmatamento-vao-se-dar-mal/
LANÇAMENTO LIVRO MÍDIA, QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL
O livro Mídia, questão social e Serviço Social, recém-publicado pela Editora Cortez, será lançado no Rio de Janeiro sexta-feira, dia 11 de setembro, a partir das 18h, no auditório 91 do Pavilhão João Lyra Filho, na Faculdade de Serviço Social da UERJ.
Vinte e um autores, entre profissionais e professores de comunicação e de serviço social, discutem as relações entre mídia e políticas públicas. Sem deixar a reflexão teórica de lado, o livro vai fundo na descrição e análise crítica da experiência de profissionais que atuam nesse campo de interseção entre comunicação e políticas sociais.
O livro, organizado por Mione Sales e Jefferson Ruiz, é resultado do curso de extensão oferecido pela Faculdade de Serviço Social da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) com o mesmo tema. A interdisciplinaridade do curso reflete as novas preocupações no campo do serviço social, profissão que cresce rapidamente e, longe da velha imagem do assistente caridoso, se desenvolve como área de conhecimento e intervenção profissional.
O lançamento seguirá o caráter criativo e participante do livro, com instalações, performances, música e debate. Mas a tradição do coquetel e dos autógrafos será mantida. A atividade integra a agenda das comemorações dos 65 anos da Faculdade de Serviço Social da UERJ.
Resenha:
Mídia, questão social e Serviço Social está organizado em quatro zonas:
Na ZONA DE ABERTURA, os organizadores discutem as relações dos meios de comunicação de massa com as esferas pública e privada, e seu papel no debate sobre políticas sociais e direitos humanos. A evolução da comunicação mudou nossa forma de ver o mundo e ampliou o leque de possibilidades de uso das mídias. Hoje, o debate sobre democratização da comunicação supera os limites do direito à informação. O que está colocado é o direito à produção da informação, como forma de expressão e participação no debate público. Em ano de conferências públicas sobre a organização dos meios de comunicação, é indispensável buscar outros caminhos para os meios de comunicação de massa, hoje concentrados nas mãos de poucas famílias.
Na ZONA INTERDISCIPLINAR: DIÁLOGOS COMUNICATIVOS, profissionais e professores de comunicação refletem sobre os desafios da assessoria de imprensa voltada para a área social, as questões técnicas para o jornalista que pretende escapar ao senso comum que domina a mídia comercial, incluindo reflexões sobre técnicas de reportagem, conceitos e usos da fotografia e das novas tecnologias de comunicação. Por fim, relatos de experiências práticas de ações em comunicação com segmentos populares são apresentados acompanhados de reflexões sobre seus sentidos e efeitos sociais.
Na ZONA PROFISSIONAL E INTERLOCUÇÃO SOCIAL, estão os artigos de alunos do curso, que estabelecem relações entre as políticas e segmentos sociais em que atuam os assistentes sociais e o campo da comunicação. Programa Bolsa Família; violência, crime e identidade; gravidez na adolescência; pessoas com deficiência; pessoas portadoras de hanseníase são alguns dos temas apresentados na sua inter relação com as mídias. O debate inclui a cobertura dos movimentos sociais pela imprensa, o diálogo com os jovens e adolescentes em programas para o público "teen" e termina com os desafios de dialogar com mídias pouco exploradas pela profissão, como o rádio.
Por fim, na ZONA DE COMPROMISSO, os autores refletem sobre as necessidades e possibilidades de atuação do Serviço Social no campo da comunicação. De novo, os artigos vão do debate teórico ao relato do que já existe construído em termos de política de comunicação dos assistentes sociais e de experiências concretas de apropriação das técnicas de comunicação no trabalho com usuários de serviços públicos.
Serviço:
Mídia, questão social e Serviço Social contou com o apoio do Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro (CRESS-RJ) e da Faculdade de Serviço Social da UERJ e está sendo lançado em diversos estados do país. O livro é encontrado em livrarias revendedoras da Editora Cortez ou em sites especializados.
Mione Sales é professora de Serviço Social da UERJ e Jefferson Ruiz é assessor político do CRESS-RJ.
Os autores:
Alessandra Melo Silva, Ana Lucia Vaz, Cecilia Contente, Claudia Correia, Dianne Arrais de Figueiredo, Jefferson Lee de Souza Ruiz, Juliana Desiderio Lobo Prudencio, Kenia Augusta Figueiredo, Leandro Rocha da Silva, Luiz Henrique Nascimento, Marcelo Braz, Marcelo Ficher, Márcia Carnaval, Maria Celina Machado, Mione Apolinário Sales, Moara Paiva Zanetti, Nelma Rosimeire da Silva Espíndola, Olga Sueli Arruda, Renato Veloso, Sandra Regina Manes Barreto, Tatiana Maria Araújo da Fonseca.
Vinte e um autores, entre profissionais e professores de comunicação e de serviço social, discutem as relações entre mídia e políticas públicas. Sem deixar a reflexão teórica de lado, o livro vai fundo na descrição e análise crítica da experiência de profissionais que atuam nesse campo de interseção entre comunicação e políticas sociais.
O livro, organizado por Mione Sales e Jefferson Ruiz, é resultado do curso de extensão oferecido pela Faculdade de Serviço Social da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) com o mesmo tema. A interdisciplinaridade do curso reflete as novas preocupações no campo do serviço social, profissão que cresce rapidamente e, longe da velha imagem do assistente caridoso, se desenvolve como área de conhecimento e intervenção profissional.
O lançamento seguirá o caráter criativo e participante do livro, com instalações, performances, música e debate. Mas a tradição do coquetel e dos autógrafos será mantida. A atividade integra a agenda das comemorações dos 65 anos da Faculdade de Serviço Social da UERJ.
Resenha:
Mídia, questão social e Serviço Social está organizado em quatro zonas:
Na ZONA DE ABERTURA, os organizadores discutem as relações dos meios de comunicação de massa com as esferas pública e privada, e seu papel no debate sobre políticas sociais e direitos humanos. A evolução da comunicação mudou nossa forma de ver o mundo e ampliou o leque de possibilidades de uso das mídias. Hoje, o debate sobre democratização da comunicação supera os limites do direito à informação. O que está colocado é o direito à produção da informação, como forma de expressão e participação no debate público. Em ano de conferências públicas sobre a organização dos meios de comunicação, é indispensável buscar outros caminhos para os meios de comunicação de massa, hoje concentrados nas mãos de poucas famílias.
Na ZONA INTERDISCIPLINAR: DIÁLOGOS COMUNICATIVOS, profissionais e professores de comunicação refletem sobre os desafios da assessoria de imprensa voltada para a área social, as questões técnicas para o jornalista que pretende escapar ao senso comum que domina a mídia comercial, incluindo reflexões sobre técnicas de reportagem, conceitos e usos da fotografia e das novas tecnologias de comunicação. Por fim, relatos de experiências práticas de ações em comunicação com segmentos populares são apresentados acompanhados de reflexões sobre seus sentidos e efeitos sociais.
Na ZONA PROFISSIONAL E INTERLOCUÇÃO SOCIAL, estão os artigos de alunos do curso, que estabelecem relações entre as políticas e segmentos sociais em que atuam os assistentes sociais e o campo da comunicação. Programa Bolsa Família; violência, crime e identidade; gravidez na adolescência; pessoas com deficiência; pessoas portadoras de hanseníase são alguns dos temas apresentados na sua inter relação com as mídias. O debate inclui a cobertura dos movimentos sociais pela imprensa, o diálogo com os jovens e adolescentes em programas para o público "teen" e termina com os desafios de dialogar com mídias pouco exploradas pela profissão, como o rádio.
Por fim, na ZONA DE COMPROMISSO, os autores refletem sobre as necessidades e possibilidades de atuação do Serviço Social no campo da comunicação. De novo, os artigos vão do debate teórico ao relato do que já existe construído em termos de política de comunicação dos assistentes sociais e de experiências concretas de apropriação das técnicas de comunicação no trabalho com usuários de serviços públicos.
Serviço:
Mídia, questão social e Serviço Social contou com o apoio do Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro (CRESS-RJ) e da Faculdade de Serviço Social da UERJ e está sendo lançado em diversos estados do país. O livro é encontrado em livrarias revendedoras da Editora Cortez ou em sites especializados.
Mione Sales é professora de Serviço Social da UERJ e Jefferson Ruiz é assessor político do CRESS-RJ.
Os autores:
Alessandra Melo Silva, Ana Lucia Vaz, Cecilia Contente, Claudia Correia, Dianne Arrais de Figueiredo, Jefferson Lee de Souza Ruiz, Juliana Desiderio Lobo Prudencio, Kenia Augusta Figueiredo, Leandro Rocha da Silva, Luiz Henrique Nascimento, Marcelo Braz, Marcelo Ficher, Márcia Carnaval, Maria Celina Machado, Mione Apolinário Sales, Moara Paiva Zanetti, Nelma Rosimeire da Silva Espíndola, Olga Sueli Arruda, Renato Veloso, Sandra Regina Manes Barreto, Tatiana Maria Araújo da Fonseca.
CAMPANHAS SALARIAIS MOVIMENTAM JORNALISTAS EM VÁRIOS ESTADOS
Apesar do bom desempenho econômico que as empresas de comunicação vêm obtendo, nas campanhas salariais em diversos estados os empresários do setor, além de retardarem as negociações, apresentam contrapropostas aviltantes às reivindicações da categoria. Acompanhe, ainda, informações sobre a nova vitória obtida pelo Sindicato de Alagoas quanto ao enquadramento de repórteres cinematográficos, o lançamento do livro "A comunicação na Justiça Brasileira", durante o V Conbrascom, e a homenagem que o jornalista Dídimo Paiva recebeu da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte.
Em muitos estados brasileiros as datas-base dos jornalistas concentram-se no segundo semestre. No Ceará, o início das negociações da campanha salarial 2009/2010 dos jornalistas de jornais e revistas foi adiado pela segunda vez, a pedido do sindicato patronal. A reunião foi remarcada para o próximo dia 11 de setembro, às 9h30, na sede da Secretaria Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). A pauta de reivindicações dos trabalhadores foi enviada às empresas no dia 11 de agosto. Os profissionais de impresso, que têm data-base em 1º de setembro, reivindicam piso salarial unificado de R$ 1.356,57 e reajuste linear de 9,9%, entre outros pleitos.
Já em São Paulo, empresas de jornais e revistas da Capital insistem em apresentar proposta rebaixada para a categoria. Em assembleias realizadas no dia 1º de setembro a categoria rejeitou a contraproposta patronal de reajuste inferior à inflação e com reescalonamento, mantendo a reivindicação de reposição plena das perdas inflacionárias para todos e a negociação de aumento real.
Também em Minas Gerais a negociação com o segmento de jornais e revistas vem se arrastando. Em reunião com representantes do Sindicato dos Jornalistas no dia 1º de setembro, os representantes dos patrões apresentaram uma contraproposta de 5,92% (reposição das perdas salariais, com base no INPC), só a partir do mês de setembro. Sobre o retroativo, de abril a agosto, a empresas aceitam pagar apenas um reajuste de 4%, mesmo assim dividido em cinco vezes. Com data-base prorrogada até 15 de setembro, o Sindicato visita as redações mobilizando a categoria para pressionar as empresas a atenderem as reivindicações dos jornalistas.
Em Assembléia realizada no dia 4 de setembro, os jornalistas no Rio Grande do Norte aprovaram sua pauta de reivindicações para a Campanha Salarial 2009/2010. Mesmo sem discutir novo piso, os jornalistas reivindicam mudanças nos valores das diárias pagas em viagem a trabalho, entre outros benefícios. Em Pernambuco, a primeira rodada de "negociações" ocorreu nesta terça-feira (08/9), mas a bancada patronal de impresso, TV, rádio e online compareceu sem nenhuma proposta para a categoria. Os representantes das empresas de rádio e TV propuseram um calendário de reuniões, com encontros previstos para os dias 15 e 21 deste mês. Já os representantes patronais de impresso e online argumentaram que aguardam o índice de inflação de agosto para definirem uma contraproposta.
Justiça manda TV Alagoas enquadrar cinegrafistas como jornalistas
Mais cinco operadores de câmeras que atuavam como repórteres cinematográficos em Alagoas tiveram a função de jornalista reconhecida pela Justiça do Trabalho. A sentença, da 4ª Vara do Trabalho em Maceió, foi proferida pelo juiz José dos Santos Júnior, após julgar procedente ação do Sindicato dos Jornalistas (Sindjornal), que atuou como substituto no processo. Os cinco profissionais são da TV Alagoas, pertencente ao grupo Sampaio Rádio e Televisão (afiliado do SBT). Pela decisão a empresa, que havia contratado os trabalhadores como radialistas, terá de enquadrá-los como jornalistas profissionais, pagando-lhes o piso salarial da categoria (R$ 1.945,47), mais que o dobro do que ganham atualmente. A sentença também determina o registro da função em carteira, desde a data da contratação. A TV terá de pagar as diferenças salariais do período, com juros e correção monetária, além de uma multa por cada repórter, devido ao descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho dos Jornalistas. Embora a empresa ainda possa recorrer a outras instâncias do Judiciário, já existe jurisprudência favorável aos repórteres cinematográficos no Tribunal Superior do Trabalho. Através de ações e negociações, o Sindicato já conseguiu, anteriormente, regularizar a situação de repórteres cinematográficos d a TV Gazeta (afiliada da Rede Globo) e da TV Pajuçara (afiliada da Rede Record).
FNCJ lança livro sobre a comunicação na Justiça brasileira
O Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ) lançou na capital maranhense, durante o V Congresso Brasileiro de Assessores de Comunicação da Justiça (Conbrascom), o livro "A comunicação na Justiça Brasileira". Organizado pelos jornalistas Flávio Damiani, da Procuradoria Geral do Município do Rio Grande do Sul (PGM-RS) e Edvânia Kátia, assessora chefa da Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA), a publicação, que leva o selo da Pandion Editora, também conta com a colaboração de mais 14 profissionais dos diversos órgãos ligados à Justiça. O livro relata a contribuição das assessorias de comunicação e dos profissionais da área para a efetividade dos direitos sociais, na perspectiva dos jornalistas que compõe o FNCJ ou não, que atuam nos diversos órgãos do poder judiciário.
Câmara de Belo Horizonte homenageia Dídimo Paiva
A Câmara Municipal de Belo Horizonte fez, no dia 3 de setembro, uma homenagem ao jornalista Dídimo Paiva, concedendo-lhe a cidadania honorária. Dídimo foi presidente do Sindicato dos Jornalistas, fundador do Dieese em Minas Gerais e membro da direção da FENAJ, com grande atuação na resistência à Ditadura Militar e em defesa da liberdade de imprensa e da ética no jornalismo.
Fonte: FENAJ
Em muitos estados brasileiros as datas-base dos jornalistas concentram-se no segundo semestre. No Ceará, o início das negociações da campanha salarial 2009/2010 dos jornalistas de jornais e revistas foi adiado pela segunda vez, a pedido do sindicato patronal. A reunião foi remarcada para o próximo dia 11 de setembro, às 9h30, na sede da Secretaria Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). A pauta de reivindicações dos trabalhadores foi enviada às empresas no dia 11 de agosto. Os profissionais de impresso, que têm data-base em 1º de setembro, reivindicam piso salarial unificado de R$ 1.356,57 e reajuste linear de 9,9%, entre outros pleitos.
Já em São Paulo, empresas de jornais e revistas da Capital insistem em apresentar proposta rebaixada para a categoria. Em assembleias realizadas no dia 1º de setembro a categoria rejeitou a contraproposta patronal de reajuste inferior à inflação e com reescalonamento, mantendo a reivindicação de reposição plena das perdas inflacionárias para todos e a negociação de aumento real.
Também em Minas Gerais a negociação com o segmento de jornais e revistas vem se arrastando. Em reunião com representantes do Sindicato dos Jornalistas no dia 1º de setembro, os representantes dos patrões apresentaram uma contraproposta de 5,92% (reposição das perdas salariais, com base no INPC), só a partir do mês de setembro. Sobre o retroativo, de abril a agosto, a empresas aceitam pagar apenas um reajuste de 4%, mesmo assim dividido em cinco vezes. Com data-base prorrogada até 15 de setembro, o Sindicato visita as redações mobilizando a categoria para pressionar as empresas a atenderem as reivindicações dos jornalistas.
Em Assembléia realizada no dia 4 de setembro, os jornalistas no Rio Grande do Norte aprovaram sua pauta de reivindicações para a Campanha Salarial 2009/2010. Mesmo sem discutir novo piso, os jornalistas reivindicam mudanças nos valores das diárias pagas em viagem a trabalho, entre outros benefícios. Em Pernambuco, a primeira rodada de "negociações" ocorreu nesta terça-feira (08/9), mas a bancada patronal de impresso, TV, rádio e online compareceu sem nenhuma proposta para a categoria. Os representantes das empresas de rádio e TV propuseram um calendário de reuniões, com encontros previstos para os dias 15 e 21 deste mês. Já os representantes patronais de impresso e online argumentaram que aguardam o índice de inflação de agosto para definirem uma contraproposta.
Justiça manda TV Alagoas enquadrar cinegrafistas como jornalistas
Mais cinco operadores de câmeras que atuavam como repórteres cinematográficos em Alagoas tiveram a função de jornalista reconhecida pela Justiça do Trabalho. A sentença, da 4ª Vara do Trabalho em Maceió, foi proferida pelo juiz José dos Santos Júnior, após julgar procedente ação do Sindicato dos Jornalistas (Sindjornal), que atuou como substituto no processo. Os cinco profissionais são da TV Alagoas, pertencente ao grupo Sampaio Rádio e Televisão (afiliado do SBT). Pela decisão a empresa, que havia contratado os trabalhadores como radialistas, terá de enquadrá-los como jornalistas profissionais, pagando-lhes o piso salarial da categoria (R$ 1.945,47), mais que o dobro do que ganham atualmente. A sentença também determina o registro da função em carteira, desde a data da contratação. A TV terá de pagar as diferenças salariais do período, com juros e correção monetária, além de uma multa por cada repórter, devido ao descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho dos Jornalistas. Embora a empresa ainda possa recorrer a outras instâncias do Judiciário, já existe jurisprudência favorável aos repórteres cinematográficos no Tribunal Superior do Trabalho. Através de ações e negociações, o Sindicato já conseguiu, anteriormente, regularizar a situação de repórteres cinematográficos d a TV Gazeta (afiliada da Rede Globo) e da TV Pajuçara (afiliada da Rede Record).
FNCJ lança livro sobre a comunicação na Justiça brasileira
O Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ) lançou na capital maranhense, durante o V Congresso Brasileiro de Assessores de Comunicação da Justiça (Conbrascom), o livro "A comunicação na Justiça Brasileira". Organizado pelos jornalistas Flávio Damiani, da Procuradoria Geral do Município do Rio Grande do Sul (PGM-RS) e Edvânia Kátia, assessora chefa da Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA), a publicação, que leva o selo da Pandion Editora, também conta com a colaboração de mais 14 profissionais dos diversos órgãos ligados à Justiça. O livro relata a contribuição das assessorias de comunicação e dos profissionais da área para a efetividade dos direitos sociais, na perspectiva dos jornalistas que compõe o FNCJ ou não, que atuam nos diversos órgãos do poder judiciário.
Câmara de Belo Horizonte homenageia Dídimo Paiva
A Câmara Municipal de Belo Horizonte fez, no dia 3 de setembro, uma homenagem ao jornalista Dídimo Paiva, concedendo-lhe a cidadania honorária. Dídimo foi presidente do Sindicato dos Jornalistas, fundador do Dieese em Minas Gerais e membro da direção da FENAJ, com grande atuação na resistência à Ditadura Militar e em defesa da liberdade de imprensa e da ética no jornalismo.
Fonte: FENAJ
REDES SOCIAIS SÃO RESPONSÁVEIS POR 62% DO TRÁFEGO NA INTERNET BRASILEIRA
As redes sociais estão ocupando cada vez mais a atenção dos internautas brasileiros e tirando o espaço dos sites de conteúdo adulto. Segundo um levantamento da Hitwise realizado durante 12 semanas no Brasil, 4% das pessoas que acessam a internet procuram sites de conteúdo adulto, enquanto que nos EUA o número é quase o dobro, 7%.
Esse é um dos resultados apresentados por Bill Tancer, CEO da agência e especialista em comportamento on-line, além de autor do livro “Click: o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e porque isso é importante”, lançado no país pela Editora Globo. O executivo esteve no Brasil esta semana apresentando as conclusões do estudo, que elaborou um ranking com os 10 sites mais visitados no Brasil.
O Google domina a lista, ocupando as quatro primeiras posições com Google Brasil em primeiro, seguido por Orkut, Google.com e YouTube. Também reaparece em sexto, com o Google Images. A boa colocação do Orkut no Brasil reforça a tese do executivo de que o crescimento de redes sociais está fazendo com que visitas a portais com conteúdo pornográfico estejam em queda. A estimativa é de que os sites de relacionamento sejam responsáveis por 62% do tráfego da internet no Brasil.
“As ações falam mais alto do que as palavras”
Nos Estados Unidos, as redes sociais também provocaram uma baixa na audiência de sites adultos, que já chegou a atrair 16% dos internautas locais. Segundo a companhia, desde 2007 a audiência desse tipo de conteúdo tem caído nos países que a empresa atua, mas costuma crescer no inverno.
“O comportamento do internauta muda a cada dia. Os profissionais de Marketing precisam estar mais atentos a isso. A Internet dá muitas informações valiosas sobre o consumidor”, aponta Bill Tancer (foto), para quem “Se as ações falam mais alto que as palavras, verifiquemos os cliques”.
Segundo o executivo, é preciso ter cuidado para manter a privacidade dos usuários, não coletando dados individuais sobre nenhum usuário, mas sim observando padrões ao analisar uma grande quantidade de internautas. O anonimato ou falta de contato pessoal também podem ser uma oportunidade para as empresas que vendem produtos e soluções que envolvem emoções delicadas. “É mais fácil atrair o consumidor que tem vergonha de adquirir determinado produto na internet do que em uma loja física”, explica.
Diferenças entre consumidor off-line e on-line diminuem cada vez mais
A liberdade na internet também abre espaço para o consumidor tomar mais coragem e acabar denegrindo a imagem da empresa, esteja ele com a razão ou não. Para combatê-la, Tancer defende um diálogo um-a-um no ambiente virtual. “É preciso responder ao máximo cada consumidor que entra em contato com a empresa através da internet”, recomenda.
As diferenças do consumidor off-line e on-line, no entanto, estariam ficando cada vez mais complexas de mensurar à medida que mais usuários adentram o espaço, fazendo com que o seu comportamento no mundo físico se refletisse no mundo virtual. Um exemplo é o dado de que o fluxo de visitas aos sites de conteúdo adulto cai aos domingos, dia de comparecer à igreja.
A pesquisa também atesta um aumento na procura por informações sobre a gripe suína em buscadores, que apresentou um crescimento de 314% entre 27 de junho a 22 de agosto ao mesmo tempo em que o assunto ocupava cada vez mais espaço na imprensa nacional. A procura por dietas para perda de peso também chamou a atenção, teve alta de 76% no período.
Atualmente, o Hitwise fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. O Hitwise possui cerca de 1.500 clientes no mundo e está presente nos seguintes países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura e Hong Kong.
Veja o ranking dos sites mais acessados no Brasil:
1º Google Brasil
2º Orkut
3º Google
4º YouTube
5º Window Live Mail
6º Google Image
7º Globoesporte
8º Globo
9º UOL
10º MSN Brasil
Fonte: Mundo do Marketing
Esse é um dos resultados apresentados por Bill Tancer, CEO da agência e especialista em comportamento on-line, além de autor do livro “Click: o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e porque isso é importante”, lançado no país pela Editora Globo. O executivo esteve no Brasil esta semana apresentando as conclusões do estudo, que elaborou um ranking com os 10 sites mais visitados no Brasil.
O Google domina a lista, ocupando as quatro primeiras posições com Google Brasil em primeiro, seguido por Orkut, Google.com e YouTube. Também reaparece em sexto, com o Google Images. A boa colocação do Orkut no Brasil reforça a tese do executivo de que o crescimento de redes sociais está fazendo com que visitas a portais com conteúdo pornográfico estejam em queda. A estimativa é de que os sites de relacionamento sejam responsáveis por 62% do tráfego da internet no Brasil.
“As ações falam mais alto do que as palavras”
Nos Estados Unidos, as redes sociais também provocaram uma baixa na audiência de sites adultos, que já chegou a atrair 16% dos internautas locais. Segundo a companhia, desde 2007 a audiência desse tipo de conteúdo tem caído nos países que a empresa atua, mas costuma crescer no inverno.
“O comportamento do internauta muda a cada dia. Os profissionais de Marketing precisam estar mais atentos a isso. A Internet dá muitas informações valiosas sobre o consumidor”, aponta Bill Tancer (foto), para quem “Se as ações falam mais alto que as palavras, verifiquemos os cliques”.
Segundo o executivo, é preciso ter cuidado para manter a privacidade dos usuários, não coletando dados individuais sobre nenhum usuário, mas sim observando padrões ao analisar uma grande quantidade de internautas. O anonimato ou falta de contato pessoal também podem ser uma oportunidade para as empresas que vendem produtos e soluções que envolvem emoções delicadas. “É mais fácil atrair o consumidor que tem vergonha de adquirir determinado produto na internet do que em uma loja física”, explica.
Diferenças entre consumidor off-line e on-line diminuem cada vez mais
A liberdade na internet também abre espaço para o consumidor tomar mais coragem e acabar denegrindo a imagem da empresa, esteja ele com a razão ou não. Para combatê-la, Tancer defende um diálogo um-a-um no ambiente virtual. “É preciso responder ao máximo cada consumidor que entra em contato com a empresa através da internet”, recomenda.
As diferenças do consumidor off-line e on-line, no entanto, estariam ficando cada vez mais complexas de mensurar à medida que mais usuários adentram o espaço, fazendo com que o seu comportamento no mundo físico se refletisse no mundo virtual. Um exemplo é o dado de que o fluxo de visitas aos sites de conteúdo adulto cai aos domingos, dia de comparecer à igreja.
A pesquisa também atesta um aumento na procura por informações sobre a gripe suína em buscadores, que apresentou um crescimento de 314% entre 27 de junho a 22 de agosto ao mesmo tempo em que o assunto ocupava cada vez mais espaço na imprensa nacional. A procura por dietas para perda de peso também chamou a atenção, teve alta de 76% no período.
Atualmente, o Hitwise fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. O Hitwise possui cerca de 1.500 clientes no mundo e está presente nos seguintes países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura e Hong Kong.
Veja o ranking dos sites mais acessados no Brasil:
1º Google Brasil
2º Orkut
3º Google
4º YouTube
5º Window Live Mail
6º Google Image
7º Globoesporte
8º Globo
9º UOL
10º MSN Brasil
Fonte: Mundo do Marketing
ENCONTRO PROPÕE REFLEXÃO SOBRE O NEGRO NA MÍDIA
Evento organizado pelo Sindicato dos Jornalistas do RS começa dia 17
Maria Inês Barbosa, do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a
Mulher, Ana Lucia Sabóia, do IBGE, e Giancarlos Suma, do Centro de
Informação da ONU, estão entre os nomes confirmados para painelistas do 2º
Seminário Estadual O Negro na Mídia - a Invisibilidade da Cor, que será
realizado nos 17 e 18 de setembro, no auditório da ARI (Associação
Riograndense de Imprensa). Promoção do Sindicato dos Jornalistas do Rio
Grande do Sul, o evento terá palestrantes especialistasem indicadores
sócio-econômicos e jornalistas da Colômbia, Equador, Porto Rico, Espanha,
Organização das Nações Unidas e governo brasileiro. A entrada é franca e o
prazo para inscrições encerra-se no dia 15. Interessados em participar devem
enviar e-mail solicitando ficha de inscrição para
secretaria1@jornalistasrs.brte.com.br.
Estarão em debate temas como Indicadores da Negritude e os Meios de
Comunicação e em paralelo serão realizado o Encontro Latino-americano de
Comunicação, Afrodescendentes e a Rodada dos Censos de 2010. De acordo com
Jeanice Dias Ramos, integrante da diretoria do sindicato e coordenadora do
Núcleo dos Jornalistas Afro-brasileiros,um dos objetivos dos encontros "é
refletirsobre o que significa para os profissionais da mídia ter em mãos
informes e indicadores sobre a população negra, ou seja, representa a
oportunidade de dominar com maior propriedade a temática étnica racial".
Maria Inês Barbosa, do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a
Mulher, Ana Lucia Sabóia, do IBGE, e Giancarlos Suma, do Centro de
Informação da ONU, estão entre os nomes confirmados para painelistas do 2º
Seminário Estadual O Negro na Mídia - a Invisibilidade da Cor, que será
realizado nos 17 e 18 de setembro, no auditório da ARI (Associação
Riograndense de Imprensa). Promoção do Sindicato dos Jornalistas do Rio
Grande do Sul, o evento terá palestrantes especialistasem indicadores
sócio-econômicos e jornalistas da Colômbia, Equador, Porto Rico, Espanha,
Organização das Nações Unidas e governo brasileiro. A entrada é franca e o
prazo para inscrições encerra-se no dia 15. Interessados em participar devem
enviar e-mail solicitando ficha de inscrição para
secretaria1@jornalistasrs.brte.com.br.
Estarão em debate temas como Indicadores da Negritude e os Meios de
Comunicação e em paralelo serão realizado o Encontro Latino-americano de
Comunicação, Afrodescendentes e a Rodada dos Censos de 2010. De acordo com
Jeanice Dias Ramos, integrante da diretoria do sindicato e coordenadora do
Núcleo dos Jornalistas Afro-brasileiros,um dos objetivos dos encontros "é
refletirsobre o que significa para os profissionais da mídia ter em mãos
informes e indicadores sobre a população negra, ou seja, representa a
oportunidade de dominar com maior propriedade a temática étnica racial".
COMEÇA RENOVAÇÃO DE LICENÇAS DA BAND, RECORD E CULTURA
Mais 17 emissoras de televisão passarão pelo crivo do Congresso Nacional para renovar suas licenças de operação. Depois das concessões da Globo, que estão prestes a serem renovadas após meses de tramitação no parlamento, agora é a vez de empresas como a Record, Bandeirantes, TV Cultura, RBS e Rede 21, entre outras.
O início da análise foi oficializado na terça-feira, 8, com o envio de mensagem do presidente da República para o Congresso Nacional.As concessões das emissoras de televisão para a cidade de São Paulo venceram neste ano. Os decretos renovando as licenças e que serão avaliados pelos parlamentares foram divididos em dois grupos: um com data de 27 de fevereiro de 2009 e outro de 12 de junho de 2009, dias subseqüentes ao vencimento das outorgas. Record, Band, RBS e Rede 21 fazem parte do primeiro grupo e a TV Cultura, do segundo. As concessões de televisão têm prazo de vigência de 15 anos e a decisão de renovar ou não as licenças cabe ao Congresso Nacional.
Fonte: Mariana Mazza, do Telaviva News
O início da análise foi oficializado na terça-feira, 8, com o envio de mensagem do presidente da República para o Congresso Nacional.As concessões das emissoras de televisão para a cidade de São Paulo venceram neste ano. Os decretos renovando as licenças e que serão avaliados pelos parlamentares foram divididos em dois grupos: um com data de 27 de fevereiro de 2009 e outro de 12 de junho de 2009, dias subseqüentes ao vencimento das outorgas. Record, Band, RBS e Rede 21 fazem parte do primeiro grupo e a TV Cultura, do segundo. As concessões de televisão têm prazo de vigência de 15 anos e a decisão de renovar ou não as licenças cabe ao Congresso Nacional.
Fonte: Mariana Mazza, do Telaviva News
APROVADA RESOLUÇÃO DO CNJ PARA APERFEIÇOAR COMUNICAÇÃO NO JUDICIÁRIO
Resolução aprovada nesta terça-feira (08/09), na sessão plenária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estabelece a política nacional de comunicação para o Poder Judiciário. A resolução cria um órgão central para compatibilizar as ações de todas as unidades de Comunicação dos tribunais e dispõe sobre a organização e funcionamento destes setores, com diretrizes, princípios, conceitos e normas técnicas necessárias `a integração. O intuito é fazer com que as atividades dos tribunais alcancem maior divulgação junto à sociedade, beneficiária da prestação de serviços da Justiça.
Segundo o relator do processo, conselheiro Milton Nobre, a resolução decorre da necessidade observada, atualmente, de uma política nacional de comunicação para o Judiciário, a exemplo da que existe no Poder Executivo. Por isso, tem a proposta de aperfeiçoar as atividades de Comunicação nos tribunais, por meio de ações e programas para comunicação interna e a divulgação externa.
Sistema - A nova norma cria o chamado Sistema de Comunicação do Poder Judiciário (SICJUS), a ser formado pela assessoria de Comunicação do CNJ, como órgão central; secretarias de Comunicação dos Tribunais Superiores, como órgãos de sub-sistema, e pelas coordenadorias ou unidades administrativas de Comunicação Social dos tribunais de Justiça dos estados e dos tribunais federais. Além disso, mediante convênio ou autorização do presidente do CNJ, o SICJUS poderá atuar em parceria com a secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto institui, também, o Comitê de Comunicação Social do Judiciário, de caráter consultivo, que tem como intuito assessorar a Comissão de Assuntos Interinstitucionais e de Comunicação do CNJ e o plenário do Conselho, na definição de parâmetros e procedimentos relacionados com ações de Comunicação Social. Além disso, caberá ao comitê difundir as boas práticas para o aprimoramento de processos e mecanismos a serem adotados no exame, seleção e avaliação de campanhas institucionais.
Fonte: Agência CNJ de Notícias
Segundo o relator do processo, conselheiro Milton Nobre, a resolução decorre da necessidade observada, atualmente, de uma política nacional de comunicação para o Judiciário, a exemplo da que existe no Poder Executivo. Por isso, tem a proposta de aperfeiçoar as atividades de Comunicação nos tribunais, por meio de ações e programas para comunicação interna e a divulgação externa.
Sistema - A nova norma cria o chamado Sistema de Comunicação do Poder Judiciário (SICJUS), a ser formado pela assessoria de Comunicação do CNJ, como órgão central; secretarias de Comunicação dos Tribunais Superiores, como órgãos de sub-sistema, e pelas coordenadorias ou unidades administrativas de Comunicação Social dos tribunais de Justiça dos estados e dos tribunais federais. Além disso, mediante convênio ou autorização do presidente do CNJ, o SICJUS poderá atuar em parceria com a secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto institui, também, o Comitê de Comunicação Social do Judiciário, de caráter consultivo, que tem como intuito assessorar a Comissão de Assuntos Interinstitucionais e de Comunicação do CNJ e o plenário do Conselho, na definição de parâmetros e procedimentos relacionados com ações de Comunicação Social. Além disso, caberá ao comitê difundir as boas práticas para o aprimoramento de processos e mecanismos a serem adotados no exame, seleção e avaliação de campanhas institucionais.
Fonte: Agência CNJ de Notícias
Sexta-feira, Setembro 04, 2009
Quinta-feira, Setembro 03, 2009
JORNALISMO DA UCB EM 3º LUGAR NO RANKING GUIA IMPRENSA
A Universidade Católica de Brasília, a partir de pesquisa realizada pelo Portal Imprensa, ficou entre as três universidades mais bem colocadas no ranking que selecionou os melhores cursos de Jornalismo do país.
Em outubro será lançado o Guia IMPRENSA - As melhores faculdades de jornalismo do Brasil, da IMPRENSA Editorial. O objetivo é apresentar ao mercado e à área acadêmica um panorama sobre o ensino de jornalismo no país.
O Guia é uma avaliação dos cursos superiores de jornalismo em parâmetros como "Corpo Docente", "Projeto Pedagógico", "Experiência Laboratorial" e "Presença no mercado de trabalho" e mapeia todos os cursos de jornalismo no Brasil.
O resultado final, a ser publicado em encarte na edição de outubro da Revista IMPRENSA, aponta os 10 melhores cursos nacionais e os rankings regionais, indicando quais faculdades e universidades se destacaram no ensino e na absorção pelo mercado de trabalho. Ao todo, foram avaliadas 220 instituições em todos os estados brasileiros. Em primeiro lugar na pontuação está a Fundação Casper Líbero, de São Paulo, seguida de Universidade de São Paulo e em terceiro a Universidade Católica de Brasília.
IMPORTÂNCIA DO GUIA
Para o mercado de trabalho, o "Guia IMPRENSA - As melhores faculdades de jornalismo do Brasil" representa um guia de excelência que auxilia na prospecção de novos talentos em todo o país. Ao localizar projetos de excelência no ensino do jornalismo, o ranking revela os pólos de formação de novos jornalistas, com repertório e prática atualizadas e alto nível profissional.
Já para os coordenadores de curso e professores de jornalismo, a avaliação traz os critérios mais importantes para o mercado de trabalho e o desempenho das faculdades em cada um desses critérios. Para os estudantes de jornalismo, ele é um mapa do posicionamento de seu curso e os valores fundamentais para a boa formação na área e, finalmente, para os pré-universitários, é um guia que os ajuda na sua futura escolha da instituição de ensino em jornalismo.
Cursos de Jornalismo mais bem avaliados:
Curso Estado
01 Fundação Casper Líbero SP
02 Universidade de São Paulo SP
03 Universidade Católica de Brasília DF
04 Pontifícia Universidade Católica de Campinas SP
05 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo SP
06 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro RJ
07 Universidade Presbiteriana Mackenzie SP
08 Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais MG
09 Universidade de Brasília DF
10 Pontifícia Universidade Católica do RS RS
Texto com adaptações
Fonte: Redação Portal IMPRENSA
Mais informações em http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/09/02/imprensa30534.shtml
Em outubro será lançado o Guia IMPRENSA - As melhores faculdades de jornalismo do Brasil, da IMPRENSA Editorial. O objetivo é apresentar ao mercado e à área acadêmica um panorama sobre o ensino de jornalismo no país.
O Guia é uma avaliação dos cursos superiores de jornalismo em parâmetros como "Corpo Docente", "Projeto Pedagógico", "Experiência Laboratorial" e "Presença no mercado de trabalho" e mapeia todos os cursos de jornalismo no Brasil.
O resultado final, a ser publicado em encarte na edição de outubro da Revista IMPRENSA, aponta os 10 melhores cursos nacionais e os rankings regionais, indicando quais faculdades e universidades se destacaram no ensino e na absorção pelo mercado de trabalho. Ao todo, foram avaliadas 220 instituições em todos os estados brasileiros. Em primeiro lugar na pontuação está a Fundação Casper Líbero, de São Paulo, seguida de Universidade de São Paulo e em terceiro a Universidade Católica de Brasília.
IMPORTÂNCIA DO GUIA
Para o mercado de trabalho, o "Guia IMPRENSA - As melhores faculdades de jornalismo do Brasil" representa um guia de excelência que auxilia na prospecção de novos talentos em todo o país. Ao localizar projetos de excelência no ensino do jornalismo, o ranking revela os pólos de formação de novos jornalistas, com repertório e prática atualizadas e alto nível profissional.
Já para os coordenadores de curso e professores de jornalismo, a avaliação traz os critérios mais importantes para o mercado de trabalho e o desempenho das faculdades em cada um desses critérios. Para os estudantes de jornalismo, ele é um mapa do posicionamento de seu curso e os valores fundamentais para a boa formação na área e, finalmente, para os pré-universitários, é um guia que os ajuda na sua futura escolha da instituição de ensino em jornalismo.
Cursos de Jornalismo mais bem avaliados:
Curso Estado
01 Fundação Casper Líbero SP
02 Universidade de São Paulo SP
03 Universidade Católica de Brasília DF
04 Pontifícia Universidade Católica de Campinas SP
05 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo SP
06 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro RJ
07 Universidade Presbiteriana Mackenzie SP
08 Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais MG
09 Universidade de Brasília DF
10 Pontifícia Universidade Católica do RS RS
Texto com adaptações
Fonte: Redação Portal IMPRENSA
Mais informações em http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/09/02/imprensa30534.shtml
DIFUSÃO EDITORA LANÇA TRÊS OBRAS NO INTERCOM 2009
Alguns dos renomados autores da Difusão Editora estarão presentes no evento, lançando obras que tratam os avanços das reflexões, da pesquisa científica e da prática em comunicação. O objetivo da Editora com os lançamentos é contribuir com a redução da distância entre a academia e o mundo corporativo.
Pela primeira vez, a Difusão Editora participa do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, o Intercom. O evento, que acontece em Curitiba, a partir de 04 de setembro, vem ao encontro de um dos grandes objetivos da editora, que é promover a promoção do contato direto entre os leitores e os autores, numa rica troca de experiências entre profissionais, estudantes, professores e pesquisadores de comunicação. Durante o Congresso, a Difusão lança três títulos, um organizado por Marlene Marchiori e dois publicados em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) - que abrem a "Série Pensamento e Prática".
Para Michelle Fernandes Aranha, diretora editorial da Difusão, "as discussões e debates promovidos num encontro como este contribuem para o aperfeiçoamento profissional da área, para o desenvolvimento da produção científica e para a democratização das últimas tendências de outros países na área de comunicação".
TEMAS DE CONGRESSOS ANUAIS AGORA EM LIVROS
"Série Pensamento e Prática" trará anualmente publicações originadas a partir das discussões realizadas em cada edição dos congressos anuais da Abrapcorp com reflexões acadêmicas e práticas sobre a temática de comunicação organizacional e relações públicas. O objetivo é incentivar o desenvolvimento de uma teoria brasileira desses campos e contribuir para o seu aprimoramento no País. Os dois primeiros volumes da Série, lançados oficialmente no Intercom 2009, são frutos dos congressos realizados nos anos de 2007 e 2008, respectivamente. A edição de 2009 será publicada no ano que vem.
Organizado por Margarida Kunsch, a primeira obra intitulada "Relações Públicas e Comunicação Organizacional: Campos Acadêmicos e Aplicados de Múltiplas Perspectivas" analisa a relevância da comunicação organizacional e das relações públicas diante dos desafios da sociedade contemporânea, avaliando conquistas e tendências, com reflexões de autores de renome do Brasil, dos Estados Unidos, do México e da Espanha. A obra está dividida em dezessete capítulos numa produção que inclui pesquisas empíricas e reflexões teóricas dos pontos de vista metodológico e científico.
O livro tem a colaboração de 20 autores de diferentes especialidades. A ideia é perpetuar o encontro entre profissionais e estudiosos da área de comunicação, subsidiando tanto o ensino de comunicação nos níveis de graduação e pós-graduação quanto a atividade do mercado profissional.
O segundo título da Série Pensamento e Prática, "A comunicação na gestão da sustentabilidade das organizações" - organizado pelas professoras Margarida Kunsch e Ivone de Lourdes Oliveira - apresenta as discussões de executivos e acadêmicos da comunicação sobre a sustentabilidade como ponto de intersecção entre as estratégias de negócio de uma organização e suas demandas políticas, sociais e econômicas, alinhadas à preservação ambiental. A coletânea de reflexões críticas, de cunho acadêmico e técnico, oferece subsídios para a melhor compreensão de como a comunicação pode contribuir para a construção de projetos de sustentabilidade.
A obra está dividida em dezesseis capítulos e conta com dezoito autores, num grande trabalho de reflexão sobre a otimização do relacionamento das empresas com seus públicos na construção da sustentabilidade, dentro das dimensões institucional, mercadológica e administrativa da comunicação.
COMUNICAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO NO CONTEXTO DAS EMPRESAS
A Difusão traz também à Intercom 2009 a mais nova obra de Marlene Marchiori, "Comunicação e Organização em Processos e Práticas", uma coletânea que reúne 25 autores brasileiros e estrangeiros de universidades, centros de pesquisa e empresas com a proposta de integrar teorias contemporâneas da administração e da comunicação no contexto das organizações, refletindo sobre seus processos e suas práticas.
Dividida em três partes, a obra procura sempre aliar a teoria à prática, ampliando as perspectivas de análise da comunicação organizacional ao apresentar, discutir e ponderar sobre sua inserção nas organizações. Três cases integram a obra, apresentando a prática da comunicação e as diferentes experiências em empresas como Odebrecht, Petrobrás e Vale. Seu foco é auxiliar o leitor a entender a organização e interpretar seus aspectos econômicos, políticos, ambientais, demográficos, morais, éticos, culturais e sociais, com atenção especial às questões de relacionamento da empresa junto aos seus stakeholders.
O conjunto destas obras lançadas no evento procura analisar os problemas atuais da comunicação nas empresas e na academia, oferecendo soluções por meio da experiência de autores nacionais e internacionais. "Como editora especializada em comunicação, buscamos contribuir para a melhoria contínua de sua prática nas organizações e de seu ensino nas universidades, atuando como catalisadores do aperfeiçoamento deste setor na realidade brasileira", conclui a diretora da Difusão. O evento acontece na Universidade Positivo (Curitiba/PR), entre os dias 4 e 7 de setembro de 2009.
Sobre a Difusão - Especializada na publicação de livros para as áreas de Comunicação e Saúde, a Difusão Editora atua no mercado há mais de 30 anos, valorizando o autor nacional e respaldada pelo trinômio ética, qualidade e responsabilidade. Seu público-alvo é composto principalmente por professores, pesquisadores, estudantes, profissionais e executivos que encontram à sua disposição publicações voltadas para negócios. Atende livrarias de diferentes estados brasileiros e fornece material didático para mais de 400 instituições. Em Comunicação, são mais de 100 autores de renome no cenário brasileiro e internacional, incluindo pesquisadores de universidades estrangeiras.
Fonte: Rodrigo Cogo
Pela primeira vez, a Difusão Editora participa do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, o Intercom. O evento, que acontece em Curitiba, a partir de 04 de setembro, vem ao encontro de um dos grandes objetivos da editora, que é promover a promoção do contato direto entre os leitores e os autores, numa rica troca de experiências entre profissionais, estudantes, professores e pesquisadores de comunicação. Durante o Congresso, a Difusão lança três títulos, um organizado por Marlene Marchiori e dois publicados em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) - que abrem a "Série Pensamento e Prática".
Para Michelle Fernandes Aranha, diretora editorial da Difusão, "as discussões e debates promovidos num encontro como este contribuem para o aperfeiçoamento profissional da área, para o desenvolvimento da produção científica e para a democratização das últimas tendências de outros países na área de comunicação".
TEMAS DE CONGRESSOS ANUAIS AGORA EM LIVROS
"Série Pensamento e Prática" trará anualmente publicações originadas a partir das discussões realizadas em cada edição dos congressos anuais da Abrapcorp com reflexões acadêmicas e práticas sobre a temática de comunicação organizacional e relações públicas. O objetivo é incentivar o desenvolvimento de uma teoria brasileira desses campos e contribuir para o seu aprimoramento no País. Os dois primeiros volumes da Série, lançados oficialmente no Intercom 2009, são frutos dos congressos realizados nos anos de 2007 e 2008, respectivamente. A edição de 2009 será publicada no ano que vem.
Organizado por Margarida Kunsch, a primeira obra intitulada "Relações Públicas e Comunicação Organizacional: Campos Acadêmicos e Aplicados de Múltiplas Perspectivas" analisa a relevância da comunicação organizacional e das relações públicas diante dos desafios da sociedade contemporânea, avaliando conquistas e tendências, com reflexões de autores de renome do Brasil, dos Estados Unidos, do México e da Espanha. A obra está dividida em dezessete capítulos numa produção que inclui pesquisas empíricas e reflexões teóricas dos pontos de vista metodológico e científico.
O livro tem a colaboração de 20 autores de diferentes especialidades. A ideia é perpetuar o encontro entre profissionais e estudiosos da área de comunicação, subsidiando tanto o ensino de comunicação nos níveis de graduação e pós-graduação quanto a atividade do mercado profissional.
O segundo título da Série Pensamento e Prática, "A comunicação na gestão da sustentabilidade das organizações" - organizado pelas professoras Margarida Kunsch e Ivone de Lourdes Oliveira - apresenta as discussões de executivos e acadêmicos da comunicação sobre a sustentabilidade como ponto de intersecção entre as estratégias de negócio de uma organização e suas demandas políticas, sociais e econômicas, alinhadas à preservação ambiental. A coletânea de reflexões críticas, de cunho acadêmico e técnico, oferece subsídios para a melhor compreensão de como a comunicação pode contribuir para a construção de projetos de sustentabilidade.
A obra está dividida em dezesseis capítulos e conta com dezoito autores, num grande trabalho de reflexão sobre a otimização do relacionamento das empresas com seus públicos na construção da sustentabilidade, dentro das dimensões institucional, mercadológica e administrativa da comunicação.
COMUNICAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO NO CONTEXTO DAS EMPRESAS
A Difusão traz também à Intercom 2009 a mais nova obra de Marlene Marchiori, "Comunicação e Organização em Processos e Práticas", uma coletânea que reúne 25 autores brasileiros e estrangeiros de universidades, centros de pesquisa e empresas com a proposta de integrar teorias contemporâneas da administração e da comunicação no contexto das organizações, refletindo sobre seus processos e suas práticas.
Dividida em três partes, a obra procura sempre aliar a teoria à prática, ampliando as perspectivas de análise da comunicação organizacional ao apresentar, discutir e ponderar sobre sua inserção nas organizações. Três cases integram a obra, apresentando a prática da comunicação e as diferentes experiências em empresas como Odebrecht, Petrobrás e Vale. Seu foco é auxiliar o leitor a entender a organização e interpretar seus aspectos econômicos, políticos, ambientais, demográficos, morais, éticos, culturais e sociais, com atenção especial às questões de relacionamento da empresa junto aos seus stakeholders.
O conjunto destas obras lançadas no evento procura analisar os problemas atuais da comunicação nas empresas e na academia, oferecendo soluções por meio da experiência de autores nacionais e internacionais. "Como editora especializada em comunicação, buscamos contribuir para a melhoria contínua de sua prática nas organizações e de seu ensino nas universidades, atuando como catalisadores do aperfeiçoamento deste setor na realidade brasileira", conclui a diretora da Difusão. O evento acontece na Universidade Positivo (Curitiba/PR), entre os dias 4 e 7 de setembro de 2009.
Sobre a Difusão - Especializada na publicação de livros para as áreas de Comunicação e Saúde, a Difusão Editora atua no mercado há mais de 30 anos, valorizando o autor nacional e respaldada pelo trinômio ética, qualidade e responsabilidade. Seu público-alvo é composto principalmente por professores, pesquisadores, estudantes, profissionais e executivos que encontram à sua disposição publicações voltadas para negócios. Atende livrarias de diferentes estados brasileiros e fornece material didático para mais de 400 instituições. Em Comunicação, são mais de 100 autores de renome no cenário brasileiro e internacional, incluindo pesquisadores de universidades estrangeiras.
Fonte: Rodrigo Cogo
O BLOG DO PLANALTO E A POLÍTICA NA ERA WEB 2.0
Hoje foi inaugurado o Blog do Planalto, o esperado e comentado Blog do presidente Lula. Pela manhã, o blog saiu do ar por não suportar o alto número de acessos.
Resolvido o problema, o conteúdo pode ser conferido no endereço: http://blog.planalto.gov.br/
O Blog, no entanto, não será do presidente Lula, e sim da Presidência da República. Veja a descrição postada pela equipe do Blog:
Segunda-feira, 31 de agosto de 2009 às 14:00
Bem-vind@s!
Estamos aqui para compartilhar com vocês informações sobre o cotidiano da Presidência da República. A equipe do Blog do Planalto (ver foto) vai acompanhar de perto os eventos, atos e a agenda do Presidente para que você, seus amig@s, familiares e companheir@s de navegação na internet possam compreender melhor as ações, programas e políticas do governo.
A equipe coordenada pelo jornalista Franklin Martins, ministro da Comunicação Social, precisará de boas idéias para não transformar o veículo em mais um despersonalizado portal de notícias sobre as atividade do presidente. A escolha foi clara, o Blog é do PLANALTO e não do LULA.
O blog tem vídeos, enquetes, mas peca ao não permitir comentários, um dos recursos centrais para o sucesso de blogs como fomentadores de debate público.
Conscientes do poder midiático e interativo dos novos meios digitais, nossos políticos começam a divulgar seus blogs, twitters e perfis em serviços da Web. O poder eleitoral dessas ferramentas é promissor, mas poucos testaram na prática.
Obama, que trabalha de forma genial sua imagem, foi um dos primeiros políticos a acordar para essa realidade e o que a vetorizou da melhor forma.
Os instrumentos liberados pelos recentes avanços tecnológicos abriram grandes possibilidades para a transformação da política e da relação representante-representado. Para além dos tradicionais meios de comunicação como a televisão e o rádio, a internet apresenta-se como uma meio cada vez mais abrangente e presente na vida das pessoas. A simultaneidade, convergência midiática e interatividade da web expandiram substancialmente a velocidade da produção e propagação de informações na sociedade contemporânea.
No âmbito da política, as discussões da transparência e participação ganharam espaço, permitindo ao eleitor e à imprensa proximidade cada vez maior não só do trabalho e atividades políticas do representante, mas também de sua privacidade. Nesse âmbito, a separação entre o público e o privado é cada vez menos clara. As discussões públicas no espaço da web potencializam o alcance das informações e suas múltiplas interpretações. Com o avanço da “midiatização” da sociedade, o trato com a informação torna-se, então, ainda mais estratégico.
Dessa maneira, avançamos rumo a um “comportamento midiático”. Os indivíduos, atores sociais, movimentos políticos e socais ocupam espaço na mídia de maneira ativa e racional produzindo conteúdo e informação que lhe são favoráveis. Muitos atos e falas, para além de sua real significação prática, têm como único objetivo construção de discurso, imagem e representação. A comunicação não é mais privilégio apenas das rádios, jornais e emissoras de televisão; e os atores sociais se tornam cada vez mais competentes em lidar com a imprensa e produção da imagem que desejam para si. O desenvolvimento e crescimento das assessorias de comunicação pessoais e institucionais inserem-se nesse movimento.
Reforçado pelas características intrínsecas à democracia liberal representativa em uma sociedade de massas, o debate político de maior relevância se dá, sobretudo, na esfera dos meios de comunicação de massa. E o sucesso das ações políticas acaba intrinsecamente ligado à construção da imagem e representação do agente que promoveu essa ação. Estar consciente e pronto para trabalhar com essa realidade torna-se fundamental a qualquer político.
Poderá a democratização da internet salvar a sociedade da despolitização? A era da ” política web 2.0 “ determinará um novo tempo nos debates políticos? Alguns teóricos mais otimistas falam do poder reverberador e anárquico da rede. Um poder capaz de teletransportar-nos para a era da democracia direta.
Euforismos à parte, é preciso lembrar que a revolucionária campanha cibertnética #forasarney não foi capaz de estimular internautas a deixar suas cadeiras estofadas rumo à Esplanada dos Ministérios. E pergunta retorna: a internet favorece ou prejudica a mobilização social? Facilidade comunicacional ou letargia paralisante? Difícil responder, difícil prever.
Para Marshall McLuhan, um dos principais teóricos da Comunicação, “o meio é a mensagem”. O messianismo da frase de impacto alude à idéia de que a cognição dos meios de comunicação definem um modo de organização social específico. Assim a sociedade da escrita (Galáxia de Gutemberg) se desconfigura com a sociedade rádio-telegráfica (Galáxia de Marconi), e assim por diante.
É preciso tomar cuidado para não cairmos, diante dessa noção, nos exageros do determinismo tecnológico.Os meios de comunicação abrem possibilidade para nova organização social, mas não podem ser vistos por si só como agentes dessa mudança. É a característica especifíca desse ou daquele meio de comunicação que transformará a sociedade ou uso humano e racional das possibilidades comunicacionais liberadas por esses meios? Na dúvida entre homem e máquina, fico com o homem. Só nós seremos capazes de nos redimirmos, só nós, humanos, poderemos mudar a política e a nossa sociedade. Seja via blog, twitter, internet, tv, rádio ou telégrafo, a inventividade e vontade do homem ainda determinam (e continuarão a determinar) a gênese e concretização de suas utopias.
Por Edemilson Paraná
Fonte: Blog do Grupo Brasil e Desenvolvimento
Resolvido o problema, o conteúdo pode ser conferido no endereço: http://blog.planalto.gov.br/
O Blog, no entanto, não será do presidente Lula, e sim da Presidência da República. Veja a descrição postada pela equipe do Blog:
Segunda-feira, 31 de agosto de 2009 às 14:00
Bem-vind@s!
Estamos aqui para compartilhar com vocês informações sobre o cotidiano da Presidência da República. A equipe do Blog do Planalto (ver foto) vai acompanhar de perto os eventos, atos e a agenda do Presidente para que você, seus amig@s, familiares e companheir@s de navegação na internet possam compreender melhor as ações, programas e políticas do governo.
A equipe coordenada pelo jornalista Franklin Martins, ministro da Comunicação Social, precisará de boas idéias para não transformar o veículo em mais um despersonalizado portal de notícias sobre as atividade do presidente. A escolha foi clara, o Blog é do PLANALTO e não do LULA.
O blog tem vídeos, enquetes, mas peca ao não permitir comentários, um dos recursos centrais para o sucesso de blogs como fomentadores de debate público.
Conscientes do poder midiático e interativo dos novos meios digitais, nossos políticos começam a divulgar seus blogs, twitters e perfis em serviços da Web. O poder eleitoral dessas ferramentas é promissor, mas poucos testaram na prática.
Obama, que trabalha de forma genial sua imagem, foi um dos primeiros políticos a acordar para essa realidade e o que a vetorizou da melhor forma.
Os instrumentos liberados pelos recentes avanços tecnológicos abriram grandes possibilidades para a transformação da política e da relação representante-representado. Para além dos tradicionais meios de comunicação como a televisão e o rádio, a internet apresenta-se como uma meio cada vez mais abrangente e presente na vida das pessoas. A simultaneidade, convergência midiática e interatividade da web expandiram substancialmente a velocidade da produção e propagação de informações na sociedade contemporânea.
No âmbito da política, as discussões da transparência e participação ganharam espaço, permitindo ao eleitor e à imprensa proximidade cada vez maior não só do trabalho e atividades políticas do representante, mas também de sua privacidade. Nesse âmbito, a separação entre o público e o privado é cada vez menos clara. As discussões públicas no espaço da web potencializam o alcance das informações e suas múltiplas interpretações. Com o avanço da “midiatização” da sociedade, o trato com a informação torna-se, então, ainda mais estratégico.
Dessa maneira, avançamos rumo a um “comportamento midiático”. Os indivíduos, atores sociais, movimentos políticos e socais ocupam espaço na mídia de maneira ativa e racional produzindo conteúdo e informação que lhe são favoráveis. Muitos atos e falas, para além de sua real significação prática, têm como único objetivo construção de discurso, imagem e representação. A comunicação não é mais privilégio apenas das rádios, jornais e emissoras de televisão; e os atores sociais se tornam cada vez mais competentes em lidar com a imprensa e produção da imagem que desejam para si. O desenvolvimento e crescimento das assessorias de comunicação pessoais e institucionais inserem-se nesse movimento.
Reforçado pelas características intrínsecas à democracia liberal representativa em uma sociedade de massas, o debate político de maior relevância se dá, sobretudo, na esfera dos meios de comunicação de massa. E o sucesso das ações políticas acaba intrinsecamente ligado à construção da imagem e representação do agente que promoveu essa ação. Estar consciente e pronto para trabalhar com essa realidade torna-se fundamental a qualquer político.
Poderá a democratização da internet salvar a sociedade da despolitização? A era da ” política web 2.0 “ determinará um novo tempo nos debates políticos? Alguns teóricos mais otimistas falam do poder reverberador e anárquico da rede. Um poder capaz de teletransportar-nos para a era da democracia direta.
Euforismos à parte, é preciso lembrar que a revolucionária campanha cibertnética #forasarney não foi capaz de estimular internautas a deixar suas cadeiras estofadas rumo à Esplanada dos Ministérios. E pergunta retorna: a internet favorece ou prejudica a mobilização social? Facilidade comunicacional ou letargia paralisante? Difícil responder, difícil prever.
Para Marshall McLuhan, um dos principais teóricos da Comunicação, “o meio é a mensagem”. O messianismo da frase de impacto alude à idéia de que a cognição dos meios de comunicação definem um modo de organização social específico. Assim a sociedade da escrita (Galáxia de Gutemberg) se desconfigura com a sociedade rádio-telegráfica (Galáxia de Marconi), e assim por diante.
É preciso tomar cuidado para não cairmos, diante dessa noção, nos exageros do determinismo tecnológico.Os meios de comunicação abrem possibilidade para nova organização social, mas não podem ser vistos por si só como agentes dessa mudança. É a característica especifíca desse ou daquele meio de comunicação que transformará a sociedade ou uso humano e racional das possibilidades comunicacionais liberadas por esses meios? Na dúvida entre homem e máquina, fico com o homem. Só nós seremos capazes de nos redimirmos, só nós, humanos, poderemos mudar a política e a nossa sociedade. Seja via blog, twitter, internet, tv, rádio ou telégrafo, a inventividade e vontade do homem ainda determinam (e continuarão a determinar) a gênese e concretização de suas utopias.
Por Edemilson Paraná
Fonte: Blog do Grupo Brasil e Desenvolvimento
RECEITA DE PUBLICIDADE MÓVEL CRESCERÁ 74% NESTE ANO
Os gastos mundiais com publicidade móvel chegarão a US$ 913,5 milhões neste ano, registrando crescimento de 74% em relação ao ano passado. Até 2013 o setor tende a movimentar receita de US$ 13 bilhões mundialmente, segundo dados do Gartner.
A publicidade direcionada, que já tem sido a grande impulsionadora do aumento da receita do segmento, deve se popularizar ainda mais com a maior adoção das tecnologias de GPS. As empresas de marketing pretendem usar essa forma de propaganda para atingir o público jovem, que é mais apto a usar aparelhos móveis como dispositivos de navegação.
Segundo o Gartner, a propaganda terceirizada em aparelhos móveis também será muito importante para a expansão do mercado. De acordo com pesquisa publicada em julho pela Parks Associates, mesmo com a resistência do usuário para esse tipo de publicidade, a receita do setor deve, nos Estados Unidos e Canadá, sair de US$ 208 milhões previstos para este ano, e chegar até US$ 1,5 bilhão em 2013.
A Parks Associates considera que a larga adoção de smartphones e tecnologia 3G, principalmente no início de 2010, será a grande responsável pelo crescimento do mercado de publicidade móvel.
Fonte: Marco Antônio
A publicidade direcionada, que já tem sido a grande impulsionadora do aumento da receita do segmento, deve se popularizar ainda mais com a maior adoção das tecnologias de GPS. As empresas de marketing pretendem usar essa forma de propaganda para atingir o público jovem, que é mais apto a usar aparelhos móveis como dispositivos de navegação.
Segundo o Gartner, a propaganda terceirizada em aparelhos móveis também será muito importante para a expansão do mercado. De acordo com pesquisa publicada em julho pela Parks Associates, mesmo com a resistência do usuário para esse tipo de publicidade, a receita do setor deve, nos Estados Unidos e Canadá, sair de US$ 208 milhões previstos para este ano, e chegar até US$ 1,5 bilhão em 2013.
A Parks Associates considera que a larga adoção de smartphones e tecnologia 3G, principalmente no início de 2010, será a grande responsável pelo crescimento do mercado de publicidade móvel.
Fonte: Marco Antônio
CONSUMO DE MÍDIAS ELETRÔNICAS CRESCE NOS ESTADOS UNIDOS
Relatório da Nielsen divulgado nesta quarta, 2, mostra que o consumo de mídia eletrônica nos Estados Unidos vem aumentando. O relatório Three Screen Report, que mede o consumo de mídia entre televisão, mídias online e mídias móveis, aponta que os norte-americanos assistiram em média 141 horas de televisão por mês no segundo trimestre. Trata-se de um aumento de duas horas por mês em relação ao mesmo período de 2008. Além disso, o americano médio assiste mais de sete horas de programação gravada (time-shifted) por mês, contra seis horas no período no ano anterior.
O tempo gasto com consumo de vídeo online aumentou de duas horas para pouco mais de três horas por mês. Já o tempo dedicado ao consumo de vídeo em dispositivos móveis permaneceu estável (pouco mais de três horas). Contudo, o número de pessoas que assiste conteúdo móvel cresceu 70%, chegando a pouco mais de 15 milhões.
Outro dado apontado no relatório é que 57% dos consumidores com acesso à Internet em casa assistiram TV e navegaram na web simultaneamente pelo menos uma vez ao mês. Em média estes consumidores passaram duas horas e 39 minutos navegando e assistindo TV ao mesmo tempo por mês.
Fonte: Patrícia Álvares
O tempo gasto com consumo de vídeo online aumentou de duas horas para pouco mais de três horas por mês. Já o tempo dedicado ao consumo de vídeo em dispositivos móveis permaneceu estável (pouco mais de três horas). Contudo, o número de pessoas que assiste conteúdo móvel cresceu 70%, chegando a pouco mais de 15 milhões.
Outro dado apontado no relatório é que 57% dos consumidores com acesso à Internet em casa assistiram TV e navegaram na web simultaneamente pelo menos uma vez ao mês. Em média estes consumidores passaram duas horas e 39 minutos navegando e assistindo TV ao mesmo tempo por mês.
Fonte: Patrícia Álvares
INSCRIÇÕES PARA O 17º ENJAC JÁ ESTÃO ABERTAS
Os interessados em participar do 17º Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação (ENJAC), que acontecerá em Goiânia de 1º a 4 de outubro, já podem se inscrever por intermédio do site específico do evento. A expectativa do Sindicato dos Jornalistas de Goiás é de reunir mais de 400 participantes, entre profissionais, professores e estudantes, na atividade. Em todo o País, os Sindicatos da categoria preparam-se para os debates e eleição de delegados.
As inscrições podem ser feitas pela internet até dia 25 de setembro. O prazo final para inscrição de teses é 15 de setembro e sua inclusão no caderno específico está condicionada à inscrição do participante. A inscrição custa R$ 250,00 por delegado (profissional ou estudante, cujo número por Sindicato varia conforme estabelece o artigo 11 do Estatuto da FENAJ). Para observadores, a inscrição custa R$ 150,00, cujo valor não inclui nem hospedagem nem alimentação, mas garante participação em todas as atividades do ENJAC, inclusive as festivas. Já para estudantes, nas mesmas condições dos observadores, a inscrição custa R$ 75,00.
Clicando em www.enjac.org.br, é possível acessar o site do 17º ENJAC, onde constam informações mais detalhadas sobre a programação, hospedagens, inscrições e sobre os atrativos da capital goiana. Realizado a cada dois anos, desde 1984, o ENJAC é um foro de debates sobre o exercício da profissão do jornalista em assessoria de imprensa, o mercado de trabalho e de comunicação no Brasil. O objetivo também é aproximar a categoria e criar um canal de aperfeiçoamento das técnicas e instrumentos do exercício da profissão de jornalista em assessoria de comunicação e de imprensa.
Realizado pelo Sindicato dos Jornalistas de Goiás e pela FENAJ, o 17º ENJAC tem como tema Assessoria de Imprensa: O Jornalismo passa por aqui. O evento será prestigiado pelo ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que fará a conferência de abertura do Encontro, abordando o tema Conferência Nacional de Comunicação e os Novos Paradigmas para o Setor no Brasil.
Fonte: Carlos José
Site: http://www.enjac.org.br
As inscrições podem ser feitas pela internet até dia 25 de setembro. O prazo final para inscrição de teses é 15 de setembro e sua inclusão no caderno específico está condicionada à inscrição do participante. A inscrição custa R$ 250,00 por delegado (profissional ou estudante, cujo número por Sindicato varia conforme estabelece o artigo 11 do Estatuto da FENAJ). Para observadores, a inscrição custa R$ 150,00, cujo valor não inclui nem hospedagem nem alimentação, mas garante participação em todas as atividades do ENJAC, inclusive as festivas. Já para estudantes, nas mesmas condições dos observadores, a inscrição custa R$ 75,00.
Clicando em www.enjac.org.br, é possível acessar o site do 17º ENJAC, onde constam informações mais detalhadas sobre a programação, hospedagens, inscrições e sobre os atrativos da capital goiana. Realizado a cada dois anos, desde 1984, o ENJAC é um foro de debates sobre o exercício da profissão do jornalista em assessoria de imprensa, o mercado de trabalho e de comunicação no Brasil. O objetivo também é aproximar a categoria e criar um canal de aperfeiçoamento das técnicas e instrumentos do exercício da profissão de jornalista em assessoria de comunicação e de imprensa.
Realizado pelo Sindicato dos Jornalistas de Goiás e pela FENAJ, o 17º ENJAC tem como tema Assessoria de Imprensa: O Jornalismo passa por aqui. O evento será prestigiado pelo ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que fará a conferência de abertura do Encontro, abordando o tema Conferência Nacional de Comunicação e os Novos Paradigmas para o Setor no Brasil.
Fonte: Carlos José
Site: http://www.enjac.org.br
VERDADEIRA OBRIGAÇÃO
"Nossa verdadeira obrigação é sempre encontrada indo em direção dos nossos mais dignos desejos."
Randolph S. Bourne
Randolph S. Bourne
HTTP://BLOG.PLANALTO.GOV.BR
Bem-vind@s!
Estamos aqui para compartilhar com vocês informações sobre o cotidiano da Presidência da República. A equipe do Blog do Planalto (ver foto) vai acompanhar de perto os eventos, atos e a agenda do Presidente para que você, seus amig@s, familiares e companheir@s de navegação na internet possam compreender melhor as ações, programas e políticas do governo.
Vamos usar textos, fotos, vídeos, áudios e infográficos para ilustrar nossas mensagens. Sempre buscando a melhor sintonia com o público que está cada vez mais plugado nas novas mídias digitais. Acreditamos que este é apenas um primeiro passo para estabelecermos um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade.
Aproveite e boa leitura!
Lula
Estamos aqui para compartilhar com vocês informações sobre o cotidiano da Presidência da República. A equipe do Blog do Planalto (ver foto) vai acompanhar de perto os eventos, atos e a agenda do Presidente para que você, seus amig@s, familiares e companheir@s de navegação na internet possam compreender melhor as ações, programas e políticas do governo.
Vamos usar textos, fotos, vídeos, áudios e infográficos para ilustrar nossas mensagens. Sempre buscando a melhor sintonia com o público que está cada vez mais plugado nas novas mídias digitais. Acreditamos que este é apenas um primeiro passo para estabelecermos um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade.
Aproveite e boa leitura!
Lula
CARTILHA SOBRE COMO MONTAR E GERIR RÁDIO COMUNITÁRIA DISPONÍVEL NA INTERNET
Está disponível na internet a cartilha Para fazer Rádio Comunitária com C maiúsculo. A publicação é fruto do trabalho de pesquisadores e professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, juntamente a Abraço, do mesmo estado. A publicação ensina como montar e gerir uma rádio comunitária.
Acesse em http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf
Fonte: NPC
Acesse em http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf
Fonte: NPC
Terça-feira, Setembro 01, 2009
CURSO DE GESTÃO DE MARCAS/BRANDING NA FACHA/RIO
A Facha (Faculdades Integradas Hélio Alonso) promoverá no dia 12 de setembro a 17 de outubro, uma nova edição do curso "Gestão de Marcas/Branding", que será ministrado por Beto Lima, Diretor de Arte e Designer Gráfico com 25 anos de mercado aqui no Brasil e na Europa.
As aulas visam oferecer um panorama sobre os princípios fundamentais para a construção de marcas e sobre o papel dos profissionais envolvidos no gerenciamento estratégico de marcas e campanhas. O curso é voltado à estudantes e profissionais de design, marketing, propaganda, publicidade e áreas correlatas, e incluirá aulas expositivas, exercícios de brainstorming, apresentação de diversos tipos de cases, execução de projeto e atividades complementares.
Carga horária: A carga horária é de 30 horas e as aulas serão no horário da manhã, de 09h às 13 horas, somente aos sábados.
Investimento: R$ 420,00 ou 2x R$ 210,00 - Aluno/Ex-aluno R$ 340,00 ou 2x R$ 170,00
As aulas ocorrerão no campus Botafogo da Facha, localizado na Campus I - Rua Muniz Barreto, 51 - Rio de Janeiro.
Mais informações pelos telefones (21) 2102-3220,
2102-3232 e 2102-3233, pelo e-mail extensao@... ou no
site: http://www.facha.edu.br
As aulas visam oferecer um panorama sobre os princípios fundamentais para a construção de marcas e sobre o papel dos profissionais envolvidos no gerenciamento estratégico de marcas e campanhas. O curso é voltado à estudantes e profissionais de design, marketing, propaganda, publicidade e áreas correlatas, e incluirá aulas expositivas, exercícios de brainstorming, apresentação de diversos tipos de cases, execução de projeto e atividades complementares.
Carga horária: A carga horária é de 30 horas e as aulas serão no horário da manhã, de 09h às 13 horas, somente aos sábados.
Investimento: R$ 420,00 ou 2x R$ 210,00 - Aluno/Ex-aluno R$ 340,00 ou 2x R$ 170,00
As aulas ocorrerão no campus Botafogo da Facha, localizado na Campus I - Rua Muniz Barreto, 51 - Rio de Janeiro.
Mais informações pelos telefones (21) 2102-3220,
2102-3232 e 2102-3233, pelo e-mail extensao@... ou no
site: http://www.facha.edu.br
DEBATE LANÇA LIVRO SOBRE COMUNICAÇÃO PÚBLICA E LUSOFONIA
Debate com a presença de autores marca o lançamento do livro LUSOCOMUM: Governança, Transparência, Accountability e Comunicação Pública na próxima terça (25/8), às 19h20, no Auditório do Bloco D do IESB (campus Edson Machado, quadra 615 Sul).
A publicação, que conta com artigos de especialistas em Comunicação Pública de países de língua portuguesa (Brasil, Portugal, Moçambique e Cabo Verde), é resultado de seminário internacional realizado pela Coordenação do Curso de Pós-graduação em Assessoria em Comunicação Pública do IESB, com apoio do CNPq, Imprensa Nacional e Instituto Camões/Embaixada de Portugal.
As inscrições ao debate do lançamento do livro são limitadas e podem ser feitas pelo site http://www.iesb.br/email_mkt/lusocomum.html. As primeiras sessenta pessoas que chegarem ao evento receberam exemplares do livro.
PROGRAMAÇÃO
25/08, Terça-feira
19h20 Abertura oficial
Prof.ª Amélia Regina Alves (Coordenadora Geral da Pós-Graduação do IESB)
19h35 Debate com autores do livro
Jorge Duarte (SECOM-PR/IESB) Os desafios da comunicação pública
João José Forni (IESB) Gerenciamento de Crises e Transparência
Luiz Martins (UnB) Comunicação Pública e filatelia
Fernando O. Paulino (UnB/IESB) Comunicação, Accountability e Responsabilidade Social no Brasil
José Roberto Garcez (EBC) EBC Serviços: uma opção para o financiamento da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
Rachel Mello (IESB) Sobre o exercício de perguntar, uma descrição do caminho
Mônica Prado (IESB) Publicidade de utilidade pública no Brasil
Hellen Mendes Carvalho de Freitas (IESB) O contexto da comunicação pública no Brasil e uma breve análise dos conceitos de Estado, governo e sociedade civil
Otavio Luiz Rodrigues Junior (IESB) Liberdades Constitucionais de Pensamento e de Expressão: a proteção da consciência e de sua exterioridade
Fonte: Paulino
A publicação, que conta com artigos de especialistas em Comunicação Pública de países de língua portuguesa (Brasil, Portugal, Moçambique e Cabo Verde), é resultado de seminário internacional realizado pela Coordenação do Curso de Pós-graduação em Assessoria em Comunicação Pública do IESB, com apoio do CNPq, Imprensa Nacional e Instituto Camões/Embaixada de Portugal.
As inscrições ao debate do lançamento do livro são limitadas e podem ser feitas pelo site http://www.iesb.br/email_mkt/lusocomum.html. As primeiras sessenta pessoas que chegarem ao evento receberam exemplares do livro.
PROGRAMAÇÃO
25/08, Terça-feira
19h20 Abertura oficial
Prof.ª Amélia Regina Alves (Coordenadora Geral da Pós-Graduação do IESB)
19h35 Debate com autores do livro
Jorge Duarte (SECOM-PR/IESB) Os desafios da comunicação pública
João José Forni (IESB) Gerenciamento de Crises e Transparência
Luiz Martins (UnB) Comunicação Pública e filatelia
Fernando O. Paulino (UnB/IESB) Comunicação, Accountability e Responsabilidade Social no Brasil
José Roberto Garcez (EBC) EBC Serviços: uma opção para o financiamento da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
Rachel Mello (IESB) Sobre o exercício de perguntar, uma descrição do caminho
Mônica Prado (IESB) Publicidade de utilidade pública no Brasil
Hellen Mendes Carvalho de Freitas (IESB) O contexto da comunicação pública no Brasil e uma breve análise dos conceitos de Estado, governo e sociedade civil
Otavio Luiz Rodrigues Junior (IESB) Liberdades Constitucionais de Pensamento e de Expressão: a proteção da consciência e de sua exterioridade
Fonte: Paulino
TV PAGA E ABERTA TÊM CRESCIMENTO ACIMA DA MÉDIA NO SEMESTRE, INDICA INTER-MEIOS
O Projeto Inter-Meios, relatório de investimentos em mídia no País, divulgou nesta semana dados referentes ao primeiro semestre de 2009, indicando bom desempenho do meio televisão. Enquanto o mercado publicitário fechou os primeiros seis meses do ano com crescimento de 1%, a TV aberta cresceu 3,9%, ampliando sua participação nos investimentos para 60,19% (o índice era de 58,8% no final de 2008). A TV por assinatura cresceu 4,8% neste período, mas apresentou pequeno decréscimo na participação, caindo de 3,7% para 3,4%.
A Internet apresentou o maior índice de crescimento, 22,8%, conquistando participação de 4,8% no bolo publicitário. O segundo meio que mais cresceu foi a mídia exterior (12,4%), alavancada pela expansão da mídia digital out-of-home, que cresceu 68,3%. O cinema teve queda de 5,4%.
Fonte: www.projetointermeios.com.br
A Internet apresentou o maior índice de crescimento, 22,8%, conquistando participação de 4,8% no bolo publicitário. O segundo meio que mais cresceu foi a mídia exterior (12,4%), alavancada pela expansão da mídia digital out-of-home, que cresceu 68,3%. O cinema teve queda de 5,4%.
Fonte: www.projetointermeios.com.br
CURSO DE EXTENSÃO SOCIOLOGIA DO CONSUMO
UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO - UERJ
FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Objetivos:
O Curso discutirá o Consumo sob a ótica da Comunicação e seus diversos aspectos na sociedade contemporânea. Objetiva, através de suas diferentes manifestações em vários campos de conhecimento, estabelecer uma análise para a compreensão de identidades, espaços e práticas sociais e mercadológicas nos tempos atuais.
Coordenador: Prof. Dr. Ricardo Ferreira Freitas
Conteúdo Programático:
- Conceitos de Sociologia do Consumo
- Espaços Contemporâneos de Consumo
- O Consumo nas Sociedades Urbanas e Pós-Industriais Contemporâneas
- Consumo e Cidadania: Consumo e Comunidade
- Sociedade de Risco e Cultura do Medo
- O Mercado de Cultura e o Consumo
- Consumo e Tecnologia
- Comportamento do Consumidor
- Marketing de Relacionamento
- Entendendo o Consumidor: Pesquisa de Marketing
- Moda e Consumo
- Consumo Consciente
Realização: Aos sábados, de 19 de setembro a 05 de dezembro de 2009, das 9h às 12h30.
Carga Horária: 30 horas.
Público-Alvo: Profissionais graduados e graduandos a partir do 5º período nas áreas de Comunicação Social, Marketing, Administração, Ciências Sociais e áreas afins.
Inscrições: Local: Centro de produção da UERJ - Cepuerj, 1º andar, Bloco A, Sala 1.006. De 03 de agosto a 15 de setembro, das 9h às 17 horas ou pelo site www.cepuerj.uerj.br.
Informações: Telefones: 2334-0500/2334-0803 ou pelo e-mail: soc.consumouerj@gmail.com
FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Objetivos:
O Curso discutirá o Consumo sob a ótica da Comunicação e seus diversos aspectos na sociedade contemporânea. Objetiva, através de suas diferentes manifestações em vários campos de conhecimento, estabelecer uma análise para a compreensão de identidades, espaços e práticas sociais e mercadológicas nos tempos atuais.
Coordenador: Prof. Dr. Ricardo Ferreira Freitas
Conteúdo Programático:
- Conceitos de Sociologia do Consumo
- Espaços Contemporâneos de Consumo
- O Consumo nas Sociedades Urbanas e Pós-Industriais Contemporâneas
- Consumo e Cidadania: Consumo e Comunidade
- Sociedade de Risco e Cultura do Medo
- O Mercado de Cultura e o Consumo
- Consumo e Tecnologia
- Comportamento do Consumidor
- Marketing de Relacionamento
- Entendendo o Consumidor: Pesquisa de Marketing
- Moda e Consumo
- Consumo Consciente
Realização: Aos sábados, de 19 de setembro a 05 de dezembro de 2009, das 9h às 12h30.
Carga Horária: 30 horas.
Público-Alvo: Profissionais graduados e graduandos a partir do 5º período nas áreas de Comunicação Social, Marketing, Administração, Ciências Sociais e áreas afins.
Inscrições: Local: Centro de produção da UERJ - Cepuerj, 1º andar, Bloco A, Sala 1.006. De 03 de agosto a 15 de setembro, das 9h às 17 horas ou pelo site www.cepuerj.uerj.br.
Informações: Telefones: 2334-0500/2334-0803 ou pelo e-mail: soc.consumouerj@gmail.com
BAIXE VERSÃO ATUALIZADA DO GUIA DO TWITTER SEM PRECISAR SE REGISTRAR
Menos de cinco dias depois do lançamento - e depois de 10 mil downloads - já estamos disponibilizando uma primeira versão atualizada do guia do Twitter.
Muitas pessoas entraram em contato com a gente pedindo para disponibilizarmos links para download direto - o Scribd impõe que o usuário se registre no serviço para permitir que um arquivo seja baixado.
Vamos manter a possibilidade de fazer o download pelo Scribd, por dois motivos: porque ele permite a visualização direto na Web e porque ele converte o arquivo para outros formatos como o .txt e isso facilita o uso do livro por quem pretende ler o arquivo pelo celular, por exemplo.
Então, sem mais demoras, aqui está a versão atualizada do Tudo o que você
pretende saber sobre Twitter - em resolução:
Por Juliano Spyer
Fonte: http://www.talk2.com.br/geral/versao-atualizada-do-guia-do-twitter-sem-cadastro
Muitas pessoas entraram em contato com a gente pedindo para disponibilizarmos links para download direto - o Scribd impõe que o usuário se registre no serviço para permitir que um arquivo seja baixado.
Vamos manter a possibilidade de fazer o download pelo Scribd, por dois motivos: porque ele permite a visualização direto na Web e porque ele converte o arquivo para outros formatos como o .txt e isso facilita o uso do livro por quem pretende ler o arquivo pelo celular, por exemplo.
Então, sem mais demoras, aqui está a versão atualizada do Tudo o que você
pretende saber sobre Twitter - em resolução:
Por Juliano Spyer
Fonte: http://www.talk2.com.br/geral/versao-atualizada-do-guia-do-twitter-sem-cadastro
MANUAL DOS FOCAS
Visite o bom site e veja algumas vagas de emprego e dicas de curso.
www.manualdosfocas.com
Fonte: Victor Martins
www.manualdosfocas.com
Fonte: Victor Martins
HUMANIZAÇÃO DO EDUCAR
Entre as reflexões que devemos fazer sobre o ato de educar, que alguns insistem em entender apenas como ato de ensinar, está a questão da humanização. Não apenas a humanização do ensino, ou mesmo da filosofia do educar, mas a humanização do educador, que, infelizmente, é visto pela maioria como um profissional do ensino, e não como mestre, um mero professor de conteúdos disciplinares, e não um orientador do crescimento moral da criança e do jovem.
Muito bem vislumbrou essa questão o educador Paulo Freire:
"A ação de um educador humanista, revolucionário, identificando-se, desde logo, com a dos educandos, deve orientar-se no sentido da humanização de ambos. Do pensar autêntico e não no sentido da doação, da entrega do saber. Sua ação deve estar infundida da profunda crença nos homens. Crença no seu poder criador. Isso tudo exige dele que seja um companheiro dos educandos, em suas relações com estes".
Humanizar revela o acreditar. Sem a crença no homem, no seu potencial e na sua transformação, não é possível estabelecer o processo de humanização. Se o educador entra na sala de aula rotulando os educandos: quem vai aprender, quem não vai aprender; quem é inteligente, quem não é inteligente; quem merece elogios, quem não merece; quem deve receber boa nota, quem não deve e assim por diante, ele estará demonstrando sua frieza e indiferença, e quem é frio e indiferente, mecânico e repetitivo, não pode humanizar, pois não conseguirá dar o que não tem.
O primeiro ato da humanização é trabalhar a própria sensibilização do ser. Sentir a si mesmo é pré requisito para sentir o outro. O segundo ato é acreditar em si mesmo. Quem acredita em seu potencial adquire condições de acreditar no potencial do outro.
Tem razão Paulo Freire quando fala que a educação não é um ato de entrega do saber. Esse ato é historicamente repetido, fazendo da escola um ambiente gelado, não criativo, indiferente ao que é e quer o educando. Assim, entendemos que educação é estimular, é fazer pensar, é dar espaço para a criatividade. é desenvolver o senso moral, é fazer crescer a criticidade, é humanizar, tornar sensível para a solidariedade.
O ato de educar verdadeiro existe quando educador e educando interagem, são companheiros de viagem, olham nos olhos e eles brilham.
Quando educador e educando gostam de repartir o saber, pensar sobre o saber e agir com esse saber, temos a educação e, automaticamente, a humanização do educar.
Por Marcus De Mario - Educador, Escritor e Diretor do Instituto Brasileiro de Educação Moral (IBEM)
Fonte: http://analiseecritica.blogspot.com e www.educacaomoral.org.br.
Muito bem vislumbrou essa questão o educador Paulo Freire:
"A ação de um educador humanista, revolucionário, identificando-se, desde logo, com a dos educandos, deve orientar-se no sentido da humanização de ambos. Do pensar autêntico e não no sentido da doação, da entrega do saber. Sua ação deve estar infundida da profunda crença nos homens. Crença no seu poder criador. Isso tudo exige dele que seja um companheiro dos educandos, em suas relações com estes".
Humanizar revela o acreditar. Sem a crença no homem, no seu potencial e na sua transformação, não é possível estabelecer o processo de humanização. Se o educador entra na sala de aula rotulando os educandos: quem vai aprender, quem não vai aprender; quem é inteligente, quem não é inteligente; quem merece elogios, quem não merece; quem deve receber boa nota, quem não deve e assim por diante, ele estará demonstrando sua frieza e indiferença, e quem é frio e indiferente, mecânico e repetitivo, não pode humanizar, pois não conseguirá dar o que não tem.
O primeiro ato da humanização é trabalhar a própria sensibilização do ser. Sentir a si mesmo é pré requisito para sentir o outro. O segundo ato é acreditar em si mesmo. Quem acredita em seu potencial adquire condições de acreditar no potencial do outro.
Tem razão Paulo Freire quando fala que a educação não é um ato de entrega do saber. Esse ato é historicamente repetido, fazendo da escola um ambiente gelado, não criativo, indiferente ao que é e quer o educando. Assim, entendemos que educação é estimular, é fazer pensar, é dar espaço para a criatividade. é desenvolver o senso moral, é fazer crescer a criticidade, é humanizar, tornar sensível para a solidariedade.
O ato de educar verdadeiro existe quando educador e educando interagem, são companheiros de viagem, olham nos olhos e eles brilham.
Quando educador e educando gostam de repartir o saber, pensar sobre o saber e agir com esse saber, temos a educação e, automaticamente, a humanização do educar.
Por Marcus De Mario - Educador, Escritor e Diretor do Instituto Brasileiro de Educação Moral (IBEM)
Fonte: http://analiseecritica.blogspot.com e www.educacaomoral.org.br.
PENSAMENTO DO DIA
“No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.”
Ayrton Senna
Ayrton Senna
CAPACITAÇÃO EM GESTÃO CULTURAL
O curso Capacitação em Gestão Cultural visa apresentar novos paradigmas conceituais relacionados às políticas culturais, identificar e fomentar um ambiente democrático de discussão e construção de políticas culturais, explorar os cenários nacional e internacional e propor aplicabilidade a esse arsenal de conhecimento.
Facilitador: Leonardo Brant é consultor e pesquisador especializado em gestão e políticas culturais. Presidente da Brant Associados é autor dos livros Mercado Cultural, Políticas Culturais vol.1, Diversidade Cultural (org.) e O Poder da Cultura (inédito). Criou e edita Cultura e Mercado, o mais influente blog sobre políticas culturais no Brasil. Fundador do Instituto Pensarte (Brasil) e do Divercult (Espanha), foi vice-presidente da International Network for Cultural Diversity. Conferencista com larga experiência internacional, coordena cursos de formação em gestão e políticas culturais. Documentarista, já realizou inúmeros curta-metragens. Prepara agora o seu primeiro longa, Te Están Grabando, sobre a indústrias cinematográficas.
Público: Produtores e agentes culturais, artistas, estudantes e pesquisadores do tema.
Programa:
- Política cultural - teoria e prática
- Indústrias culturais na era global
- Marketing Cultural e Investimento Cultural Privado
- Captação de recursos e financiamento à cultura
Data: 14 e 15 de setembro, das 14 às 22h30.
Local: Centro de Estudos da UNACON – SCS Quadra 8 Bloco B50, 4º andar – Edifício Venâncio 2000
Investimento: R$ 250 – Preço especial para grupos!
Informações: Mirella Malta
Telefone: 61 9273-9002
E-mail: mirellamalta@globo.com
Facilitador: Leonardo Brant é consultor e pesquisador especializado em gestão e políticas culturais. Presidente da Brant Associados é autor dos livros Mercado Cultural, Políticas Culturais vol.1, Diversidade Cultural (org.) e O Poder da Cultura (inédito). Criou e edita Cultura e Mercado, o mais influente blog sobre políticas culturais no Brasil. Fundador do Instituto Pensarte (Brasil) e do Divercult (Espanha), foi vice-presidente da International Network for Cultural Diversity. Conferencista com larga experiência internacional, coordena cursos de formação em gestão e políticas culturais. Documentarista, já realizou inúmeros curta-metragens. Prepara agora o seu primeiro longa, Te Están Grabando, sobre a indústrias cinematográficas.
Público: Produtores e agentes culturais, artistas, estudantes e pesquisadores do tema.
Programa:
- Política cultural - teoria e prática
- Indústrias culturais na era global
- Marketing Cultural e Investimento Cultural Privado
- Captação de recursos e financiamento à cultura
Data: 14 e 15 de setembro, das 14 às 22h30.
Local: Centro de Estudos da UNACON – SCS Quadra 8 Bloco B50, 4º andar – Edifício Venâncio 2000
Investimento: R$ 250 – Preço especial para grupos!
Informações: Mirella Malta
Telefone: 61 9273-9002
E-mail: mirellamalta@globo.com
ENCONTRO DE MODA DO CENTRO-OESTE
Mesas de discussão, comunicações e posteres.
Visite - www.modacentro-oeste.com.br
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JORNALISTAS NO STF, JÁ!
No princípio, Deus criou o céu e a terra (...). Talvez devamos partir daí para explicar ao egrégio Supremo Tribunal Federal (STF) que o Jornalismo principia da Comunicação, a qual não cabe apenas na síntese de mera troca de mensagens entre interlocutores, mas, como bem sabemos, numa ciência.
A comunicação é fundamentada pela soma de diversas faculdades, transacionando vastos conhecimentos que se pautam nas raízes da própria história, recrudescendo pelas veias da sociologia, psicologia, antropologia, filosofia e outras valorosas ciências do conhecimento humano. Portanto, pobre daquele que vê na função do jornalismo o simples pressuposto da captação e transmissão de notícias, pois se assim fosse, então deveríamos abrir parênteses para a admissão maciça dos "amigos" psitaciformes - também conhecidos como papagaios.
A análise dos fatos, informações e interpretações das notícias soam tal quais as características e similaridades do julgamento de um processo, o qual os detentores da balança da justiça exercem com os mesmos parâmetros de formação dos bacharéis em Comunicação, porém com o competente exercício e aplicação do conhecimento jurídico adquirido nas faculdades de Direito; o que mais uma vez se equivale ao bacharel em Comunicação, habilitado em Jornalismo, detentor das técnicas e da ciência necessária ao pleno exercício da profissão. Se assim não for, há de se abrir vagas aos jornalistas que desejem postular uma cadeira no nobre STF.
Tratar o jornalismo e, por extensão, a ciência da comunicação como roupagem de prato culinário, é preconceito pela falta de conhecimento. Não há fator de igualdade, nem tampouco similaridade, para que os nobres companheiros da culinária, ou de qualquer outra valorosa profissão, possam se travestir de jornalistas, e nem bacharéis de Comunicação vistam "capas pretas" e se achem no direito ao Direito. Como diria o jurista Rui Barbosa: "A regra da igualdade não consiste senão em aquinhoar desigualmente os desiguais, na medida em que se desigualam. Tratar com desigualdade a iguais ou desiguais com igualdade seria desigualdade flagrante e não igualdade real."
O caminho da verdadeira democracia é pavimentado pelo fortalecimento de suas instituições, pelo pleno e verdadeiro exercício de liberdade de expressão.
Visto que o que passou, passou, cabe agora ao Legislativo corrigir o errôneo julgamento e devolver a prática do jornalismo a quem de direito.
Por Laércio Pimentel
Fonte: Fenaj
A comunicação é fundamentada pela soma de diversas faculdades, transacionando vastos conhecimentos que se pautam nas raízes da própria história, recrudescendo pelas veias da sociologia, psicologia, antropologia, filosofia e outras valorosas ciências do conhecimento humano. Portanto, pobre daquele que vê na função do jornalismo o simples pressuposto da captação e transmissão de notícias, pois se assim fosse, então deveríamos abrir parênteses para a admissão maciça dos "amigos" psitaciformes - também conhecidos como papagaios.
A análise dos fatos, informações e interpretações das notícias soam tal quais as características e similaridades do julgamento de um processo, o qual os detentores da balança da justiça exercem com os mesmos parâmetros de formação dos bacharéis em Comunicação, porém com o competente exercício e aplicação do conhecimento jurídico adquirido nas faculdades de Direito; o que mais uma vez se equivale ao bacharel em Comunicação, habilitado em Jornalismo, detentor das técnicas e da ciência necessária ao pleno exercício da profissão. Se assim não for, há de se abrir vagas aos jornalistas que desejem postular uma cadeira no nobre STF.
Tratar o jornalismo e, por extensão, a ciência da comunicação como roupagem de prato culinário, é preconceito pela falta de conhecimento. Não há fator de igualdade, nem tampouco similaridade, para que os nobres companheiros da culinária, ou de qualquer outra valorosa profissão, possam se travestir de jornalistas, e nem bacharéis de Comunicação vistam "capas pretas" e se achem no direito ao Direito. Como diria o jurista Rui Barbosa: "A regra da igualdade não consiste senão em aquinhoar desigualmente os desiguais, na medida em que se desigualam. Tratar com desigualdade a iguais ou desiguais com igualdade seria desigualdade flagrante e não igualdade real."
O caminho da verdadeira democracia é pavimentado pelo fortalecimento de suas instituições, pelo pleno e verdadeiro exercício de liberdade de expressão.
Visto que o que passou, passou, cabe agora ao Legislativo corrigir o errôneo julgamento e devolver a prática do jornalismo a quem de direito.
Por Laércio Pimentel
Fonte: Fenaj
Sexta-feira, Agosto 28, 2009
CAMPANHA DIVULGA 16º RANKING DA BAIXARIA NA TV
Nesta quarta-feira (26/8), a Coordenação Executiva da campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania” divulga o 16º Ranking da Baixaria na TV, em audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
A audiência pública, que também debaterá os preparativos para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), ocorrerá a partir das 14h, no plenário 9 do Anexo 2 da Câmara.
Do último ranking, divulgado em outubro de 2008, até o presente, foram recebidas 874 denúncias de telespectadores, através do site da campanha (www.eticanatv.org.br) e do Disque Câmara (0800 619 619). Desde novembro de 2002, quando iniciou suas atividades, mais de 35 mil denúncias foram registradas pela campanha.
Apelo sexual, incitação à violência, apologia ao crime, desrespeito aos valores éticos da família e horário impróprio são as principais reclamações dos telespectadores que nortearam a elaboração do 16º Ranking da Baixaria na TV.
Dentre os cinco programas mais denunciados, dois são reincidentes: o “SuperPop”, da Rede TV!, que já havia figurado nos rankings de 2006 e 2008, e o “Pânico na TV”, da mesma emissora, que esteve presente no ranking de 2008.
Outros dois programas listados no novo ranking são regionais, veiculados apenas na Bahia: “Na Mira” (TV Aratu/SBT) e “Se liga Bocão” (TV Itapoan/Record), de emissoras sediadas em Salvador(BA), ambos enquadrados no gênero policialesco.
O novo campeão de reclamações, porém, é o “Jogo Aberto”, programa esportivo da TV Bandeirantes, alvo de oitenta e oito denúncias fundamentadas e analisadas pelos pareceristas da campanha. Confira abaixo os detalhes do ranking.
De acordo com Augustino Veit, integrante da Coordenação Executiva da campanha, as denúncias recebidas são fruto do engajamento ativo de uma parcela dos telespectadores no monitoramento dos conteúdos da televisão. “As emissoras de TV são concessões públicas e, portanto, têm obrigações constitucionais a respeitar. Quando uma pessoa se sente agredida ou ofendida por um programa, a quem ela pode recorrer? Exceto pela TV Brasil, as televisões não possuem ombudsman ou ouvidor que possa receber as críticas da população, que tem todo o direito de cobrar do poder público as providências para a prevenção e punição às violações de direitos cometidas nos programas. A campanha visa responder a uma demanda da cidadania ativa em relação aos meios de comunicação”, avalia Veit.
Os expositores convidados para a segunda mesa da audiência pública, sobre a campanha, são o psicólogo Ricardo F. Moretzsohn, representante do Conselho Federal de Psicologia (CFP) na Coordenação Executiva da campanha, o Procurador da República Marcus Vinícius Aguiar Macedo, representante da Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) do Ministério Público Federal (MPF), e o deputado federal Emiliano José (PT-BA).
16º RANKING DA BAIXARIA NA TV
1º Lugar - "Jogo Aberto" (TV Bandeirantes): 88 denúncias fundamentadas sobre desrespeito às torcidas de futebol, incitação à violência, vocabulário impróprio para o horário.
2º Lugar - "Pânico na TV" (Rede TV!): 69 denúncias fundamentadas sobre exposição de pessoas ao ridículo, apelo sexual, palavras de baixo calão.
3º Lugar - "SuperPop" (Rede TV!): 33 denúncias fundamentadas sobre excesso de nudez e exposição de pessoas ao ridículo.
4º Lugar - "Na Mira" (TV Aratu/SBT - Salvador/BA): 31 denúncias fundamentadas sobre sensacionalismo, apologia à violência e desrespeito à pessoa humana.
5º Lugar - "Se liga Bocão" (TV Itapoan/Record - Salvador/BA): 22 denúncias fundamentadas sobre desrespeito à pessoa humana, incitação à violência e incitação ao ódio.
*****
Audiência pública sobre “1ª Conferência Nacional de Comunicação e campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania”
26/08/2009, 14h – Plenário 9, Anexo II da Câmara dos Deputados
http://www.twitter.com/cdhcamara
A campanha – iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil, destinada a promover o respeito aos direitos humanos e à dignidade do cidadão nos programas de televisão, a campanha “Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania” nasceu em 2002 fruto de deliberação da VII Conferência Nacional de Direitos Humanos, maior evento anual do setor no país.
O espírito da decisão foi criar um instrumento que promovesse o respeito aos princípios éticos e os direitos humanos na televisão brasileira. Participaram da Conferência cerca de 1.500 pessoas, público formado, em sua grande maioria, por lideranças e militantes de direitos humanos.
Muitas destas pessoas lutaram contra a censura no regime militar e agora estão engajados na campanha para resgatar o significado contemporâneo da liberdade de expressão e de formação de uma opinião pública crítica baseada nos valores humanistas.
A ação da campanha consiste em receber denúncias de telespectadores e entidades que considerem conteúdos da programação televisiva violadores de direitos humanos e de outros princípios constitucionais.
Mais informações: www.eticanatv.org.br
Ana Lúcia Bonfim Fone: (61)3216.6570
e-mail: eticanatv@camara.gov.br
Fonte: http://www2.camara.gov.br/comissoes/cdhm/campanha-divulga-16o-ranking-da-baixaria-na-tv-1/
A audiência pública, que também debaterá os preparativos para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), ocorrerá a partir das 14h, no plenário 9 do Anexo 2 da Câmara.
Do último ranking, divulgado em outubro de 2008, até o presente, foram recebidas 874 denúncias de telespectadores, através do site da campanha (www.eticanatv.org.br) e do Disque Câmara (0800 619 619). Desde novembro de 2002, quando iniciou suas atividades, mais de 35 mil denúncias foram registradas pela campanha.
Apelo sexual, incitação à violência, apologia ao crime, desrespeito aos valores éticos da família e horário impróprio são as principais reclamações dos telespectadores que nortearam a elaboração do 16º Ranking da Baixaria na TV.
Dentre os cinco programas mais denunciados, dois são reincidentes: o “SuperPop”, da Rede TV!, que já havia figurado nos rankings de 2006 e 2008, e o “Pânico na TV”, da mesma emissora, que esteve presente no ranking de 2008.
Outros dois programas listados no novo ranking são regionais, veiculados apenas na Bahia: “Na Mira” (TV Aratu/SBT) e “Se liga Bocão” (TV Itapoan/Record), de emissoras sediadas em Salvador(BA), ambos enquadrados no gênero policialesco.
O novo campeão de reclamações, porém, é o “Jogo Aberto”, programa esportivo da TV Bandeirantes, alvo de oitenta e oito denúncias fundamentadas e analisadas pelos pareceristas da campanha. Confira abaixo os detalhes do ranking.
De acordo com Augustino Veit, integrante da Coordenação Executiva da campanha, as denúncias recebidas são fruto do engajamento ativo de uma parcela dos telespectadores no monitoramento dos conteúdos da televisão. “As emissoras de TV são concessões públicas e, portanto, têm obrigações constitucionais a respeitar. Quando uma pessoa se sente agredida ou ofendida por um programa, a quem ela pode recorrer? Exceto pela TV Brasil, as televisões não possuem ombudsman ou ouvidor que possa receber as críticas da população, que tem todo o direito de cobrar do poder público as providências para a prevenção e punição às violações de direitos cometidas nos programas. A campanha visa responder a uma demanda da cidadania ativa em relação aos meios de comunicação”, avalia Veit.
Os expositores convidados para a segunda mesa da audiência pública, sobre a campanha, são o psicólogo Ricardo F. Moretzsohn, representante do Conselho Federal de Psicologia (CFP) na Coordenação Executiva da campanha, o Procurador da República Marcus Vinícius Aguiar Macedo, representante da Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) do Ministério Público Federal (MPF), e o deputado federal Emiliano José (PT-BA).
16º RANKING DA BAIXARIA NA TV
1º Lugar - "Jogo Aberto" (TV Bandeirantes): 88 denúncias fundamentadas sobre desrespeito às torcidas de futebol, incitação à violência, vocabulário impróprio para o horário.
2º Lugar - "Pânico na TV" (Rede TV!): 69 denúncias fundamentadas sobre exposição de pessoas ao ridículo, apelo sexual, palavras de baixo calão.
3º Lugar - "SuperPop" (Rede TV!): 33 denúncias fundamentadas sobre excesso de nudez e exposição de pessoas ao ridículo.
4º Lugar - "Na Mira" (TV Aratu/SBT - Salvador/BA): 31 denúncias fundamentadas sobre sensacionalismo, apologia à violência e desrespeito à pessoa humana.
5º Lugar - "Se liga Bocão" (TV Itapoan/Record - Salvador/BA): 22 denúncias fundamentadas sobre desrespeito à pessoa humana, incitação à violência e incitação ao ódio.
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Audiência pública sobre “1ª Conferência Nacional de Comunicação e campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania”
26/08/2009, 14h – Plenário 9, Anexo II da Câmara dos Deputados
http://www.twitter.com/cdhcamara
A campanha – iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil, destinada a promover o respeito aos direitos humanos e à dignidade do cidadão nos programas de televisão, a campanha “Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania” nasceu em 2002 fruto de deliberação da VII Conferência Nacional de Direitos Humanos, maior evento anual do setor no país.
O espírito da decisão foi criar um instrumento que promovesse o respeito aos princípios éticos e os direitos humanos na televisão brasileira. Participaram da Conferência cerca de 1.500 pessoas, público formado, em sua grande maioria, por lideranças e militantes de direitos humanos.
Muitas destas pessoas lutaram contra a censura no regime militar e agora estão engajados na campanha para resgatar o significado contemporâneo da liberdade de expressão e de formação de uma opinião pública crítica baseada nos valores humanistas.
A ação da campanha consiste em receber denúncias de telespectadores e entidades que considerem conteúdos da programação televisiva violadores de direitos humanos e de outros princípios constitucionais.
Mais informações: www.eticanatv.org.br
Ana Lúcia Bonfim Fone: (61)3216.6570
e-mail: eticanatv@camara.gov.br
Fonte: http://www2.camara.gov.br/comissoes/cdhm/campanha-divulga-16o-ranking-da-baixaria-na-tv-1/
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
CURSO ON-LINE DE JORNALISMO CIENTÍFICO GANHA VERSÃO EM PORTUGUÊS
Versão original foi desenvolvida pela Federação Mundial dos Jornalistas Científicos (World Federation of Science Journalists, WFSJ) e pela Rede de Ciência e desenvolvimento (SciDev.Net)
O curso, em oito lições escritas por especialistas no tema, pode ser usado com proveito por jornalistas profissionais, estudantes de jornalismo e professores.
Cada uma delas consiste num texto para leitura com exemplos, questões para responder e tarefas a cumprir. A Lição 2 também contém testemunhos pessoais escritos por jornalistas experientes. Está também disponível um guia do usuário.
A tradução e a adaptação do texto foi realizada por Catarina Chagas e a revisão científica por Luisa Massarani. A versão em português contou com o apoio do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/SECIS/ Ministério da Ciência e Tecnologia.
A versão em português está disponível em:
http://www.wfsj.org/course/pt
Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/
O curso, em oito lições escritas por especialistas no tema, pode ser usado com proveito por jornalistas profissionais, estudantes de jornalismo e professores.
Cada uma delas consiste num texto para leitura com exemplos, questões para responder e tarefas a cumprir. A Lição 2 também contém testemunhos pessoais escritos por jornalistas experientes. Está também disponível um guia do usuário.
A tradução e a adaptação do texto foi realizada por Catarina Chagas e a revisão científica por Luisa Massarani. A versão em português contou com o apoio do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/SECIS/ Ministério da Ciência e Tecnologia.
A versão em português está disponível em:
http://www.wfsj.org/course/pt
Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/
Terça-feira, Agosto 25, 2009
A NECESSIDADE DE COMUNICAR PARA A SUSTENTABILIDADE
Todos aqueles que procuram trabalhar com os temas da comunicação ambiental e sustentabilidade conhecem bem os percalços sobre os diversos entendimentos que as pessoas tem sobre esses problemas. A semana que passou foi de muito trabalho associado a uma grande satisfação pessoal e profissional exatamente por poder disseminar informações que, infelizmente, ainda não são de domínio comum. Temas como recursos finitos do planeta, a escassez e contaminação da água e a urgente necessidade de frear a insanidade da sociedade de consumo causam espanto e muitas vezes ceticismo.
Tive a oportunidade de ministrar duas palestras com o título "Os Desafios da Sustentabilidade". Uma foi realizada no CDE - Centro Democrático de Engenharia - entidade ligada ao Instituto de Engenharia e a outra na sede do Partido Verde Municipal (São Paulo). Considero os resultados de ambas muito satisfatórias e estou plenamente convencido da necessidade de falar cada vez mais para o maior número de pessoas possível.
Apesar de existirem níveis diferentes de consciência e informação sobre o tema, sempre que se conversa sobre sustentabilidade, as dúvidas, dificuldades e até mesmo desconfianças surgem a todo o momento. Para mim que cursou no passado uma pós-graduação com o pomposo nome "Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento" que coloca como uma de suas premissas o aprimoramento intelectual e a troca de conhecimento em tempo integral, essas palestras foram muito gratificantes. A teoria da Gestão do Conhecimento diz que ao passar uma informação, a pessoa que recebe ganha algo, sem que o emissor dessa informação perca e, posteriormente, uma discordância, pergunta, ou mesmo um novo dado faz com que o emissor inicial também enriqueça em seu conhecimento.
Tenho total convicção que o conhecimento e as informações sobre sustentabilidade devam ser multiplicados de maneira rápida e urgente para todos os públicos com os quais tivermos essa oportunidade de falar e discutir o tema.
É importante que os estudiosos ligados a área ambiental deixem os seus nichos e apenas as conversas com os seus pares para se "infiltrar positivamente" no seio da sociedade. São milhares de segmentos, milhões de pessoas ávidos de informações sobre o tema. E, obviamente, serão essas pessoas e segmentos da sociedade que poderão de maneira efetiva, realizar as ações e mudanças em busca de um mundo mais sustentável.
Se a sociedade tiver como referenciais apenas os dogmas de um mundo de consumo desenfreado, será a ela que as pessoas irão se entregar. O poder de sedução do consumo, das propagandas maravilhosas que prometem prazer e felicidade, só podem ser combatidas com consciência e muita informação.
A IMPORTÂNCIA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL
Numa dessas palestras fui bastante questionado quanto à atuação dos ambientalistas em relação ao desenvolvimento. Segundo disseram, muitas obras importantes demoram demasiadamente ou nem são aprovadas pelas regras impostas pelo licenciamento ambiental. Rebati esse posicionamento afirmando que o desenvolvimento não pode ocorrer em detrimento do futuro. Os licenciamentos têm entre suas principais funções, diagnosticar os efeitos que aquele determinado empreendimento pode causar a comunidades humanas e ao meio ambiente e, tentar minimiza-los ao máximo. Citei, inclusive, a Usina Hidrelétrica de Balbina no Amazonas que, em virtude de estudos precários hoje é um exemplo de como as coisas não devem ser feitas. O resultado de Balbina é conhecido por todos: pouca geração de energia e enormes danos ambientais, ou seja, altíssimos custos e baixíssimos benefícios.
E foi exatamente por esses dias que estive também envolvido com a redação, edição e análise de 5 RIMAs - Relatórios de Impacto Ambiental - para 5 hidrelétricas que deverão ser construídas entre o Piauí e o Maranhão. Fiquei muito satisfeito ao ler as informações constantes nos EIAs - Estudos de Impacto Ambiental - que servirão de base para os RIMAs. Tais levantamentos feitos por especialistas de várias áreas (de engenheiros a biólogos) contribuem para uma radiografia completa da realidade dessas regiões, os prognósticos para a instalação da hidrelétrica e tudo o que deve ser feito para minimizar seus efeitos.
Qualquer crítica que possa se fazer a esse tipo de legislação com todas as falhas em sua aplicação inerentes à natureza humana não devem, em hipótese alguma, desconsiderar a sua importância e necessidade. Em lugar de estudos teríamos apenas obras mal feitas e atropeladas sem visar o bem comum, mas de resultados imediatistas e bastante questionáveis.
Tive uma semana que gostaria de ver repetida muitas e muitas vezes nos próximos tempos. Semana de muito cansaço físico, mas alta produtividade. Minhas convicções estão ainda mais fortes para as batalhas que espero travar com muitas pessoas ao meu lado.
Por Reinaldo Canto - Jornalista, consultor e palestrante, foi Diretor de Comunicação do Greenpeace e Coordenador de Comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente
Visite o Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com
Tive a oportunidade de ministrar duas palestras com o título "Os Desafios da Sustentabilidade". Uma foi realizada no CDE - Centro Democrático de Engenharia - entidade ligada ao Instituto de Engenharia e a outra na sede do Partido Verde Municipal (São Paulo). Considero os resultados de ambas muito satisfatórias e estou plenamente convencido da necessidade de falar cada vez mais para o maior número de pessoas possível.
Apesar de existirem níveis diferentes de consciência e informação sobre o tema, sempre que se conversa sobre sustentabilidade, as dúvidas, dificuldades e até mesmo desconfianças surgem a todo o momento. Para mim que cursou no passado uma pós-graduação com o pomposo nome "Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento" que coloca como uma de suas premissas o aprimoramento intelectual e a troca de conhecimento em tempo integral, essas palestras foram muito gratificantes. A teoria da Gestão do Conhecimento diz que ao passar uma informação, a pessoa que recebe ganha algo, sem que o emissor dessa informação perca e, posteriormente, uma discordância, pergunta, ou mesmo um novo dado faz com que o emissor inicial também enriqueça em seu conhecimento.
Tenho total convicção que o conhecimento e as informações sobre sustentabilidade devam ser multiplicados de maneira rápida e urgente para todos os públicos com os quais tivermos essa oportunidade de falar e discutir o tema.
É importante que os estudiosos ligados a área ambiental deixem os seus nichos e apenas as conversas com os seus pares para se "infiltrar positivamente" no seio da sociedade. São milhares de segmentos, milhões de pessoas ávidos de informações sobre o tema. E, obviamente, serão essas pessoas e segmentos da sociedade que poderão de maneira efetiva, realizar as ações e mudanças em busca de um mundo mais sustentável.
Se a sociedade tiver como referenciais apenas os dogmas de um mundo de consumo desenfreado, será a ela que as pessoas irão se entregar. O poder de sedução do consumo, das propagandas maravilhosas que prometem prazer e felicidade, só podem ser combatidas com consciência e muita informação.
A IMPORTÂNCIA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL
Numa dessas palestras fui bastante questionado quanto à atuação dos ambientalistas em relação ao desenvolvimento. Segundo disseram, muitas obras importantes demoram demasiadamente ou nem são aprovadas pelas regras impostas pelo licenciamento ambiental. Rebati esse posicionamento afirmando que o desenvolvimento não pode ocorrer em detrimento do futuro. Os licenciamentos têm entre suas principais funções, diagnosticar os efeitos que aquele determinado empreendimento pode causar a comunidades humanas e ao meio ambiente e, tentar minimiza-los ao máximo. Citei, inclusive, a Usina Hidrelétrica de Balbina no Amazonas que, em virtude de estudos precários hoje é um exemplo de como as coisas não devem ser feitas. O resultado de Balbina é conhecido por todos: pouca geração de energia e enormes danos ambientais, ou seja, altíssimos custos e baixíssimos benefícios.
E foi exatamente por esses dias que estive também envolvido com a redação, edição e análise de 5 RIMAs - Relatórios de Impacto Ambiental - para 5 hidrelétricas que deverão ser construídas entre o Piauí e o Maranhão. Fiquei muito satisfeito ao ler as informações constantes nos EIAs - Estudos de Impacto Ambiental - que servirão de base para os RIMAs. Tais levantamentos feitos por especialistas de várias áreas (de engenheiros a biólogos) contribuem para uma radiografia completa da realidade dessas regiões, os prognósticos para a instalação da hidrelétrica e tudo o que deve ser feito para minimizar seus efeitos.
Qualquer crítica que possa se fazer a esse tipo de legislação com todas as falhas em sua aplicação inerentes à natureza humana não devem, em hipótese alguma, desconsiderar a sua importância e necessidade. Em lugar de estudos teríamos apenas obras mal feitas e atropeladas sem visar o bem comum, mas de resultados imediatistas e bastante questionáveis.
Tive uma semana que gostaria de ver repetida muitas e muitas vezes nos próximos tempos. Semana de muito cansaço físico, mas alta produtividade. Minhas convicções estão ainda mais fortes para as batalhas que espero travar com muitas pessoas ao meu lado.
Por Reinaldo Canto - Jornalista, consultor e palestrante, foi Diretor de Comunicação do Greenpeace e Coordenador de Comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente
Visite o Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com
EMPREENDEDORISMO CHEGA ÀS ESCOLAS
Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e a crescente demanda por profissionais hábeis e capazes de lidar com o mundo dos negócios, os cursos de empreendedorismo deixaram de ser exclusivos para os empresários e chegaram às salas de aula. Desde cedo, as crianças aprendem a elaborar um plano de negócios, a avaliar oportunidades, têm noções de propaganda e marketing, fazem pesquisas de preços, desenvolvem um espírito de liderança e aprendem conceitos básicos para tornarem-se futuros empreendedores.
Localizada em Goiânia, em Goiás, a Escola Interamérica existe há 13 anos e desde 2006 implantou a disciplina Empreendedorismo no seu currículo, obrigatória para todos os alunos do sexto ao oitavo ano. "Começamos com um
programa voltado para a questão da economia doméstica e da valorização do dinheiro que os alunos recebem, caminhamos com a discussão sobre formulação de metas, em que eles aprendem o que são metas e as traçam como estudantes e pessoas, e depois trabalhamos as habilidades voltadas para a questão da iniciativa, da criatividade e da liderança. Na série seguinte, os alunos têm discussões com os mais variados profissionais do mercado de trabalho, partipam de palestras, visitam empresas e, no nono ano, criam um produto que não agrida o meio ambiente e que seja viável comercialmente. Nosso projeto é bem amplo e ousado", conta Suelânia Conceição Costa Santos, diretora Pedagógica da Interamérica.
O Colégio Adventista do Campo Limpo, em São Paulo, é outra instituição que discute empreendedorismo com os alunos. O tema foi o escolhido para o Projeto 2009 da escola, em que os alunos do 3º ano do Ensino Médio tiveram palestras e treinamentos com especialistas na área de empreendedorismo, além de vivenciarem a miniempresa, que funcionou como uma empresa real, com presidente, diretor de marketing, diretor de RH, diretor de finanças e funcionários, em que foi escolhido um produto a ser fabricado com material reciclável, no caso, um abajur. "A participação dos alunos foi intensa, pois eram responsáveis por tomadas de decisões, lucros, prejuízos, produção e possíveis problemas existentes em cada setor", explica Nadir Panegacci, coordenadora pedagógica do ensino fundamental II e ensino médio do Colégio Adventista do Campo Limpo, "eles tiveram uma experiência única nos seguintes aspectos: responsabilidades de atuar como
empresário; espírito de liderança e empreendedor, relacionamento intrapessoal; visão clara do mundo dos negócios e espírito de liderança".
Para ensinar o que é empreendedorismo para crianças e jovens, as escolas utilizam diversos métodos, como palestras, filmes, seminários, entrevistas, visitas a empresas, treinamentos com especialistas e criação de organizações fictícias, tornando o assunto o mais didático possível. Na Escola Interamérica, por exemplo, as aulas sobre o tema são movidas por discussões, tornado-as mais dinâmicas e diferenciadas da rotina de sala de aula.
O resultado disso tudo é a formação de alunos mais responsáveis, com espírito de liderança e preparados emocionalmente para lidar com o seu futuro profissional. Além de se tornarem pessoas mais preocupadas com os seus gastos e com o modo que a renda familiar é usada. "Ensinar empreendedorismo oferece uma experiência prática para os alunos e um crescimento em aspectos imprescindíveis para o mercado de trabalho. Desperta o espírito empreendedor nos jovens e proporciona uma visão clara do mundo dos negócios bem como a experiência prática em economia e negócios e na organização operacional de uma empresa", explica Nadir.
DIFICULDADES
Entretanto, ensinar empreendedorismo não é uma tarefa fácil. Apesar de ser um termo atual, não há um profissional com formação específica na área, o que dificulta encontrar um professor para ministrar o tema nas salas de aula. A saída é a própria escola formar esses professores, que podem ser das áreas de pedagogia, recursos humanos ou administração de empresas, ou profissionais interessados participarem de cursos de capacitação em empreendedorismo para professores. O Sebrae-SP, por exemplo, iniciou em agosto o Programa Educar para o Futuro, com o objetivo principal de divulgar e multiplicar a cultura empreendedora entre alunos desde o ensino fundamental até o universitário, tendo como público-alvo professores, secretários de educação e diretores de escola.
Vale ressaltar que o enfoque do empreendedorismo ensinado nas escolas não é apenas em defesa do capital, muito menos exaltando a competição e o sucesso a qualquer custo. As instituições trabalham o tema ligando-o aos valores éticos e buscando formar pessoas e futuros profissionais mais preparados para o mercado de trabalho, mostrando que existe tanto o empreendedor dono como o empreendedor funcionário, ou seja, aquele que tem traçado o seu objetivo profissional dentro de uma corporação.
Por Érica Nacarato
Localizada em Goiânia, em Goiás, a Escola Interamérica existe há 13 anos e desde 2006 implantou a disciplina Empreendedorismo no seu currículo, obrigatória para todos os alunos do sexto ao oitavo ano. "Começamos com um
programa voltado para a questão da economia doméstica e da valorização do dinheiro que os alunos recebem, caminhamos com a discussão sobre formulação de metas, em que eles aprendem o que são metas e as traçam como estudantes e pessoas, e depois trabalhamos as habilidades voltadas para a questão da iniciativa, da criatividade e da liderança. Na série seguinte, os alunos têm discussões com os mais variados profissionais do mercado de trabalho, partipam de palestras, visitam empresas e, no nono ano, criam um produto que não agrida o meio ambiente e que seja viável comercialmente. Nosso projeto é bem amplo e ousado", conta Suelânia Conceição Costa Santos, diretora Pedagógica da Interamérica.
O Colégio Adventista do Campo Limpo, em São Paulo, é outra instituição que discute empreendedorismo com os alunos. O tema foi o escolhido para o Projeto 2009 da escola, em que os alunos do 3º ano do Ensino Médio tiveram palestras e treinamentos com especialistas na área de empreendedorismo, além de vivenciarem a miniempresa, que funcionou como uma empresa real, com presidente, diretor de marketing, diretor de RH, diretor de finanças e funcionários, em que foi escolhido um produto a ser fabricado com material reciclável, no caso, um abajur. "A participação dos alunos foi intensa, pois eram responsáveis por tomadas de decisões, lucros, prejuízos, produção e possíveis problemas existentes em cada setor", explica Nadir Panegacci, coordenadora pedagógica do ensino fundamental II e ensino médio do Colégio Adventista do Campo Limpo, "eles tiveram uma experiência única nos seguintes aspectos: responsabilidades de atuar como
empresário; espírito de liderança e empreendedor, relacionamento intrapessoal; visão clara do mundo dos negócios e espírito de liderança".
Para ensinar o que é empreendedorismo para crianças e jovens, as escolas utilizam diversos métodos, como palestras, filmes, seminários, entrevistas, visitas a empresas, treinamentos com especialistas e criação de organizações fictícias, tornando o assunto o mais didático possível. Na Escola Interamérica, por exemplo, as aulas sobre o tema são movidas por discussões, tornado-as mais dinâmicas e diferenciadas da rotina de sala de aula.
O resultado disso tudo é a formação de alunos mais responsáveis, com espírito de liderança e preparados emocionalmente para lidar com o seu futuro profissional. Além de se tornarem pessoas mais preocupadas com os seus gastos e com o modo que a renda familiar é usada. "Ensinar empreendedorismo oferece uma experiência prática para os alunos e um crescimento em aspectos imprescindíveis para o mercado de trabalho. Desperta o espírito empreendedor nos jovens e proporciona uma visão clara do mundo dos negócios bem como a experiência prática em economia e negócios e na organização operacional de uma empresa", explica Nadir.
DIFICULDADES
Entretanto, ensinar empreendedorismo não é uma tarefa fácil. Apesar de ser um termo atual, não há um profissional com formação específica na área, o que dificulta encontrar um professor para ministrar o tema nas salas de aula. A saída é a própria escola formar esses professores, que podem ser das áreas de pedagogia, recursos humanos ou administração de empresas, ou profissionais interessados participarem de cursos de capacitação em empreendedorismo para professores. O Sebrae-SP, por exemplo, iniciou em agosto o Programa Educar para o Futuro, com o objetivo principal de divulgar e multiplicar a cultura empreendedora entre alunos desde o ensino fundamental até o universitário, tendo como público-alvo professores, secretários de educação e diretores de escola.
Vale ressaltar que o enfoque do empreendedorismo ensinado nas escolas não é apenas em defesa do capital, muito menos exaltando a competição e o sucesso a qualquer custo. As instituições trabalham o tema ligando-o aos valores éticos e buscando formar pessoas e futuros profissionais mais preparados para o mercado de trabalho, mostrando que existe tanto o empreendedor dono como o empreendedor funcionário, ou seja, aquele que tem traçado o seu objetivo profissional dentro de uma corporação.
Por Érica Nacarato
CURSO BÁSICO DE FOTOGRAFIA DIGITAL A DISTÂNCIA
A fotografia é uma atividade que vem ganhando muitos adeptos. Principalmente com o advento das máquinas fotográficas digitais. Mas, apesar das facilidades oferecidas pelos equipamentos mais modernos, é preciso que o usuário passe por um aprendizado para que possa obter o melhor resultado de suas fotos, mesmo que sua máquina tenha tanta tecnologia que possa quase tirar uma foto sozinha. E, acreditando que o domínio das técnicas é fundamental para um bom profissional ou mesmo até um amador, o fotógrafo Thenes Sidney Pinto, que reside em Palmas no Tocantins e atua há mais de 40 anos no ramo de fotojornalismo e fotografia publicitária, implantou o ensino da fotografia pela internet.
Autor e realizador de projetos que fazem parte do acervo histórico do Estado do Tocantins, Thenes Pinto já realizou os projetos "Palmas ontem e hoje" e "O Tocantins é assim", ambos utilizam a fotografia como ferramenta de documentação histórica do mais novo Estado da federação brasileira. O fotógrafo Thenes Pinto trabalha ainda na instalação do Museu da Imagem e do Som do Tocantins, o MiST e mantém, através da Fundação Cultural do Tocantins, um Curso Básico de Fotografia. Os alunos recebem do curso uma carteira e um certificado que comprovam a participação e com isso, muitos profissionais já estão atuando no mercado de trabalho a partir destes comprovantes.
EXPERIÊNCIA
Em 11 anos de trabalho o fotógrafo formou mais de 600 alunos. Os primeiros três anos do curso, Thenes Pinto contou com o apoio do FAT - Fundo de Auxílio ao Trabalhador do Governo Federal. Em seguida, o curso foi levado para um local bem apropriado para a arte da fotografia: o Espaço Cultural de Palmas e também na Casa da Cultura. Atualmente, lembra o professor e fotógrafo, 40 alunos que passaram por seus cursos estão na ativa no Tocantins. Entre eles estão a fotógrafa Isis de Oliveira, que trabalha na Assembléia Legislativa do Estado, a fotógrafa Zezinha Carvalho que trabalha na Secretaria da Comunicação do Governo do Tocantins. Outras duas ex-alunas trabalham na Organização Jaime Câmara, elas são Jônia Miranda e Shirlis Martins. Outro que também passou pelas aulas do professor Thenes Pinto foi o fotógrafo da prefeitura de Palmas, Carlos Roberto e, também na prefeitura há outro fotógrafo formado por Thenes Pinto, trata-se do fotógrafo Walkerley Santos que trabalha na Secretaria Municipal de Saúde.
Até colunista social já pegou o foco com Thenes Pinto. Ela é Jaciara Barros. E há mais. O hoje fotógrafo Manoel Egnaldo, que trabalha na TV Palmas. A jornalista Paula Bitencourt, o fotógrafo Celso Borges, que trabalha na Assessoria de Imprensa da Polícia Militar do Tocantins, o fotógrafo Kennedy Fagundes que atua na Justiça Federal do Tocantins e que já ganhou um prêmio do Governo do Estado em 1998 e viajou à Europa. Ele foi um dos primeiros alunos do Curso Básico de Fotografia do profissional Thenes Pinto.
DISTÂNCIA
Com o curso à distância pela internet, o aluno recebe um CD com informações sobre técnicas de programas utilizados para fotos digitais, apostilas e faz os exercícios de acordo com as instruções. Com a foto produzida, o aluno entra em horário pré-combinado no MSN ou por E-MAIL e passa a foto para ser analisada, caso esteja perfeita, passa para lição seguinte, se não, outro tema é passado para o aluno desenvolver e assim por diante durante 20 lições com diversos temas desenvolvidos. As dúvidas dos alunos são todas tiradas ao vivo com Webcan ligada pelo MSN. O CD foi produzido com técnicas para serem desenvolvidas pelo aluno, com fotos que deverão ser produzidas ou copiadas da apostila. Mais informações para fazer o curso, poderão serão dadas através do e-mail thenespinto@msn.com ou pelos tels. 63-9233.6789 ou 8419.9901.
Por Thenes Pinto
Fonte: www.thenespinto.blogspot.com
Autor e realizador de projetos que fazem parte do acervo histórico do Estado do Tocantins, Thenes Pinto já realizou os projetos "Palmas ontem e hoje" e "O Tocantins é assim", ambos utilizam a fotografia como ferramenta de documentação histórica do mais novo Estado da federação brasileira. O fotógrafo Thenes Pinto trabalha ainda na instalação do Museu da Imagem e do Som do Tocantins, o MiST e mantém, através da Fundação Cultural do Tocantins, um Curso Básico de Fotografia. Os alunos recebem do curso uma carteira e um certificado que comprovam a participação e com isso, muitos profissionais já estão atuando no mercado de trabalho a partir destes comprovantes.
EXPERIÊNCIA
Em 11 anos de trabalho o fotógrafo formou mais de 600 alunos. Os primeiros três anos do curso, Thenes Pinto contou com o apoio do FAT - Fundo de Auxílio ao Trabalhador do Governo Federal. Em seguida, o curso foi levado para um local bem apropriado para a arte da fotografia: o Espaço Cultural de Palmas e também na Casa da Cultura. Atualmente, lembra o professor e fotógrafo, 40 alunos que passaram por seus cursos estão na ativa no Tocantins. Entre eles estão a fotógrafa Isis de Oliveira, que trabalha na Assembléia Legislativa do Estado, a fotógrafa Zezinha Carvalho que trabalha na Secretaria da Comunicação do Governo do Tocantins. Outras duas ex-alunas trabalham na Organização Jaime Câmara, elas são Jônia Miranda e Shirlis Martins. Outro que também passou pelas aulas do professor Thenes Pinto foi o fotógrafo da prefeitura de Palmas, Carlos Roberto e, também na prefeitura há outro fotógrafo formado por Thenes Pinto, trata-se do fotógrafo Walkerley Santos que trabalha na Secretaria Municipal de Saúde.
Até colunista social já pegou o foco com Thenes Pinto. Ela é Jaciara Barros. E há mais. O hoje fotógrafo Manoel Egnaldo, que trabalha na TV Palmas. A jornalista Paula Bitencourt, o fotógrafo Celso Borges, que trabalha na Assessoria de Imprensa da Polícia Militar do Tocantins, o fotógrafo Kennedy Fagundes que atua na Justiça Federal do Tocantins e que já ganhou um prêmio do Governo do Estado em 1998 e viajou à Europa. Ele foi um dos primeiros alunos do Curso Básico de Fotografia do profissional Thenes Pinto.
DISTÂNCIA
Com o curso à distância pela internet, o aluno recebe um CD com informações sobre técnicas de programas utilizados para fotos digitais, apostilas e faz os exercícios de acordo com as instruções. Com a foto produzida, o aluno entra em horário pré-combinado no MSN ou por E-MAIL e passa a foto para ser analisada, caso esteja perfeita, passa para lição seguinte, se não, outro tema é passado para o aluno desenvolver e assim por diante durante 20 lições com diversos temas desenvolvidos. As dúvidas dos alunos são todas tiradas ao vivo com Webcan ligada pelo MSN. O CD foi produzido com técnicas para serem desenvolvidas pelo aluno, com fotos que deverão ser produzidas ou copiadas da apostila. Mais informações para fazer o curso, poderão serão dadas através do e-mail thenespinto@msn.com ou pelos tels. 63-9233.6789 ou 8419.9901.
Por Thenes Pinto
Fonte: www.thenespinto.blogspot.com
A TV A CABO PIRATA
Quer ver todos os episódios de "Lost" de graça e sem interrupções? Ou de "Prison Break" e "Heroes"? O Youku (www.youku.com ) faz o serviço. O site chinês, cópia do YouTube, virou o pesadelo de qualquer TV paga ao colocar na rede filmes e seriados na íntegra.
Até séries que não fazem sucesso na China, como "True Blood" e "Mad Men",
estão lá.
Essa videolocadora grátis do século 21 só é possível graças à inexistência de leis de propriedade intelectual na China (as poucas que existem também não são lá muito fiscalizadas pelo governo).
Os usuários põem no ar os episódios -tanto gravados da própria TV americana como copiados de DVDs piratas encontrados em qualquer lojinha na China- enquanto grupos de jovens chineses se encarregam de legendá-los. Para quem domina o inglês, é um programão.
Apesar da poluição visual típica dos sites chineses, é só digitar o nome da série no espaço de busca, em inglês mesmo, sem necessidade de usar ideogramas. Usuários nos EUA, Europa e até no Brasil já descobriram o conteúdo livre.
Criado em 2006, o Youku se tornou um dos dez sites mais acessados da China, seguindo o mesmo modelo do americano YouTube (a empresa nega a cópia do nome, alegando que os ideogramas chineses que compõe "Youku" significam "bom" e "legal"). Rapidamente, começou a fazer o que o original é impedido por lei.
AUTOCENSURA
A ascensão do Youku tem relação direta com o bloqueio do YouTube na China. O site americano foi proibido na China no ano passado, quando foram postados vídeos em que monges tibetanos são surrados pela polícia chinesa em Lhasa. O governo chinês bloqueava o YouTube sempre que vídeos com violência policial ou denúncias de desrespeito aos direitos humanos entravam no ar. No final do ano passado, bloqueou-o permanentemente.
Já o Youku, como todos os grandes sites chineses, tem sua autocensura. Mais de cem pessoas se encarregam de checar e deletar vídeos que contenham temas sensíveis ao governo. Na gíria chinesa, o Youku é um site "harmonizado". O lema do Partido Comunista é criar uma "sociedade harmoniosa" e a censura à internet representa essa harmonia à força. Outro comportamento diferente do Youku é quanto ao conteúdo local. O site não utiliza a programação da TV estatal chinesa sem autorização. "Assinamos acordos com as TVs do governo e pagamos pelos direitos", explica o gerente de relações internacionais do Youku, Steven Lin.
PIRATARIA ENVERGONHADA
Quando a Folha pergunta sobre o sucesso dos seriados americanos colocados na íntegra no site, o gerente de relações internacionais diz que "só uma minoria assiste a eles". "Por que as empresas chinesas pagam por anúncios de dez segundos antes de
cada episódio americano, o que não acontece com as novelas chinesas?", pergunto. O relações públicas perde a diplomacia. "Se for para escrever sobre Youku e pirataria, a entrevista está encerrada", responde, aos gritos. "Dou entrevistas à CNN e à Fox sobre internet livre. Se for para nos acusar de pirataria, não." No mesmo dia, 2,5 milhões de chineses assistiram, de graça, a episódios da terceira temporada de "Prison Break".
RESTRIÇÕES CHINESAS SÃO PUNIDAS
Na semana passada, a Organização Mundial do Comércio puniu a China por ser protecionista em relação à circulação de bens culturais, como filmes e livros. A lei só permite a estreia de 20 filmes estrangeiros por ano e dificulta a importação desses produtos, o que abre terreno para a pirataria made in China.
Por Raul Juste Lores
Fonte: http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html#2009
Até séries que não fazem sucesso na China, como "True Blood" e "Mad Men",
estão lá.
Essa videolocadora grátis do século 21 só é possível graças à inexistência de leis de propriedade intelectual na China (as poucas que existem também não são lá muito fiscalizadas pelo governo).
Os usuários põem no ar os episódios -tanto gravados da própria TV americana como copiados de DVDs piratas encontrados em qualquer lojinha na China- enquanto grupos de jovens chineses se encarregam de legendá-los. Para quem domina o inglês, é um programão.
Apesar da poluição visual típica dos sites chineses, é só digitar o nome da série no espaço de busca, em inglês mesmo, sem necessidade de usar ideogramas. Usuários nos EUA, Europa e até no Brasil já descobriram o conteúdo livre.
Criado em 2006, o Youku se tornou um dos dez sites mais acessados da China, seguindo o mesmo modelo do americano YouTube (a empresa nega a cópia do nome, alegando que os ideogramas chineses que compõe "Youku" significam "bom" e "legal"). Rapidamente, começou a fazer o que o original é impedido por lei.
AUTOCENSURA
A ascensão do Youku tem relação direta com o bloqueio do YouTube na China. O site americano foi proibido na China no ano passado, quando foram postados vídeos em que monges tibetanos são surrados pela polícia chinesa em Lhasa. O governo chinês bloqueava o YouTube sempre que vídeos com violência policial ou denúncias de desrespeito aos direitos humanos entravam no ar. No final do ano passado, bloqueou-o permanentemente.
Já o Youku, como todos os grandes sites chineses, tem sua autocensura. Mais de cem pessoas se encarregam de checar e deletar vídeos que contenham temas sensíveis ao governo. Na gíria chinesa, o Youku é um site "harmonizado". O lema do Partido Comunista é criar uma "sociedade harmoniosa" e a censura à internet representa essa harmonia à força. Outro comportamento diferente do Youku é quanto ao conteúdo local. O site não utiliza a programação da TV estatal chinesa sem autorização. "Assinamos acordos com as TVs do governo e pagamos pelos direitos", explica o gerente de relações internacionais do Youku, Steven Lin.
PIRATARIA ENVERGONHADA
Quando a Folha pergunta sobre o sucesso dos seriados americanos colocados na íntegra no site, o gerente de relações internacionais diz que "só uma minoria assiste a eles". "Por que as empresas chinesas pagam por anúncios de dez segundos antes de
cada episódio americano, o que não acontece com as novelas chinesas?", pergunto. O relações públicas perde a diplomacia. "Se for para escrever sobre Youku e pirataria, a entrevista está encerrada", responde, aos gritos. "Dou entrevistas à CNN e à Fox sobre internet livre. Se for para nos acusar de pirataria, não." No mesmo dia, 2,5 milhões de chineses assistiram, de graça, a episódios da terceira temporada de "Prison Break".
RESTRIÇÕES CHINESAS SÃO PUNIDAS
Na semana passada, a Organização Mundial do Comércio puniu a China por ser protecionista em relação à circulação de bens culturais, como filmes e livros. A lei só permite a estreia de 20 filmes estrangeiros por ano e dificulta a importação desses produtos, o que abre terreno para a pirataria made in China.
Por Raul Juste Lores
Fonte: http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html#2009
APÓS 16 ANOS, RECORD COMPRA DIREITOS DE FILME-BOMBA SOBRE A GLOBO A TV
A TV Record acaba de fazer uma aquisição poderosa, ao comprar o explosivo documentário Muito Além do Cidadão Kane (Beyond Citizen Kane). Transmitido pela primeira vez em 1993, no Reino Unido, o filme é um contundente libelo contra a TV Globo e a família Marinho.
Embora só tenha fechado o negócio nesta semana, a Record já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. Segundo a Folha Online, o material saiu por menos de US$ 20 mil para a emissora do bispo Edir Macedo.
Desde a semana passada - quando Globo e Record começaram a se atracar em rede nacional -, o nome da produção voltou à baila. A Record já vinha veiculando trechos do documentário em seus telejornais noturnos antes da aquisição. O filme chegou a ser citado, por exemplo, no Repórter Record de domingo (16).
No entanto, quase tudo o que se diz sobre Muito Além do Cidadão Kane - de sua suposta proibição à autoria do trabalho - é equivocado. O documentário mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil - daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em Cidadão Kane (1941).
Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo desta semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record.
Mesmo legendado de forma capenga, o documentário circulava em VHS e se transformou num "hit" no país - antes de a internet ser o que é hoje. Custou cerca de US$ 260 mil (cerca de R$ 445 mil) à extinta empresa Large Door, na qual Hartog e Ellis eram sócios.
A produtora independente fez o longa para o canal britânico Channel 4, responsável por sua transmissão. Diferentemente do que a própria Record insiste em divulgar, a BBC nunca teve ligação nenhuma com a produção. Curiosidade: uma das maiores audiências do Channel 4 é o Big Brother, também carro-chefe da Globo.
BASTIDORES
Em entrevista à Folha de S.Paulo, publicada em fevereiro do ano passado, Ellis revelou que tanto Globo quanto Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90 - a primeira para engavetá-lo, a segunda pare exibi-lo. Ainda segundo Ellis, o título nunca foi proibido ou embargado pela Justiça brasileira.
"A igreja (Universal do Reino de Deus) já tinha uma filial em Londres naquela época(começo dos anos 90). Mas percebeu que haveria uma disputa judicial com a TV Globo a respeito das muitas imagens retiradas da programação deles. Então decidiu não comprá-lo", relatou o produtor. Agora, a Record pode se concentrar em exibir os trechos "autorais" do filme - ou seja, limar as imagens da TV Globo e focar nos relatos e entrevistas.
Políticos como Leonel Brizola (1922-2004), Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) e Luiz Inácio Lula da Silva - apresentado então como líder sindical - falam sobre a emissora carioca no filme. ''Nada se faz (no Brasil) sem consultar o dr. Roberto Marinho. É assustador", acusa o cantor e compositor Chico Buarque, no início da fita.
Fonte: Da Redação, com informações da Folha Online
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=114046&id_secao=6
Embora só tenha fechado o negócio nesta semana, a Record já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. Segundo a Folha Online, o material saiu por menos de US$ 20 mil para a emissora do bispo Edir Macedo.
Desde a semana passada - quando Globo e Record começaram a se atracar em rede nacional -, o nome da produção voltou à baila. A Record já vinha veiculando trechos do documentário em seus telejornais noturnos antes da aquisição. O filme chegou a ser citado, por exemplo, no Repórter Record de domingo (16).
No entanto, quase tudo o que se diz sobre Muito Além do Cidadão Kane - de sua suposta proibição à autoria do trabalho - é equivocado. O documentário mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil - daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em Cidadão Kane (1941).
Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo desta semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record.
Mesmo legendado de forma capenga, o documentário circulava em VHS e se transformou num "hit" no país - antes de a internet ser o que é hoje. Custou cerca de US$ 260 mil (cerca de R$ 445 mil) à extinta empresa Large Door, na qual Hartog e Ellis eram sócios.
A produtora independente fez o longa para o canal britânico Channel 4, responsável por sua transmissão. Diferentemente do que a própria Record insiste em divulgar, a BBC nunca teve ligação nenhuma com a produção. Curiosidade: uma das maiores audiências do Channel 4 é o Big Brother, também carro-chefe da Globo.
BASTIDORES
Em entrevista à Folha de S.Paulo, publicada em fevereiro do ano passado, Ellis revelou que tanto Globo quanto Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90 - a primeira para engavetá-lo, a segunda pare exibi-lo. Ainda segundo Ellis, o título nunca foi proibido ou embargado pela Justiça brasileira.
"A igreja (Universal do Reino de Deus) já tinha uma filial em Londres naquela época(começo dos anos 90). Mas percebeu que haveria uma disputa judicial com a TV Globo a respeito das muitas imagens retiradas da programação deles. Então decidiu não comprá-lo", relatou o produtor. Agora, a Record pode se concentrar em exibir os trechos "autorais" do filme - ou seja, limar as imagens da TV Globo e focar nos relatos e entrevistas.
Políticos como Leonel Brizola (1922-2004), Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) e Luiz Inácio Lula da Silva - apresentado então como líder sindical - falam sobre a emissora carioca no filme. ''Nada se faz (no Brasil) sem consultar o dr. Roberto Marinho. É assustador", acusa o cantor e compositor Chico Buarque, no início da fita.
Fonte: Da Redação, com informações da Folha Online
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=114046&id_secao=6
III SEMANA DE FOTOJORNALISMO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES,ECA-USP
http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/index.php/2009/08/24/3-semana-de-jornalismo-da-eca-usp-de-31-
HÁBITOS DE CONSUMO: POR QUE É TÃO DIFÍCIL MUDAR?
A situação ambiental atual pede novas formas de realizar negócios, buscando construir um mundo em equilíbrio com o ritmo de renovação da Natureza. A grande questão para as indústrias e empresas é, contudo, como fazer frente ao crescimento, constante, do consumo. O primeiro "R" do "Reduzir, Re-utilizar e Reciclar" está sendo ignorado solenemente, segundo dados de mercado.
A crise que deu ao planeta um tempo de descanso, já dá sinais de enfraquecimento, tendo sido, inclusive, amenizada por medidas imediatistas, como a redução de IPI justamente para carros, um dos elementos centrais da poluição atmosférica e de stress e conflito nos grandes centros urbanos. Mercado se aquecendo, as indústrias precisam encontrar uma forma de ampliar a produção, para manter preços estáveis e evitar antigos fantasmas como o da inflação.
O vício nas datas comemorativas impulsiona ainda mais a roda do consumo, sempre em movimento. E a mais temível de todas as datas, o Natal, logo baterá a nossas portas novamente, provocando ondas de compras de todo tipo de produtos; mesmo os supérfluos, que ficam jogados em gavetas ou aqueles nada duráveis, que estragam mal começamos a usar. Mas afinal, quem quer arriscar novas formas de demonstrar afeto e carinho, sem os tradicionais presentes?
Será que alguém acredita ser possível mantermos estes costumes e diminuir, ao mesmo tempo, o impacto provocado nos ciclos naturais que sustentam nossas vidas? Provavelmente, muitos já diriam que consumir num ritmo tão constante e acelerado não faz mesmo sentido. Contudo, parar de comprar de fato é, ainda, uma atitude de poucos.
Consumo x realização pessoal
Desejamos muitas coisas das quais não precisamos. Comprar coisas chiques, exclusivas e desnecessárias seria uma forma de atender nossa vontade de nos diferenciarmos, de nos sentirmos únicos, segundo o professor e teólogo Jung Mo Sung. Sung explicou, durante uma mesa redonda no Simpósio de Sustentabilidade Planetária organizado pela Fundação Mokiti Okada, nos dias 18 e 19 de agosto em São Paulo, que há 250 anos estamos sendo condicionados a ligar nossa realização pessoal ao consumo.
Para o estudioso, todos nós temos um desejo infinito de Ser e de Ser infinitamente e isto não se preenche com objetos e compras. Mas, como não sabemos exatamente o que queremos ser, temos esta compulsão de tentar completarmos-nos com que há no exterior. Contudo, isto não nos preenche. "Não é possível possuir o infinito", ressalta. "Resolver a Sustentabilidade Planetária é definir como diminuir o sofrimento e aumentar a dignidade e a alegria de viver. Só se atinge a almejada infinitude através do amor mútuo". Para Sung, só este amor tem força bastante para inspirar que se abra mão dos desejos pessoais pelo bem do coletivo. E este amor tem que ser expresso no presente, aqui e agora.
Contudo, ele adverte que é preciso uma visão prática e não romanceada da realidade. "Amar a Natureza e mantê-la intocada é um discurso lindo, mas se torna difícil na prática. Podemos amar as plantas e os animais. Mas, precisamos comer. Aí como faz?", comenta o professor. "É natural defendermos que todos merecem uma vida com conforto. Mas se cada ser humano dos 6,5 bilhões que somos recebesse um rolo de papel higiênico branquinho por semana, que fosse; de onde tiraríamos tantas árvores para produzi-los?", questionou.
Além disto, a complexidade do dia-a-dia nos impede de abandonar certas atitudes, como por exemplo, abrir mão de transportes poluentes. Como dar conta de uma agenda cheia sem usar um carro, numa grande metrópole? Aqueles que tentam se deparam com transporte público insuficiente e, não raro, precário; falta de ciclovias e, muitas vezes, falta até de calçadas seguras para caminhar. "Outro fator que dificulta mudanças é que nos últimos 10 mil anos, grande parcela da população vive acreditando que Deus resolve a história e tudo acabará bem no final. Então, como se motivar a fazer sacrifícios agora, pensando num futuro que já se crê definido?", continuou Sung.
Somos a Vida da Terra
Uma resposta a esta contradição foi sugerida pela Monja Coen, presente na mesma mesa. A religiosa da tradição Zen Budista esclareceu que somos a vida na terra. "Por ignorância, nos percebemos separados, o que nos deixa com "cor rupto" - coração partido, em latim. Neste estado, confundimos nossas necessidades verdadeiras. Se nos víssemos como parte do todo, como realmente somos, agiríamos com gratidão por tudo que existe e nos mantém vivos. Esta gratidão construiria o equilíbrio que está faltando no uso do que a Natureza nos oferece".
Quanto à alimentação, ela relembrou o caso de um monge da mesma tradição que ao ser indagado como aceitava provocar a morte de um peixe - seu prato predileto - para comê-lo, respondeu: "Peixe está se tornando monge", referindo-se ao ciclo contínuo de transformação em que tudo está mergulhado. "O universo está em constante mudança", ressaltou a monja.
Ela destacou a importância de se cuidar de nosso efeito sobre o todo. "O primeiro ambiente de que temos que cuidar, é o nosso próprio corpo. Se partirmos dele, perceberemos que gostamos de ar puro, de água pura e de viver sem violência...". Ao despertar para nosso interior e sua conexão com o todo, podemos dar o melhor de nós, a todo o momento. "Não se trata de fazer o possível. Mas fazer o melhor, pensando em todas as formas de vida ao nosso redor. Eu acredito que somos capazes de dar uma virada e formar uma vida na Terra maravilhosa. Isto tem que começar com seres humanos bons e éticos. Aquilo que pensamos, falamos e fazemos influi e transforma o que existe. O ser humano precisa mudar no seu coração, na sua essência", defendeu Coen. "Eu acredito que somos capazes de fazer a transformação que queremos na Terra. Nosso destino depende de nosso pensamento coletivo", falou a mestra.
Depois dela, o ministro Fernando Augusto de Souza, da Igreja Messiânica, ressaltou que pesquisas já mostraram que aumentar o consumo e a renda não traz mais felicidade. Ele concorda que tudo que expressamos, seja em pensamento, fala ou ação, reflete naquilo que está acontecendo e nos faz um convite para adotarmos o 'regime do relógio do sol'.
"O que faz o relógio do sol? Ele só marca os momentos iluminados. Assim, se formos falar, escrever, produzir arte ou que quer que seja, podemos escolher nos expressar sobre momentos iluminados, momentos que nos inspiram; onde o bem, o bom e o belo se manifestam" falou Augusto, alinhado com o saber antigo que diz: aquilo em que colocamos nossa atenção é o que cresce. "Nosso desafio maior é expressar a Verdade do plano divino, neste mundo de aparência", concluiu o religioso.
Por Neuza Árbocz (jornalista)
Fonte: http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=62175&edt=
A crise que deu ao planeta um tempo de descanso, já dá sinais de enfraquecimento, tendo sido, inclusive, amenizada por medidas imediatistas, como a redução de IPI justamente para carros, um dos elementos centrais da poluição atmosférica e de stress e conflito nos grandes centros urbanos. Mercado se aquecendo, as indústrias precisam encontrar uma forma de ampliar a produção, para manter preços estáveis e evitar antigos fantasmas como o da inflação.
O vício nas datas comemorativas impulsiona ainda mais a roda do consumo, sempre em movimento. E a mais temível de todas as datas, o Natal, logo baterá a nossas portas novamente, provocando ondas de compras de todo tipo de produtos; mesmo os supérfluos, que ficam jogados em gavetas ou aqueles nada duráveis, que estragam mal começamos a usar. Mas afinal, quem quer arriscar novas formas de demonstrar afeto e carinho, sem os tradicionais presentes?
Será que alguém acredita ser possível mantermos estes costumes e diminuir, ao mesmo tempo, o impacto provocado nos ciclos naturais que sustentam nossas vidas? Provavelmente, muitos já diriam que consumir num ritmo tão constante e acelerado não faz mesmo sentido. Contudo, parar de comprar de fato é, ainda, uma atitude de poucos.
Consumo x realização pessoal
Desejamos muitas coisas das quais não precisamos. Comprar coisas chiques, exclusivas e desnecessárias seria uma forma de atender nossa vontade de nos diferenciarmos, de nos sentirmos únicos, segundo o professor e teólogo Jung Mo Sung. Sung explicou, durante uma mesa redonda no Simpósio de Sustentabilidade Planetária organizado pela Fundação Mokiti Okada, nos dias 18 e 19 de agosto em São Paulo, que há 250 anos estamos sendo condicionados a ligar nossa realização pessoal ao consumo.
Para o estudioso, todos nós temos um desejo infinito de Ser e de Ser infinitamente e isto não se preenche com objetos e compras. Mas, como não sabemos exatamente o que queremos ser, temos esta compulsão de tentar completarmos-nos com que há no exterior. Contudo, isto não nos preenche. "Não é possível possuir o infinito", ressalta. "Resolver a Sustentabilidade Planetária é definir como diminuir o sofrimento e aumentar a dignidade e a alegria de viver. Só se atinge a almejada infinitude através do amor mútuo". Para Sung, só este amor tem força bastante para inspirar que se abra mão dos desejos pessoais pelo bem do coletivo. E este amor tem que ser expresso no presente, aqui e agora.
Contudo, ele adverte que é preciso uma visão prática e não romanceada da realidade. "Amar a Natureza e mantê-la intocada é um discurso lindo, mas se torna difícil na prática. Podemos amar as plantas e os animais. Mas, precisamos comer. Aí como faz?", comenta o professor. "É natural defendermos que todos merecem uma vida com conforto. Mas se cada ser humano dos 6,5 bilhões que somos recebesse um rolo de papel higiênico branquinho por semana, que fosse; de onde tiraríamos tantas árvores para produzi-los?", questionou.
Além disto, a complexidade do dia-a-dia nos impede de abandonar certas atitudes, como por exemplo, abrir mão de transportes poluentes. Como dar conta de uma agenda cheia sem usar um carro, numa grande metrópole? Aqueles que tentam se deparam com transporte público insuficiente e, não raro, precário; falta de ciclovias e, muitas vezes, falta até de calçadas seguras para caminhar. "Outro fator que dificulta mudanças é que nos últimos 10 mil anos, grande parcela da população vive acreditando que Deus resolve a história e tudo acabará bem no final. Então, como se motivar a fazer sacrifícios agora, pensando num futuro que já se crê definido?", continuou Sung.
Somos a Vida da Terra
Uma resposta a esta contradição foi sugerida pela Monja Coen, presente na mesma mesa. A religiosa da tradição Zen Budista esclareceu que somos a vida na terra. "Por ignorância, nos percebemos separados, o que nos deixa com "cor rupto" - coração partido, em latim. Neste estado, confundimos nossas necessidades verdadeiras. Se nos víssemos como parte do todo, como realmente somos, agiríamos com gratidão por tudo que existe e nos mantém vivos. Esta gratidão construiria o equilíbrio que está faltando no uso do que a Natureza nos oferece".
Quanto à alimentação, ela relembrou o caso de um monge da mesma tradição que ao ser indagado como aceitava provocar a morte de um peixe - seu prato predileto - para comê-lo, respondeu: "Peixe está se tornando monge", referindo-se ao ciclo contínuo de transformação em que tudo está mergulhado. "O universo está em constante mudança", ressaltou a monja.
Ela destacou a importância de se cuidar de nosso efeito sobre o todo. "O primeiro ambiente de que temos que cuidar, é o nosso próprio corpo. Se partirmos dele, perceberemos que gostamos de ar puro, de água pura e de viver sem violência...". Ao despertar para nosso interior e sua conexão com o todo, podemos dar o melhor de nós, a todo o momento. "Não se trata de fazer o possível. Mas fazer o melhor, pensando em todas as formas de vida ao nosso redor. Eu acredito que somos capazes de dar uma virada e formar uma vida na Terra maravilhosa. Isto tem que começar com seres humanos bons e éticos. Aquilo que pensamos, falamos e fazemos influi e transforma o que existe. O ser humano precisa mudar no seu coração, na sua essência", defendeu Coen. "Eu acredito que somos capazes de fazer a transformação que queremos na Terra. Nosso destino depende de nosso pensamento coletivo", falou a mestra.
Depois dela, o ministro Fernando Augusto de Souza, da Igreja Messiânica, ressaltou que pesquisas já mostraram que aumentar o consumo e a renda não traz mais felicidade. Ele concorda que tudo que expressamos, seja em pensamento, fala ou ação, reflete naquilo que está acontecendo e nos faz um convite para adotarmos o 'regime do relógio do sol'.
"O que faz o relógio do sol? Ele só marca os momentos iluminados. Assim, se formos falar, escrever, produzir arte ou que quer que seja, podemos escolher nos expressar sobre momentos iluminados, momentos que nos inspiram; onde o bem, o bom e o belo se manifestam" falou Augusto, alinhado com o saber antigo que diz: aquilo em que colocamos nossa atenção é o que cresce. "Nosso desafio maior é expressar a Verdade do plano divino, neste mundo de aparência", concluiu o religioso.
Por Neuza Árbocz (jornalista)
Fonte: http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=62175&edt=
EX-GAROTA DE PROGRAMA DÁ AULA DE MARKETING
Vanessa de Oliveira escreveu o livro Como Seduzir Clientes e dá palestras sobre as estratégias comum entre as duas profissões
Qual é a relação entre uma profissional do sexo e um profissional de Marketing? Para Vanessa de Oliveira, toda. Essa catarinense de 34 anos é ex-garota de programa, fez sucesso ao lançar o primeiro livro - O Diário de Marise, a vida real de uma garota de programa (Matrix) - e agora entra em empresas e em escolas dando palestras de Marketing.
Vanessa ensina o que aprendeu na vida para conquistar clientes. São estratégias de segmentação, de fidelidade, de promoção e de comunicação. O que era feito empiricamente ganhou contornos teóricos pelas mãos do publicitário Reinaldo Bim Toigo no livro de autoria da dupla: Seduzir Clientes (Matrix).
“A profissão do sexo não deixa de ser uma prestação de serviço e ao mesmo tempo o corpo de uma garota não deixa de ser um produto”, diz Vanessa em entrevista ao Mundo do Marketing. Ela tinha 25 anos quando tudo começou. Sem o emprego como corretora de imóveis que havia perdido com a quebra da empresa em que trabalhava, Vanessa passou a promover os seus serviços com estratégias dignas de uma multinacional. “É o que a Unilever faz”, afirma. “O fim pode ser diferente, mas os meios para conquistar um cliente é o mesmo”, enfatiza.
Ela faz Marketing
Ao entrar na profissão, Vanessa analisou o mercado. A média de preço das meninas na cidade Balneário Camboriú, Santa Catarina, era de R$ 50,00. Ela resolveu, então, colocar um novo produto no mercado: Marise, universitária, ruiva, linda por R$ 250. Foi um sucesso. Enquanto as colegas de profissão ganhavam na quantidade, ela trabalhava menos e recebia até mais. Foi aí que Vanessa resolveu, digamos, diversificar o seu portfólio de produtos.
Surgiu a Ana, para quem gostava de acessórios, a Mari, por R$ 80,00, que no Natal formava uma promoção do tipo pague uma e leve duas, entre outras. Teve época em que Vanessa tinha cinco telefones de cinco perfis diferentes que não paravam de tocar. “O serviço era quase o mesmo. A Marise ficava mais tempo e servia bebida aos clientes. Já nas outras segmentações era para um público diferente”, conta.
Entre as estratégias de sucesso de Vanessa está a de fidelização de clientes. Ela e um grupo de meninas tinham o que hoje ela sabe que é um database. “Comecei a analisar os meus clientes”, lembra. “Sabia o nome de todos eles. Criei um caderninho que tinha o nome do cliente, a data em que ele era atendido, o local, o valor e a origem dele, se ele veio por anúncio de jornal, por indicação, se está retornando, se foi o hotel ou motel, se foi na casa de swing. Com isso, no final do mês sabia qual era o setor de origem que dava maior lucro e, assim, direcionava o investimento em propaganda”, explica a autora, que na época investia até 10% do faturamento em propaganda.
Profissão rentável
O livro de Vanessa fala basicamente de propaganda. “Eu não era a menina mais bonita do jornal, mas a propaganda e a maneira de divulgação eram eficientes”, ressalta. Quais são, então, as regras para seduzir um cliente? “Tratar ele de uma maneira única e fazer questão que ele volte. Fazer promoção também é muito importante porque quanto mais ele usa o seu serviço, mais vantagem os dois recebem”, ensina Vanessa.
Na época em que era garota de programa, Vanessa também tinha um programa de fidelidade. Depois da terceira contração o cliente tinha 20% de desconto. Hoje, suas palestras são contratas por R$ 3 e 5 mil, para faculdades e empresas. A grande propaganda continua sendo a diferenciação. “As pessoas vão mais por curiosidade porque os exemplos são diferentes. É uma maneira de passar o conhecimento sobre uma outra ótica”.
Numa das palestras ela percebeu que os funcionários eram muito preocupados com o chefe. “Eles tratavam bem o chefe, mas não eram tão cuidadosos com os clientes, que na verdade é da onde vem a fonte de renda da empresa”. É assim que Vanessa pensa esta ciência que dá lucro. “O marketing é aquilo que dá base para a empresa crescer”, enfatiza a ex-garota de programa que agora também tem uma linha de lingerie com a marca Vanessa de Oliveira e tem um sonho: “Quero estar entre os dez maiores escritores do mundo”.
Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | bruno@mundodomarketing.com.br
Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/9,10920,ex-garota-de-programa-da-aula-de-marketing.htm
Qual é a relação entre uma profissional do sexo e um profissional de Marketing? Para Vanessa de Oliveira, toda. Essa catarinense de 34 anos é ex-garota de programa, fez sucesso ao lançar o primeiro livro - O Diário de Marise, a vida real de uma garota de programa (Matrix) - e agora entra em empresas e em escolas dando palestras de Marketing.
Vanessa ensina o que aprendeu na vida para conquistar clientes. São estratégias de segmentação, de fidelidade, de promoção e de comunicação. O que era feito empiricamente ganhou contornos teóricos pelas mãos do publicitário Reinaldo Bim Toigo no livro de autoria da dupla: Seduzir Clientes (Matrix).
“A profissão do sexo não deixa de ser uma prestação de serviço e ao mesmo tempo o corpo de uma garota não deixa de ser um produto”, diz Vanessa em entrevista ao Mundo do Marketing. Ela tinha 25 anos quando tudo começou. Sem o emprego como corretora de imóveis que havia perdido com a quebra da empresa em que trabalhava, Vanessa passou a promover os seus serviços com estratégias dignas de uma multinacional. “É o que a Unilever faz”, afirma. “O fim pode ser diferente, mas os meios para conquistar um cliente é o mesmo”, enfatiza.
Ela faz Marketing
Ao entrar na profissão, Vanessa analisou o mercado. A média de preço das meninas na cidade Balneário Camboriú, Santa Catarina, era de R$ 50,00. Ela resolveu, então, colocar um novo produto no mercado: Marise, universitária, ruiva, linda por R$ 250. Foi um sucesso. Enquanto as colegas de profissão ganhavam na quantidade, ela trabalhava menos e recebia até mais. Foi aí que Vanessa resolveu, digamos, diversificar o seu portfólio de produtos.
Surgiu a Ana, para quem gostava de acessórios, a Mari, por R$ 80,00, que no Natal formava uma promoção do tipo pague uma e leve duas, entre outras. Teve época em que Vanessa tinha cinco telefones de cinco perfis diferentes que não paravam de tocar. “O serviço era quase o mesmo. A Marise ficava mais tempo e servia bebida aos clientes. Já nas outras segmentações era para um público diferente”, conta.
Entre as estratégias de sucesso de Vanessa está a de fidelização de clientes. Ela e um grupo de meninas tinham o que hoje ela sabe que é um database. “Comecei a analisar os meus clientes”, lembra. “Sabia o nome de todos eles. Criei um caderninho que tinha o nome do cliente, a data em que ele era atendido, o local, o valor e a origem dele, se ele veio por anúncio de jornal, por indicação, se está retornando, se foi o hotel ou motel, se foi na casa de swing. Com isso, no final do mês sabia qual era o setor de origem que dava maior lucro e, assim, direcionava o investimento em propaganda”, explica a autora, que na época investia até 10% do faturamento em propaganda.
Profissão rentável
O livro de Vanessa fala basicamente de propaganda. “Eu não era a menina mais bonita do jornal, mas a propaganda e a maneira de divulgação eram eficientes”, ressalta. Quais são, então, as regras para seduzir um cliente? “Tratar ele de uma maneira única e fazer questão que ele volte. Fazer promoção também é muito importante porque quanto mais ele usa o seu serviço, mais vantagem os dois recebem”, ensina Vanessa.
Na época em que era garota de programa, Vanessa também tinha um programa de fidelidade. Depois da terceira contração o cliente tinha 20% de desconto. Hoje, suas palestras são contratas por R$ 3 e 5 mil, para faculdades e empresas. A grande propaganda continua sendo a diferenciação. “As pessoas vão mais por curiosidade porque os exemplos são diferentes. É uma maneira de passar o conhecimento sobre uma outra ótica”.
Numa das palestras ela percebeu que os funcionários eram muito preocupados com o chefe. “Eles tratavam bem o chefe, mas não eram tão cuidadosos com os clientes, que na verdade é da onde vem a fonte de renda da empresa”. É assim que Vanessa pensa esta ciência que dá lucro. “O marketing é aquilo que dá base para a empresa crescer”, enfatiza a ex-garota de programa que agora também tem uma linha de lingerie com a marca Vanessa de Oliveira e tem um sonho: “Quero estar entre os dez maiores escritores do mundo”.
Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | bruno@mundodomarketing.com.br
Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/9,10920,ex-garota-de-programa-da-aula-de-marketing.htm
DIPLOMA DE JORNALISTA SERÁ DEBATIDO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA QUINTA
A exigência do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista será debatida na próxima quinta-feira (27/08) em audiência pública conjunta das Comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e de Educação e Cultura da Câmara.
O debate será realizado por iniciativa da deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO), que teve seus requerimentos de audiência pública subscrito por vários deputados nas duas comissões.
Além da discussão sobre a necessidade ou não de se regulamentar a profissão de jornalista, a audiência também pretende avaliar as consequências da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que dispensou o diploma de curso superior de jornalismo para o exercício profissional na área. "Há posicionamentos divergentes entre os diversos segmentos da nossa sociedade quanto à conveniência desse diploma, por isso, julgo importante que se possa debater a exigência ou não de graduação para o exercício dessa profissão de grande relevância. Creio que chegaremos a uma decisão satisfatória para os profissionais, para os meios de comunicação e para a sociedade brasileira", argumentou Raquel Teixeira em seu requerimento.
Foram convidados para o debate o ministro do STF, Marco Aurélio; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto; o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade; o Presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof; a Presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito; o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Gilberto Selber; e o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero.
A audiência está marcada para as 9h30, no plenário 13.
Por J. Silvério
O debate será realizado por iniciativa da deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO), que teve seus requerimentos de audiência pública subscrito por vários deputados nas duas comissões.
Além da discussão sobre a necessidade ou não de se regulamentar a profissão de jornalista, a audiência também pretende avaliar as consequências da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que dispensou o diploma de curso superior de jornalismo para o exercício profissional na área. "Há posicionamentos divergentes entre os diversos segmentos da nossa sociedade quanto à conveniência desse diploma, por isso, julgo importante que se possa debater a exigência ou não de graduação para o exercício dessa profissão de grande relevância. Creio que chegaremos a uma decisão satisfatória para os profissionais, para os meios de comunicação e para a sociedade brasileira", argumentou Raquel Teixeira em seu requerimento.
Foram convidados para o debate o ministro do STF, Marco Aurélio; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto; o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade; o Presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof; a Presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito; o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Gilberto Selber; e o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero.
A audiência está marcada para as 9h30, no plenário 13.
Por J. Silvério
CRISE! QUE CRISE!?
O crescimento da Rede Globo em 2009 deve ser de 5% a 6% em relação a 2008, projeção um pouco abaixo dos 7% previstos anteriormente, segundo o diretor geral da Central Globo de Comercialização, Willy Haas Filho. “A crise não foi tão grande no Brasil como em outros países. É claro que todo o mercado publicitário sofre, é como um ecossistema, mas a TV sofre menos”, afirma. Para o último quadrimestre do ano e para 2010 as expectativas são positivas. “Para este ano, há sinais de recuperação da economia. Ano que vem será um ano auspicioso. Acreditamos que vamos conseguir crescer mais do que em 2009”, diz Haas, lembrando que em 2010 acontece a Copa do Mundo de Futebol.
Por Daniele Frederico, do TelaViva News
Por Daniele Frederico, do TelaViva News
O FUTURO CHEGOU (OU QUASE): PEPSI CRIA ANÚNCIO IMPRESSO COM VÍDEO
Em mais um daqueles casos de “eu fiz primeiro!”, a Pepsi vai veicular um anúncio impresso com vídeo na edição de setembro da revista Entertainment Weekly. Em uma tela do tamanho da de um celular, serão exibidos clipes de séries da CBS, já que a Pepsi é a patrocinadora do horário nobre das segundas-feiras na emissora.
Quando abrir a página do anúncio na revista, o leitor verá um vídeo de introdução, com os atores de “The Big Bang Theory”, explicando como interagir com a peça. São cinco diferentes botões, que trazem clipes das séries “How I Met Your Mother,” “Two and a Half Men,” além de trailers de novas produções da CBS e, claro, um comercial da Pepsi.
Apenas os assinantes de Los Angeles e Nova York da Entertainment Weekly é que receberão a revista especial. Segundo a Americhip, fabricante do hardware utilizado no anúncio, o chip pode comportar até 40 minutos de vídeo. É a mesma tecnologia rudimentar aplicada naqueles cartões musicais de aniversário.
Apesar da “evolução” frente ao GIF animado da Esquire, obviamente não é nada parecido com aqueles jornais e revistas eletrônicas, que se atualizam em tempo real, que vimos em filmes como “Minority Report” e “Filhos da Esperança”. Mas o que importa mesmo para a Pepsi é poder dizer: “o primeiro anúncio de revista com vídeo do mundo”.
Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/2009/08/20/o-futuro-chegou-ou-quase-pepsi-cria-anuncio-impresso-com-video/
Quando abrir a página do anúncio na revista, o leitor verá um vídeo de introdução, com os atores de “The Big Bang Theory”, explicando como interagir com a peça. São cinco diferentes botões, que trazem clipes das séries “How I Met Your Mother,” “Two and a Half Men,” além de trailers de novas produções da CBS e, claro, um comercial da Pepsi.
Apenas os assinantes de Los Angeles e Nova York da Entertainment Weekly é que receberão a revista especial. Segundo a Americhip, fabricante do hardware utilizado no anúncio, o chip pode comportar até 40 minutos de vídeo. É a mesma tecnologia rudimentar aplicada naqueles cartões musicais de aniversário.
Apesar da “evolução” frente ao GIF animado da Esquire, obviamente não é nada parecido com aqueles jornais e revistas eletrônicas, que se atualizam em tempo real, que vimos em filmes como “Minority Report” e “Filhos da Esperança”. Mas o que importa mesmo para a Pepsi é poder dizer: “o primeiro anúncio de revista com vídeo do mundo”.
Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/2009/08/20/o-futuro-chegou-ou-quase-pepsi-cria-anuncio-impresso-com-video/
Terça-feira, Agosto 18, 2009
GOOGLE PREMIA AS MELHORES FOTOS DO ORKUT
Com o nome de "Maravilhas do Orkut", concurso pretende incentivar os internautas a compartilhar o registro de momentos divertidos e oferecerá prêmios
Aproveitar o espaço do Orkut não apenas para compartilhar as suas fotos e exibir os melhores momentos aos seus amigos, mas também para promovê-las entre os demais internautas e ganhar prêmios com elas. Isso é o que o Google pretende oferecer com o concurso "Maravilhas do Orkut", que visa contemplar as melhores fotos, em diferentes categorias.
Para participar, o internauta cadastrado na rede social precisa acessar a área do concurso, dentro do canal de Apps do Orkut, pela home principal. Na página Maravilhas do Orkut, é possível enviar as fotos para concorrer ao concurso e votar naquelas que merecem levar o título nas categorias "O seu cabelo é assim ou é disfarce?", "Rachando o bico", "Puro estilo", "Férias refrescantes" e "Festa furada: tá na web, tá valendo!".
As fotos poderão ser votadas até o dia 25 de setembro e os autores das imagens mais criativas receberão prêmios como um dia de transformação no salão de beleza Studio W, um par de ingressos para o espetáculo de comédia do humorista Oscar Filho, o direito de assistir ao desfile da coleção verão 2010 da marca Cavalera, uma viagem com acompanhante para a Turquia ou um camarote VIP para uma festa no Mokai Club, com direito a companhia de amigos. Os prêmios variam de acordo com a categoria.
Para apoiar o concurso, o Google conta com o patrocínio das marcas Colgate, Sony, Fiat, Motorola e Sprite. O objetivo da ação é aproveitar a grande audiência e presença da rede social entre o público brasileiro. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Google, 35 milhões de pessoas no País estão cadastradas no Orkut.
Aproveitar o espaço do Orkut não apenas para compartilhar as suas fotos e exibir os melhores momentos aos seus amigos, mas também para promovê-las entre os demais internautas e ganhar prêmios com elas. Isso é o que o Google pretende oferecer com o concurso "Maravilhas do Orkut", que visa contemplar as melhores fotos, em diferentes categorias.
Para participar, o internauta cadastrado na rede social precisa acessar a área do concurso, dentro do canal de Apps do Orkut, pela home principal. Na página Maravilhas do Orkut, é possível enviar as fotos para concorrer ao concurso e votar naquelas que merecem levar o título nas categorias "O seu cabelo é assim ou é disfarce?", "Rachando o bico", "Puro estilo", "Férias refrescantes" e "Festa furada: tá na web, tá valendo!".
As fotos poderão ser votadas até o dia 25 de setembro e os autores das imagens mais criativas receberão prêmios como um dia de transformação no salão de beleza Studio W, um par de ingressos para o espetáculo de comédia do humorista Oscar Filho, o direito de assistir ao desfile da coleção verão 2010 da marca Cavalera, uma viagem com acompanhante para a Turquia ou um camarote VIP para uma festa no Mokai Club, com direito a companhia de amigos. Os prêmios variam de acordo com a categoria.
Para apoiar o concurso, o Google conta com o patrocínio das marcas Colgate, Sony, Fiat, Motorola e Sprite. O objetivo da ação é aproveitar a grande audiência e presença da rede social entre o público brasileiro. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Google, 35 milhões de pessoas no País estão cadastradas no Orkut.
UM CÓDIGO DE ÉTICA PARA A COMUNICAÇÃO PÚBLICA
Um código de ética para a Comunicação PúblicaAs sugestões de regras de conduta e de normas foraç elaboradas pelos participantes do primeiro curso de extensão sobre "Comunicação Pública e de Governo", ministrado pelo professor Bernardo Kucinski, na ECA-USP, durante o 1º semestre de 2009. A idéia é que elas fossem incorporadas ao Código de Ética que rege ocupantes de cargos e funções públicas, formulada
I - Sobre o lugar da Comunicação Pública no Estado Democrático
1. É dever intransferível do Estado e direito do cidadão a prestação de contas e da informação veraz pronta e clara sobre os atos, serviços e propostas de políticas públicas de todos os níveis de governo;
2. A Comunicação Pública é um bem público constitutivo do Estado Democrático fundado nos princípios da publicidade, moralidade, legalidade e impessoalidade dos seus atos;
3. A Comunicação Pública é a determinante básica dos processos internos de elaboração, compartilhamento e consolidação das informações;
4. A Comunicação Pública é estratégica na criação de sentidos de interesse público, e na participação popular na formulação, implantação e avaliação de políticas públicas;
5. A Comunicação Pública é co-responsável por políticas públicas de democratização e universalização da informação e inclusão digital.
II - Sobre os deveres da Comunicação Pública
6. A Comunicação Pública deve pautar-se pela verdade factual e contextualizada;
7. A Comunicação Pública não pode dificultar, de nenhuma forma, o acesso do cidadão e da imprensa à informação pública;
8. A informação de Estado é um patrimônio documental da sociedade, não podendo ser alterada arbitrariamente ou utilizada para fins que não sejam do interesse público;
9. A Comunicação Pública deve ser apartidária e laica;
10. A Comunicação Pública não pode se valer de sofismas, meias verdades ou da linguagem da sedução, nem mesmo em suas operações de propaganda paga;
11. A Comunicação Pública deve zelar pelo bom entendimento público das políticas, declarações e posições de governo;
12. A informação na Comunicação Pública deve evitar ambigüidades de interpretação;
13. Sempre que necessário, deve ser explicitada a metodologia usada na geração da informação;
14. A informação na Comunicação Pública deve ser completa, pertinente e voltada ao atendimento do cidadão;
15. A Comunicação Pública deve estimular a participação do cidadão na formulação das políticas públicas;
16. A Comunicação Pública deve ser ágil, atenciosa, disponível a todos os públicos;
17. A Comunicação Pública deve se esforçar para contatar públicos com menos acesso à informação;
18. A Comunicação Pública deve apoiar, valorizar e facilitar o trabalho da> imprensa;
19. A Comunicação Pública deve procurar sempre o máximo alcance social e benefício público;
20. A Comunicação Pública deve informar de modo responsável, evitando criar situações de pânico, medo ou insegurança;
21. A Comunicação Pública deve se pautar pelo princípio da eficácia, procurando sempre os melhores recursos técnicos e a linguagem adequa da para cada público;
22. A Comunicação Pública abrange os veículos estatutários de informação de Estado, tais como o Diário Oficial, Editais e Proclamas;
23. Nas relações com a mídia a Comunicação Pública deve zelar pelos princípios éticos do jornalismo, de respeito à veracidade de interesse público;
24. As relações da Comunicação Pública com a mídia devem se pautar pelo tratamento eqüitativo, evitando o favoritismo;
25. As relações da Comunicação Pública com a mídia devem ser formais, sendo vedado o vazamento e o anonimato.
III Sobre o uso de propaganda paga na Comunicação Pública
26. A Comunicação Pública deve reservar o uso da propaganda paga às campanhas de utilidade pública ou situações excepcionais, nas quais esse é o único meio eficaz de informar;
27. O recurso à propaganda paga deve se pautar pelos princípios da essencialidade, impessoalidade, eficácia e parcimônia;
28. A alocação dos recursos, sem prejuízo dos princípios do item
23. Deve ser compatibilizada com políticas públicas de democratização e universalização da informação;
29. As campanhas e operações que se valem da compra de espaços publicitários devem ser gerenciadas diretamente pelas equipes da própria administração pública e, quando possível, por elas concebidas.
IV - Sobre as relações internas na Comunicação Pública
30. As relações de trabalho dos condutores da Comunicação Pública com seus superiores e subordinados devem se pautar pelos princípios da impessoalidade, interesse público, austeridade e participação;
31. A Comunicação Pública deve ser sempre pensada como responsabilidade do Estado concebida e executada coletivamente e em equipe;
32. A lealdade às administrações é essencial ao funcionamento coletivo e harmônico da comunicação pública, mas não pode prevalecer sobre os direitos de cidadania que caracterizam o Estado de Direito, transparente e democrático, austero e participativo.
Fonte: Chico Sant'Anna
I - Sobre o lugar da Comunicação Pública no Estado Democrático
1. É dever intransferível do Estado e direito do cidadão a prestação de contas e da informação veraz pronta e clara sobre os atos, serviços e propostas de políticas públicas de todos os níveis de governo;
2. A Comunicação Pública é um bem público constitutivo do Estado Democrático fundado nos princípios da publicidade, moralidade, legalidade e impessoalidade dos seus atos;
3. A Comunicação Pública é a determinante básica dos processos internos de elaboração, compartilhamento e consolidação das informações;
4. A Comunicação Pública é estratégica na criação de sentidos de interesse público, e na participação popular na formulação, implantação e avaliação de políticas públicas;
5. A Comunicação Pública é co-responsável por políticas públicas de democratização e universalização da informação e inclusão digital.
II - Sobre os deveres da Comunicação Pública
6. A Comunicação Pública deve pautar-se pela verdade factual e contextualizada;
7. A Comunicação Pública não pode dificultar, de nenhuma forma, o acesso do cidadão e da imprensa à informação pública;
8. A informação de Estado é um patrimônio documental da sociedade, não podendo ser alterada arbitrariamente ou utilizada para fins que não sejam do interesse público;
9. A Comunicação Pública deve ser apartidária e laica;
10. A Comunicação Pública não pode se valer de sofismas, meias verdades ou da linguagem da sedução, nem mesmo em suas operações de propaganda paga;
11. A Comunicação Pública deve zelar pelo bom entendimento público das políticas, declarações e posições de governo;
12. A informação na Comunicação Pública deve evitar ambigüidades de interpretação;
13. Sempre que necessário, deve ser explicitada a metodologia usada na geração da informação;
14. A informação na Comunicação Pública deve ser completa, pertinente e voltada ao atendimento do cidadão;
15. A Comunicação Pública deve estimular a participação do cidadão na formulação das políticas públicas;
16. A Comunicação Pública deve ser ágil, atenciosa, disponível a todos os públicos;
17. A Comunicação Pública deve se esforçar para contatar públicos com menos acesso à informação;
18. A Comunicação Pública deve apoiar, valorizar e facilitar o trabalho da> imprensa;
19. A Comunicação Pública deve procurar sempre o máximo alcance social e benefício público;
20. A Comunicação Pública deve informar de modo responsável, evitando criar situações de pânico, medo ou insegurança;
21. A Comunicação Pública deve se pautar pelo princípio da eficácia, procurando sempre os melhores recursos técnicos e a linguagem adequa da para cada público;
22. A Comunicação Pública abrange os veículos estatutários de informação de Estado, tais como o Diário Oficial, Editais e Proclamas;
23. Nas relações com a mídia a Comunicação Pública deve zelar pelos princípios éticos do jornalismo, de respeito à veracidade de interesse público;
24. As relações da Comunicação Pública com a mídia devem se pautar pelo tratamento eqüitativo, evitando o favoritismo;
25. As relações da Comunicação Pública com a mídia devem ser formais, sendo vedado o vazamento e o anonimato.
III Sobre o uso de propaganda paga na Comunicação Pública
26. A Comunicação Pública deve reservar o uso da propaganda paga às campanhas de utilidade pública ou situações excepcionais, nas quais esse é o único meio eficaz de informar;
27. O recurso à propaganda paga deve se pautar pelos princípios da essencialidade, impessoalidade, eficácia e parcimônia;
28. A alocação dos recursos, sem prejuízo dos princípios do item
23. Deve ser compatibilizada com políticas públicas de democratização e universalização da informação;
29. As campanhas e operações que se valem da compra de espaços publicitários devem ser gerenciadas diretamente pelas equipes da própria administração pública e, quando possível, por elas concebidas.
IV - Sobre as relações internas na Comunicação Pública
30. As relações de trabalho dos condutores da Comunicação Pública com seus superiores e subordinados devem se pautar pelos princípios da impessoalidade, interesse público, austeridade e participação;
31. A Comunicação Pública deve ser sempre pensada como responsabilidade do Estado concebida e executada coletivamente e em equipe;
32. A lealdade às administrações é essencial ao funcionamento coletivo e harmônico da comunicação pública, mas não pode prevalecer sobre os direitos de cidadania que caracterizam o Estado de Direito, transparente e democrático, austero e participativo.
Fonte: Chico Sant'Anna
PROGRAMA ESPAÇO UNIVERSITÁRIO DISCUTE A LIBERDADE NA INTERNET
Estão tramitando no Congresso Nacional projetos de lei que vão limitar drasticamente o livre fluxo de informação e cultura pela Internet. Este tema vai ser colocado na roda do programa Espaço Universitário deste sábado, dia 22/08 na Rádio Utopia Fm. O Papo vai ser com o Mestrando em Direito pela UnB Paulo Rená Santarém, que discorrerá sobre as implicações desta legislação o e o que pode ser organizado e feito a respeito.
O Espaço Universitário é semanal e tem uma hora e meia de duração. É exibido sempre ao vivo, aos sábados, das 10:30 às 12h, pela Rádio Utopia Fm, que pode ser ouvida pela freqüência 98,1 fm em Planaltina-DF ou pelo link: http://utopia.dissonante.org. É uma produção do Projeto de Extensão de Ação Contínua Comunicação Comunitária, parceria da UnB (Faculdade de Comunicação da UnB com Campus Planaltina) com a Rádio Utopia FM, entre outras organizações. Este projeto tem como compromisso a troca de conhecimentos em prol das justas transformações sociais, tendo em mente o pleno exercício do Direito à Comunicação.
Como participar do Espaço Universitário
Se você tem uma sugestão de pauta, quadro ou convidados/as para o programa, escreva para espacouniversitario@gmail.com
Também é possível participar ao vivo do programa pelo (061) 3388-8994
Espaço Universitário
Todos os sábados, das 10:30 às 12h, na Rádio Utopia 98,1 FM ou pela Internet http://utopia.dissonante.org
Fonte: Marcelo Arruda
O Espaço Universitário é semanal e tem uma hora e meia de duração. É exibido sempre ao vivo, aos sábados, das 10:30 às 12h, pela Rádio Utopia Fm, que pode ser ouvida pela freqüência 98,1 fm em Planaltina-DF ou pelo link: http://utopia.dissonante.org. É uma produção do Projeto de Extensão de Ação Contínua Comunicação Comunitária, parceria da UnB (Faculdade de Comunicação da UnB com Campus Planaltina) com a Rádio Utopia FM, entre outras organizações. Este projeto tem como compromisso a troca de conhecimentos em prol das justas transformações sociais, tendo em mente o pleno exercício do Direito à Comunicação.
Como participar do Espaço Universitário
Se você tem uma sugestão de pauta, quadro ou convidados/as para o programa, escreva para espacouniversitario@gmail.com
Também é possível participar ao vivo do programa pelo (061) 3388-8994
Espaço Universitário
Todos os sábados, das 10:30 às 12h, na Rádio Utopia 98,1 FM ou pela Internet http://utopia.dissonante.org
Fonte: Marcelo Arruda
UERJ ABRE NOVA TURMA PARA O CURSO DE SOCIOLOGIA DO CONSUMO
Estão abertas até o dia 15 de setembro as inscrições para o Curso de Extensão Sociologia do Consumo da Faculdade de Comunicação Social da UERJ. O curso discutirá o consumo sob a ótica da comunicação e seus diversos aspectos na sociedade contemporânea. O objetivo é estabelecer, através de suas diferentes manifestações em vários campos de conhecimento, uma análise para a compreensão de identidades, espaços e práticas sociais e mercadológicas nos tempos atuais. As aulas serão aos sábados, das 9 às 12h30, num total de 10 encontros, com ínício em 19 de setembro. Os interessados poderão se inscrever no campus da UERJ no Maracanã, 1º andar, Bloco A, sala 1.006, das 9 às 17 horas ou pelo site: www.cepuerj.uerj.br.
Mais informações: tel.: 2334-0500 e 2334-0803 (das 14h às 20h), pelo e-mail: soc.consumouerj@gmail.com ou em http://www.fcs.uerj.br
Mais informações: tel.: 2334-0500 e 2334-0803 (das 14h às 20h), pelo e-mail: soc.consumouerj@gmail.com ou em http://www.fcs.uerj.br
CURSO DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS, AMBIENTAIS E CULTURAIS
Objetivo: Fornecer subsídios para a elaboração e avaliação de projetos que visam o fortalecimento institucional das organizações, a captação de recursos com empresas, organismos internacionais e a realização de convênios e Termos de Parceria com o governo.
Conteúdo: O que é o Terceiro Setor, Histórico, Aspectos legais, Captação de Recursos, Leis de Incentivo Fiscal, Planejamento e Elaboração de Projetos.
Público Alvo: Profissionais do Terceiro Setor, de empresas e do governo que atuam na elaboração e avaliação de projetos sociais, ambientais e culturais. Aberto também a estudantes e interessados.
Facilitadora: Rejane Pieratti - Graduada em marketing, com MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora de Marketing Ambiental, Marketing Social e Gestão de Terceiro Setor. Consultora para elaboração e avaliação de Projetos. Fundadora da OSCIP Associação Amigos do Futuro e do NETS - Núcleo de Estudos do Terceiro Setor. Autora de dez cartilhas e três roteiros de vídeo sobre meio ambiente. Coordenadora do Observatório Brasília do Terceiro Setor. Há oito anos ministra cursos de Elaboração de Projetos e Captação de recursos por todo o país. É líder social da Fundação AVINA desde 2002. Possui vários projetos aprovados em empresas de diferentes portes, em embaixadas, em Bancos, na Bovespa Social & Ambiental, no Programa Petrobrás Ambiental e na Lei Rouanet.
Data: 24 a 26 de agosto (19 às 22:20h)
Local: Centro de Estudos da UNACON, SCS Quadra 8, Bloco B50 , 4º. Andar. Edifício Venâncio 2000 (ao lado do Pátio Brasil). Brasília/DF
Investimento: R$ 180,00 para profissionais e R$ 150,00 para estudantes.
Preço especial para grupos!
Informações: Mirella Malta
Telefone: 61 9273-9002
E-mail: mirellamalta@globo.com
Conteúdo: O que é o Terceiro Setor, Histórico, Aspectos legais, Captação de Recursos, Leis de Incentivo Fiscal, Planejamento e Elaboração de Projetos.
Público Alvo: Profissionais do Terceiro Setor, de empresas e do governo que atuam na elaboração e avaliação de projetos sociais, ambientais e culturais. Aberto também a estudantes e interessados.
Facilitadora: Rejane Pieratti - Graduada em marketing, com MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora de Marketing Ambiental, Marketing Social e Gestão de Terceiro Setor. Consultora para elaboração e avaliação de Projetos. Fundadora da OSCIP Associação Amigos do Futuro e do NETS - Núcleo de Estudos do Terceiro Setor. Autora de dez cartilhas e três roteiros de vídeo sobre meio ambiente. Coordenadora do Observatório Brasília do Terceiro Setor. Há oito anos ministra cursos de Elaboração de Projetos e Captação de recursos por todo o país. É líder social da Fundação AVINA desde 2002. Possui vários projetos aprovados em empresas de diferentes portes, em embaixadas, em Bancos, na Bovespa Social & Ambiental, no Programa Petrobrás Ambiental e na Lei Rouanet.
Data: 24 a 26 de agosto (19 às 22:20h)
Local: Centro de Estudos da UNACON, SCS Quadra 8, Bloco B50 , 4º. Andar. Edifício Venâncio 2000 (ao lado do Pátio Brasil). Brasília/DF
Investimento: R$ 180,00 para profissionais e R$ 150,00 para estudantes.
Preço especial para grupos!
Informações: Mirella Malta
Telefone: 61 9273-9002
E-mail: mirellamalta@globo.com
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Marcus Carvalho
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23:06